Novo Ryzen AI Max+ 388 pode ser o chip que faltava para transformar seu handheld em uma máquina gamer
A AMD anunciou duas adições à família Ryzen AI Max na CES: os modelos Max+ 392 e Max+ 388. O Max+ 392 traz dois CCDs, totalizando 12 núcleos e 24 threads. O Max+ 388 usa um único CCD com 8 núcleos e 16 threads. Antes, só o Max+ 395 tinha a GPU completa com 40 unidades de computação.
As APUs Strix Halo combinam um ou dois CCDs com um grande chip de E/S que reúne a GPU. A GPU presente pode ter 40 RDNA 3.5 CUs (2.560 shaders), 64 MB de cache L3 e barramento de memória unificado de 256 bits. O Max+ 388 mantém todas as 40 CUs em um único CCD, o que reduz problemas de desempenho em jogos que não aproveitam bem chips com dois CCDs. O boost do CPU fica em 5,0 GHz, perto dos 5,1 GHz do Max+ 395, uma diferença que dificilmente será notada em gameplay.
Todos os Strix Halo têm TDP máximo de 120 W (limite padrão 55 W) e até 128 MB de memória unificada. Em handhelds como o Win 5, que pode vir com opções de memória variadas e limites de potência mais baixos, o Max+ 388 deve ser especialmente atraente por oferecer mais shaders do que o Max 385. As novas APUs Ryzen AI 400, por outro lado, são essencialmente variantes da geração anterior com menos CUs e barramento de memória mais estreito, o que limita o desempenho gráfico. Para jogar sem placa dedicada, o Max+ 388 é uma opção muito interessante.