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Anthem pode voltar? Código para servidores locais existe e fãs podem ressuscitar o jogo

Anthem foi oficialmente encerrado por volta das 16h05 de segunda (horário de São Paulo), mas uma nova informação reacendeu a esperança dos fãs. Em um vídeo de depoimento, o ex-produtor executivo Mark Darrah afirmou que, durante o desenvolvimento, o jogo teve código para rodar servidores locais até poucos meses antes do lançamento. Isso significa que, tecnicamente, havia a possibilidade de hospedar partidas diretamente no computador de um jogador.

O modelo original de Anthem era cliente-servidor: os servidores oficiais processavam a maior parte da lógica do jogo e os computadores só mostravam os resultados. Com servidores locais, a própria máquina do anfitrião faria parte dessa lógica. Darrah afirmou que o código ainda existe em parte e pode ser recuperado ou reconstruído por desenvolvedores independentes.

Ele também sugeriu que o jogo poderia virar uma versão para um jogador com companheiros controlados por inteligência artificial e ganhar melhorias visuais, mas isso exigiria um investimento considerável, estimado em cerca de R$50 milhões. A editora provavelmente não vai bancar esse tipo de projeto já encerrado.

Comunidades já criaram substitutos para servidores de outros jogos, como Northstar em Titanfall 2 e Kyber em Battlefront 2, o que mostra que projetos assim são possíveis. Porém, ressuscitar um título de live service exige análise de tráfego, engenharia de rede e muito trabalho. Ainda assim, se houver equipes técnicas interessadas, não é impossível ver Anthem voltar a funcionar por vias alternativas.

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