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#Assassin’s Creed

Cena de Assassin's Creed 4: Black Flag
Assassin's Creed

Mais uma mudança grande rolou na Ubisoft. Hocking deixou a empresa poucos dias depois do anúncio de uma nova equipe de liderança para a franquia Assassin’s Creed.

O timing chama atenção porque a Ubisoft vem reorganizando quem manda e quem define o rumo da série. Em franquias gigantes, esse tipo de troca pode mexer com prioridades, cronogramas e até com o jeito que os próximos jogos são conduzidos.

Para quem acompanha Assassin’s Creed, a leitura mais direta é: a Ubisoft quer deixar a direção da série mais centralizada e com responsabilidades bem divididas. Ao mesmo tempo, a saída de um nome importante sempre levanta dúvidas sobre bastidores, decisões criativas e mudanças de plano no meio do caminho.

Por enquanto, o que fica claro é que a franquia Assassin’s Creed segue em movimento, com a empresa ajustando a liderança para os próximos passos.

Cena de Assassin's Creed IV: Black Flag
Assassin's Creed

Se você ainda não percebeu, o remake de Assassin’s Creed IV: Black Flag já é praticamente um segredo público. Nos últimos meses surgiram vários indícios: órgãos de classificação, fontes anônimas e até relatos de pessoas ligadas ao projeto. Tudo isso deixou a comunidade convencida de que a desenvolvedora trabalha em uma nova versão do jogo.

Agora a onda de vazamentos ganhou mais um capítulo: fãs encontraram fotos de uma estátua do protagonista Edward Kenway à venda em um site de segunda mão. A peça chamou atenção por detalhes familiares ao personagem, o que reacendeu suspeitas sobre o anúncio. A conta oficial da franquia respondeu à publicação com um meme de outro jogo, o que só aumentou o alvoroço entre os fãs.

O ator Matt Ryan, que emprestou voz ao personagem no jogo original, disse que foi ameaçado com ação judicial quando comentou sobre o remake em uma interação pública. Enquanto isso, essa não é a primeira vez que estátuas aparecem como indício de vazamentos, o que reforça a impressão de que o projeto existe e pode ser anunciado em breve.

Se você curte o jogo, é hora de ficar atento. Sem confirmação oficial, qualquer nova pista pode revelar a data ou mais detalhes do remake.

Cena de Assassin's Creed 4: Black Flag
Assassin's Creed

O ex-chefe da franquia Assassin’s Creed entrou com um processo contra a Ubisoft, alegando que foi forçado a sair do cargo. Ele deixou a empresa sete meses após o lançamento de Assassin’s Creed: Shadows, um dos títulos mais bem-sucedidos da série.

Durante esse período, ele defendeu o jogo quando figuras públicas o criticaram. Logo depois da saída ser anunciada, ele afirmou que não saiu por vontade própria e que permaneceu no posto até ser convidado a se afastar.

Um processo no Tribunal Superior de Quebec pede aproximadamente R$4,8 milhões em indenização, incluindo o equivalente a dois anos de salário e cerca de R$280 mil por danos morais. A ação diz que, com a criação do novo estúdio Vantage, ele teria sido colocado como “chefe de produção” e ficaria subordinado a um “chefe de franquia” sediado na França. Como não foi considerado para a vaga de liderança da franquia, ele entendeu a oferta como um rebaixamento.

Ele trabalha na série desde 2010, desde o desenvolvimento de Assassin’s Creed: Brotherhood. Afirma que sempre tentou proteger a equipe e que não saiu por vontade própria. O caso segue na justiça e pode revelar mais detalhes sobre a reestruturação interna da Ubisoft.

Equipes gigantes matam a criatividade? Ex-diretor de Assassin's Creed aponta solução inspirada no cinema
Assassin's Creed

Os grandes estúdios têm perdido a capacidade de lançar jogos que se destacam. Prazos mais longos, orçamentos cada vez maiores, projetos cancelados e ondas de demissões tornaram difícil concluir jogos ambiciosos. Em entrevista, Alexandre Amancio, ex-diretor de Assassin’s Creed, afirma que a raiz do problema é estrutural: equipes enormes mudam totalmente a dinâmica do trabalho. Quando um time passa de cem pessoas, a gestão cresce e vira peso. Jogar mais gente em um problema não o resolve; só cria ruído e atrapalha quem já estava sendo eficiente.

