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Logitech Mice
Logitech

A Logitech ainda faz uma parte bem “raiz” do design de mouse: os primeiros protótipos físicos podem nascer na mão, esculpidos em um material chamado de “madeira química”. Não é madeira de verdade. É um bloco sintético que lembra madeira no corte e no lixamento, bom para criar formas rápidas.

A ideia é simples: antes de fechar o visual no computador e antes de pensar em molde de produção, a equipe precisa sentir o formato de verdade. Pegada, altura, curva do dorso, largura, encaixe do polegar e até onde os botões caem no dedo mudam tudo, principalmente em mouses da linha Logitech G.

Esses modelos feitos na mão ajudam a testar e ajustar detalhes em minutos, sem depender de um protótipo caro e demorado. Depois disso, o projeto segue para versões mais refinadas, com medidas finais, cliques, peso e acabamento.

No fim, é uma forma de garantir que o mouse não seja só bonito na tela: ele precisa “encaixar” na mão antes de virar um produto gamer de verdade.

M2 Slots ROG
PCIe

Uma placa-mãe com sete slots M.2 chama muita atenção, principalmente pra quem quer encher o PC de SSD NVMe e instalar vários jogos sem ficar apagando nada. O problema é que nem tudo isso funciona “de graça”.

Quando você ocupa muitos slots M.2 ao mesmo tempo, a placa precisa dividir as linhas PCIe entre GPU, SSDs e chipset. Na prática, isso pode fazer a placa de vídeo sair de PCIe x16 e cair para PCIe x8, ou limitar alguns M.2 a menos velocidade. Em certos modelos, até portas SATA podem ser desativadas quando você usa um slot específico.

Na maioria dos jogos, a diferença de x16 para x8 costuma ser pequena, mas pode aparecer em placas de vídeo topo de linha, principalmente em resoluções mais baixas e com FPS bem alto. Também tem o lado do calor: vários SSDs NVMe juntos esquentam e podem perder desempenho se não tiver bom airflow e dissipador.

A dica é simples: confira o manual, escolha os M.2 mais rápidos para o sistema e jogos principais e evite lotar tudo sem planejamento.

The Forge Minecraft
Microsoft

A Microsoft entrou em rota de colisão com um jogo indie após afirmar que ele usa “Minecraft content”. Na prática, a acusação é que o projeto estaria reaproveitando coisas ligadas a Minecraft, como artes, texturas, modelos ou outros elementos que fazem parte do visual e da identidade do jogo.

Esse tipo de alegação costuma virar um problemão para equipes pequenas. Mesmo que o jogo indie tenha ideias próprias, usar arquivos muito parecidos com os de Minecraft pode acender o alerta de cópia e acabar em remoções, bloqueios em lojas ou exigência de mudanças no conteúdo.

Para quem desenvolve, o recado é claro: criar assets originais e evitar qualquer coisa que pareça “puxada” de Minecraft. Para quem joga, o caso pode afetar atualizações, disponibilidade e até o futuro do game acusado.

Agora resta ver se o estúdio vai contestar a acusação, substituir o material questionado ou tentar um acordo para manter o jogo no ar.

Cena de Mewgenics
Mewgenics

Mewgenics nem sempre teve essa vibe de “todo mundo quer jogar”. A ideia é bem esquisita mesmo: um RPG tático por turnos com gatos, onde você cria novas gerações misturando características, lidando com mutações, vantagens e desvantagens que mudam totalmente cada partida. Em alguns momentos, o projeto passou por fases incertas, com mudanças e reinícios que deixaram a impressão de que ele podia simplesmente sumir.

O que mudou é que o jogo foi ficando mais claro e mais forte. Mewgenics começou a aparecer com uma identidade mais definida: combate mais estratégico, progressão com foco em repetição (cada run conta) e aquele humor estranho que combina com o caos de criar gatos “quebrados” e imprevisíveis. Com o tempo, a reação do público virou, e o que parecia só uma ideia aleatória passou a ser visto como um projeto grande de verdade.

Agora, Mewgenics chega com uma recepção bem mais quente do que parecia possível lá atrás.

World of Warships libera a Fera Nian, modo 7v7 novo e até navios de graça no Ano Novo Lunar
Wargaming

A Wargaming abriu as comemorações do Ano Novo Lunar em World of Warships com a atualização que traz o evento Paradoxo de Nian. Aqui, você escolhe uma coalizão, Defensores da Ordem ou Adeptos do Caos, completa missões e junta Tokens Lunares para avançar em trilhas de progressão cheias de recompensas temáticas.

Dependendo de como você distribui os Tokens Lunares, dá para pegar até 5 navios gratuitamente e contêineres do evento. Alguns contêineres podem vir com o Tesouro de Nian, que inclui chances de desbloquear os novos navios Yimeng, Messina e Independencia.

World of Warships também ganhou o modo Frente Inquebrável, um 7v7 com ressurgimento melhorado, bases de equipe que podem dar vitória instantânea e um consumível especial escolhido no Porto antes da partida. Em fevereiro, chegam os raros Pioneer e Châteaurenault.

Encouraçados europeus como Laudon, Enigheten, Gustav Den Store e Thor seguem em Acesso Antecipado, e o evento Tudo pela Vitória mantém o submarino Surcouf disponível, junto de M. Colonna, Zarya S e Narai.

Aether & Iron promete um RPG de escolhas pesadas e tiroteio de carros — e já tem data no PC
Aether & Iron

A Seismic Squirrel confirmou que Aether & Iron chega ao PC via Steam no dia 31 de março de 2026, com suporte também ao Steam Deck.

