Mouse de madeira? Saiba porque a Logitech ainda faz protótipos artesanais
A Logitech ainda faz uma parte bem “raiz” do design de mouse: os primeiros protótipos físicos podem nascer na mão, esculpidos em um material chamado de “madeira química”. Não é madeira de verdade. É um bloco sintético que lembra madeira no corte e no lixamento, bom para criar formas rápidas.
A ideia é simples: antes de fechar o visual no computador e antes de pensar em molde de produção, a equipe precisa sentir o formato de verdade. Pegada, altura, curva do dorso, largura, encaixe do polegar e até onde os botões caem no dedo mudam tudo, principalmente em mouses da linha Logitech G.
Esses modelos feitos na mão ajudam a testar e ajustar detalhes em minutos, sem depender de um protótipo caro e demorado. Depois disso, o projeto segue para versões mais refinadas, com medidas finais, cliques, peso e acabamento.
No fim, é uma forma de garantir que o mouse não seja só bonito na tela: ele precisa “encaixar” na mão antes de virar um produto gamer de verdade.