Para Amancio, a solução passa por times menores e por trabalhar mais como o cinema. Em vez de manter grandes equipes fixas, ele sugere formar um núcleo e complementar com estúdios parceiros ou co-desenvolvimento conforme a necessidade. Assim, você teria a equipe certa para cada projeto, reduzindo burocracia e desperdício. Há uma limitação clara: filmes costumam ser feitos em semanas ou meses, enquanto jogos levam anos. Formalizar esse modelo pode ajudar a planejar contratações e cortes, mas não elimina o desafio de criar estruturas duradouras.

Amancio também falou sobre Assassin’s Creed: Unity. Durante o desenvolvimento surgiram duas direções: o jogo tradicional com o protagonista na Revolução Francesa e uma versão focada em co-op com criação de personagem escondida na narrativa. No fim, escolheram o formato mais reconhecível, mas ele diz que ainda gostaria de ter apostado na outra ideia. A mensagem é simples: times menores podem tornar o processo mais sustentável e dar espaço para inovação.

Cena de Assassin's Creed 4: Black Flag
Assassin's Creed

A Ubisoft está com uma grande promoção da franquia Assassin’s Creed, ótima para quem quer começar ou completar a coleção. Há descontos muito altos em vários títulos, desde os mais recentes até clássicos que marcaram a série.

Os melhores negócios aparecem em Assassin’s Creed Origins e Assassin’s Creed Valhalla, ambos com descontos de até 90%. Valhalla é o mais volumoso: sistemas e mecânicas mais complexas e muita exploração. Origins tem uma história e cenário mais interessantes para quem curte mitologia e arquitetura antiga — explorar as grandes pirâmides do Egito é uma experiência inesquecível. Assassin’s Creed Odyssey também está em oferta e oferece um mapa enorme da Grécia Antiga, combate na Guerra do Peloponeso e encontros com figuras mitológicas como Medusa e o Minotauro, embora espalhe suas mecânicas por muitas frentes.

Se prefere stealth tradicional, Assassin’s Creed Shadows, ambientado no Japão feudal, é uma escolha forte: aproxima o jogo de stealth que funciona de verdade. Nos títulos antigos, Assassin’s Creed Unity retorna bem e fica mais fácil de jogar hoje, com uma ótima representação de Paris revolucionária. Black Flag é o melhor para quem busca pirataria e navegação, e Rogue traz mecânicas semelhantes por um preço ainda menor. Assassin’s Creed 2 segue sendo a porta de entrada para entender quando a série engrenou.

Além das promoções, há relatos de que Shadows teve bom desempenho financeiro e que a equipe já começou a trabalhar no próximo jogo da série. Também surgem rumores constantes sobre um remake de Black Flag e sobre Assassin’s Creed Hexe, possivelmente ambientado no Sacro Império Romano e com direção compartilhada por um nome conhecido do gênero.

Cena de Assassin's Creed 4: Black Flag
Assassin's Creed

A PEGI listou Assassin’s Creed Black Flag Resynced com classificação 18. O registro cita violência, linguagem forte e compras dentro do jogo. Isso reforça a ideia de que um remake de Assassin’s Creed 4: Black Flag está em desenvolvimento, mesmo sem confirmação oficial da empresa.

Esse é só o mais recente vazamento. Nos últimos meses, um fabricante de estátuas aparentemente deixou escapar detalhes do projeto, o ator de voz de Eduardo Kenway sugeriu que os fãs podem ter que rejogar o jogo e outro ator afirmou ter sido ameaçado com processo por falar demais sobre o remake. Tudo isso alimenta a impressão de que o projeto é real e bem adiantado. Essas pistas vêm de várias direções e aumentam as expectativas da comunidade.