O jogo é um RPG narrativo em uma Nova York alternativa dos anos 1930, onde a descoberta do éter criou tecnologia antigravitacional e transformou a cidade em um lugar “vertical”. Você acompanha Gia, uma contrabandista que precisa sobreviver entre sindicatos do crime, conspirações políticas e alianças bem frágeis. Em Aether & Iron, cada decisão muda relações, abre ou fecha caminhos e pode afetar até o destino da cidade.

A jogabilidade mistura escolhas e interpretação com combate veicular em turnos. Dá para montar uma frota de carros turbinados por éter, melhorar seus truques de contrabandista e recrutar companheiros com talentos e histórias próprias. As habilidades principais são Astúcia, Inteligência e Valentia, e até a melhor escolha pode dar errado por causa de uma rolagem de dados.

O jogo terá vozes em inglês e textos localizados, incluindo português brasileiro. Uma demo já está disponível no Steam.

Cena de MY HERO ACADEMIA: All’s Justice
Bandai Namco

A Bandai Namco lançou MY HERO ACADEMIA: All’s Justice, um jogo de luta em arena 3D focado em superpoderes e pancadaria rápida no universo de My Hero Academia. A grande promessa aqui é colocar Heróis e Vilões em confrontos bem explosivos, com clima de “agora é tudo ou nada”.

O ponto mais chamativo é o Modo História, que leva direto para o clímax do arco da Guerra Final. A ideia é mostrar o “ONE LAST SMASH” com lutas importantes, missões exclusivas e até histórias inéditas para dar mais contexto aos momentos decisivos do anime.

Além da campanha, MY HERO ACADEMIA: All’s Justice também tem batalhas PvP, com personagens chegando às suas formas finais e mais poderosas. O jogo já está disponível no PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Steam), com edições Standard, Deluxe e Ultimate.

Helldivers 2
Helldivers 2

Helldivers 2 está colocando a comunidade no comando com a Democracy Space Station. A ideia é simples: os jogadores, juntos, decidem qual será a próxima função da estação. Não é só enfeite no mapa. A escolha pode mexer direto no rumo da guerra galáctica e no jeito como as missões vão rolar.

Na prática, isso vira uma votação coletiva entre os Helldivers. Cada decisão puxa o conflito para um lado. Pode ser um foco maior em defesa, pressão em um setor específico, ou até uma vantagem que muda o ritmo das operações. O ponto é que não existe “caminho certo” garantido. A graça é ver a comunidade inteira tentando ler o momento e apostar no que parece mais útil.

Para quem está chegando agora em Helldivers 2, fica o recado: participar desses eventos vale muito. Você ajuda a escrever a história do jogo e ainda sente o impacto das escolhas nas partidas seguintes.

Cena de Baldur's Gate 3
Baldur's Gate 3

Um jogador estimou mais de 200 horas para “zerar” Baldur’s Gate 3. Pode parecer muito, mas o jogo tem conteúdo de sobra.

Baldur’s Gate 3 tem história ramificada, quests opcionais e companheiros com histórias próprias. As escolhas mudam encontros e finais. O combate e as builds dão espaço para experimentar. Tudo isso aumenta o tempo de jogo.

  • História com ramificações e finais variados.
  • Missões secundárias longas e segredos espalhados.
  • Sistemas de combate e builds que incentivam testes.
  • Rejogabilidade por escolhas e companheiros.

O modo cooperativo e a customização também prolongam a jornada. Jogadores novos gastam horas aprendendo mecânicas. Quem prefere só a história principal pode terminar bem antes, mas exploradores e completistas chegam fácil às 200 horas.

No fim, a estimativa mostra o tamanho do jogo e o quanto ele recompensa quem quer se aprofundar. Se você gosta de RPGs densos, Baldur’s Gate 3 oferece muitas horas de conteúdo. Vale a pena para quem curte histórias longas e liberdade de escolha.

Fight-Quest
Fight-Quest

O demo de Fight-Quest coloca o jogador direto em uma briga na selva. O foco é combate corpo a corpo em áreas cheias de vegetação. Árvores e cipós mudam a movimentação e criam pontos de emboscada. A sensação é de luta suja e visceral.

A jogabilidade no demo mostra ataques básicos, esquivas e combos simples. Há acertos que soam firmes, mas a vegetação às vezes atrapalha a visão. Os ambientes variam entre clareiras abertas e corredores densos, forçando decisões rápidas e táticas de aproximação.

Gráficos e som ajudam a construir a atmosfera. Efeitos de ambiente e ruídos da selva deixam as lutas mais tensas. O demo não revela tudo, mas deixa claro o tom do jogo e o estilo de combate que ele quer oferecer.

Se você quer testar combate tenso e ver como o cenário influencia as lutas, experimente o demo de Fight-Quest. Ele é útil para avaliar controles, ritmo e a direção do projeto antes do lançamento.

Romeo Is a Dead Man
Romeo Is a Dead Man

Romeo Is a Dead Man marca a volta da Grasshopper a um jogo de ação totalmente original depois de anos. O estúdio está apostando em combate intenso, personagens marcantes e uma estética própria. Romeo Is a Dead Man deve misturar ação rápida com momentos mais cinematográficos, e promete recuperar a identidade autoral da equipe. Ainda não há data de lançamento definida, mas o anúncio deixou claro que o foco é uma experiência nova, pensada do zero. Quem gosta de jogos de ação com personalidade precisa ficar de olho: Romeo Is a Dead Man parece buscar inovação sem abandonar fundamentos clássicos do gênero. A equipe diz que quer entregar algo que só a Grasshopper faria, com ritmo acelerado e cenas memoráveis. Mais detalhes sobre plataformas e data devem sair em breve, mas o ponto principal é que o estúdio voltou a investir em uma propriedade totalmente original. Para fãs e curiosos, é uma aposta interessante e um sinal claro de que o estúdio quer voltar a criar jogos próprios.