Tim Sweeney ataca Valve: ‘Cobrar por DLC é como vender um carro e pedir 30% do combustível’
Tim Sweeney comparou as regras da Valve para compras de DLC a uma concessionária que pede 30% do combustível. Com essa imagem ele criticou uma prática que considera exagerada e desconexa com a experiência do jogador. A fala voltou a colocar na mesa como as lojas digitais lidam com vendas de conteúdo adicional e comissões.
Sweeney afirma que políticas que impõem taxas ou restrições sobre DLCs reduzem a escolha do jogador e prejudicam a competição entre lojas. Essas regras podem criar barreiras para estúdios menores, que dependem das vendas de conteúdo extra para sustentar seus projetos. Também tornam a experiência de compra mais complicada e menos transparente para quem só quer adicionar conteúdo ao jogo.
A comparação provocou reações da comunidade e de desenvolvedores, reacendendo debates sobre comissões e controle das plataformas. Não houve resposta oficial da Valve ao comentário até agora. A discussão mostra que o tema ainda é sensível dentro do mercado de jogos, com impactos diretos na relação entre lojas, criadores e público.
Para os jogadores, o ponto mais importante é acompanhar mudanças nas políticas e entender como elas influenciam acesso e preço de DLCs. Para criadores, o foco segue em buscar modelos de distribuição que preservem receita e liberdade. A conversa continua aberta e pode levar a ajustes nas regras das lojas digitais.