Não há sinais do mesmo título em outros órgãos de classificação por enquanto, e rumores anteriores apontaram uma janela de lançamento para março de 2026. Isso indica que, mesmo com o vazamento da PEGI, uma estreia imediata não é certa, mas os boatos continuam a crescer.

Em contato, a Ubisoft disse que não tem nada a compartilhar no momento. Enquanto alguns remakes da empresa levam anos para sair, esse tipo de vazamento mantém os fãs empolgados e a conversa ativa até uma confirmação oficial.

Cena de Assassin's Creed Shadows
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Assassin’s Creed Shadows ganhou sua primeira expansão em setembro, Claws of Awaji. A expansão trouxe uma nova região, história extra e novos objetivos que aumentam bastante o mapa de atividades. Em entrevista, o diretor associado do jogo disse que, no momento, não há planos para outra expansão do mesmo tamanho para o Ano Dois. A mensagem é clara: não virão mais expansões grandes como as que a série teve antes.

Jogos anteriores da franquia, como Origins, Valhalla e Odyssey, receberam múltiplas expansões grandes. Mas, desta vez, a estratégia deve mudar. A equipe explicou que, no Ano Um, o foco foi lançar atualizações rápidas e reativas para corrigir e ajustar. Agora que o jogo está mais estável, a ideia é soltar conteúdos menores e pontuais, porém significativos, em vez de um grande pacote extra. A Ubisoft diz que continuará a dar suporte e novidades, mesmo sem uma grande expansão planejada.

Para quem já sente fadiga com o tamanho do jogo, essa abordagem pode ser melhor: menos sobrecarga e atualizações que tragam novidades sem exigir muito tempo. Para outros, a falta de novas regiões grandes pode frustrar. No fim, parece que a prioridade é manter jogadores engajados com pequenas doses de conteúdo ao invés de grandes expansões. E você, prefere expansões enormes ou atualizações menores e regulares para Assassin’s Creed Shadows?

Assassin's Creed

Nolan North, voz de Desmond Miles em Assassin’s Creed, contou em entrevista que só soube da morte do personagem quando um fã perguntou nas redes sociais. Ao ouvir a própria fala final de Desmond em Assassin’s Creed 3, ele percebeu que era a cena de morte — algo que não estava claro para ele durante a gravação. Ele esperava um momento mais marcante para um protagonista.

O ator diz que o plano original incluía oito ou nove jogos com Desmond, mas a Ubisoft mudou os rumos com novas equipes e diretores criativos. North afirmou ter ficado triste por deixar o papel e disse que a série é uma de suas favoritas.

Ainda assim, Desmond não está tecnicamente morto por causa de reviravoltas mostradas em Assassin’s Creed: Valhalla, mas North ainda não voltou ao personagem.

Mais recentemente, Assassin’s Creed Shadows foi lançado e recebeu bons elogios pela jogabilidade furtiva, mas também críticas à história principal e ao elenco.

Você gostaria de ver Desmond voltar em um próximo Assassin’s Creed?

Assassins Creed Shadows
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Quando Assassin’s Creed: Shadows foi anunciado com Yasuke, o lendário samurai negro, uma parte barulhenta da internet surtou. Muita gritaria sobre “lacração” e “história deturpada”, mas, no fim, nada aconteceu: o jogo vendeu bem, os jogadores curtiram a exploração e o mundo aberto seguiu girando. A virada veio quando a Ubisoft decidiu parar de tentar acalmar os trolls e simplesmente ignorá-los. Em um vídeo interno obtido pelo GameFile, o CEO Yves Guillemot contou que a empresa percebeu que discutir não levava a nada e resolveu focar em quem realmente gosta da franquia. O estúdio adiou o lançamento para polir o jogo e reforçar a identidade da série — “mais capuz, mais furtividade, mais salto da fé, mais lore”, nas palavras dele. O plano funcionou: a conversa mudou e os fãs voltaram a apoiar. Ainda assim, há um ar de cinismo — especialmente depois do cancelamento de um projeto ambientado na Guerra Civil Americana contra a Ku Klux Klan. No fim, Ubisoft aprendeu que o melhor jeito de vencer trolls é deixá-los gritar no vazio.