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Pillars of Eternity 2: diretor diz que acesso antecipado ao estilo Baldur’s Gate 3 não teria salvado o jogo

Cena de Pillars of Eternity 2: Deadfire

Pillars of Eternity 2: Deadfire é um RPG muito bem recebido e continua aparecendo entre os melhores jogos para PC. O jogo não é excessivamente difícil; muitos jogadores conseguem montar uma equipe que vence a maioria dos encontros com facilidade. Isso levantou a dúvida: um acesso antecipado no estilo Baldur’s Gate 3 teria ajudado no balanceamento?

O diretor Josh Sawyer afirma que não. Ele explica que muitos problemas só ficam claros conforme o jogador avança no jogo. No final entram mais números, sistemas e interações, e isso faz com que quaisquer falhas no equilíbrio se ampliem. Testar apenas o começo, diz ele, tende a deixar o final menos coberto pelos testes.

Sawyer lembra que Baldur’s Gate 3 também sofreu críticas ao equilíbrio do terceiro ato no lançamento, apesar do teste amplo nas fases iniciais e médias. Ele compara com jogos menores e mais focados, como Grounded, onde os desenvolvedores conseguem direcionar o feedback para poucas mecânicas. Em jogos com diálogos densos e muitas escolhas, como Deadfire, as áreas de atenção são muitas e dispersas.

No fim, para Sawyer a questão foi mais sobre onde a equipe optou por aplicar esforço e recursos do que sobre o modelo de acesso usado. Por isso ele acha que um acesso antecipado diferente provavelmente não teria evitado os problemas que apareceram ao longo da aventura.

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