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Resident Evil Requiem: sangue, serras e um Leon mais letal que nunca

Cena de Resident Evil Requiem

Joguei três horas de Resident Evil Requiem, trocando entre Leon Kennedy e Grace. O início já deixa claro a proposta: o que você gosta do RE clássico misturado com o RE mais moderno. Leon chega confiante: herda o parry do Resident Evil 4 Remake, tem um inventário tipo pasta executiva e barra de vida generosa. Em uma sequência num corredor de hospital, ele lida com um zumbi com serra elétrica, consegue retirar a arma e virar a situação a favor, matando vários infectados em segundos.

As horas com Grace seguem a fórmula mais clássica: o hospital lembra manicômio de filme, com hall principal seguro, escadas de mármore e corredores com painéis de madeira. O jogo usa bloqueios por itens e cartões e limita o inventário, mantendo tensão. O sistema de criação ampliado permite que Grace combine sangue coletado com sucata para fabricar munição e recursos — exagerado, mas funciona no tom absurdo da série. É possível agachar para se esconder, alternar para a visão em primeira pessoa e usar uma seringa instantânea que elimina de vez inimigos que poderiam voltar a se mover.

A alternância entre ação com Leon e sobrevivência com Grace parece pensada para equilibrar curvas de poder: Leon traz adrenalina e poder de fogo, Grace traz cuidado e quebra-cabeças. Resta ver como isso se segura no jogo completo, mas a impressão é de que Requiem consegue casar trechos de ação com momentos de horror clássico de forma promissora.

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