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Novo episódio do documentário mostra por que Disco Elysium tem texto demais — e até o software travou

Terra Invicta 1.0 chegou com cenário 2026 — será que você salva a Terra da invasão alienígena?

O terceiro episódio de uma série documental sobre a criação de Disco Elysium já está disponível e mergulha fundo na escrita do jogo. Nos episódios anteriores, a produção mostrou como o estúdio Za/um surgiu e como o mundo do jogo foi moldado a partir de sessões de RPG de mesa e do romance Sacred and Terrible Air. Nesta nova parte, o foco é o ato de escrever: os processos, as influências e o peso que o texto teve na construção do tom e dos personagens de Disco Elysium.

Em entrevista, uma das escritoras revela que a equipe acabou produzindo tanto material que virou um problema prático. A ferramenta de roteiros Articy não estava preparada para a quantidade de diálogo e texto: ficou instável, apresentou travamentos e exigiu contato com os desenvolvedores da ferramenta. Além disso, houve dificuldade na edição, porque muito do que foi escrito parecia bom demais para ser cortado, e faltou tempo para revisar tudo com calma.

Outro roteirista comenta que alguns personagens demoraram um mês ou dois para ficar prontos, um prazo raro em muitos projetos de RPG. Essa preocupação com o texto e com a qualidade acabou virando parte do diferencial do jogo. A mensagem do episódio é simples: investir tempo na escrita pode criar experiências ricas — mesmo que isso gere dores de cabeça técnicas pelo caminho. Para quem gosta de bastidores, o episódio traz muitas sacadas sobre o trabalho por trás do palco.

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