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A Corsair está tentando deixar a compra de memória RAM mais “segura” para o usuário comum, principalmente para quem só quer ligar o PC, ativar o perfil rápido e jogar sem medo de perder garantia.
A ideia é simples: kits como Corsair Vengeance DDR5 e Corsair Dominator Titanium DDR5 são feitos para rodar nos perfis de desempenho mais usados hoje, como Intel XMP e AMD EXPO, sem transformar isso em uma zona cinzenta de suporte. Na prática, isso reduz aquele receio de mexer na BIOS, ligar o XMP/EXPO e depois ficar preocupado se qualquer problema vai virar briga com RMA.
O lado ruim é que esse “pacote premium” costuma vir junto do posicionamento premium. Ou seja: a Corsair quer que você confie mais na compra, mas esses modelos mais rápidos e caprichados normalmente custam bem mais do que memórias básicas.
Para quem monta PC gamer e quer estabilidade com desempenho alto, é uma boa notícia. Só não é a opção mais barata.
Um artista de engenharia criou uma instalação que transforma sinais de rádio em luz. A peça, chamada Spectrum Slit, torna visível a atividade eletromagnética que normalmente não percebemos dentro de um cômodo.
O sistema mede principalmente as bandas de 2,4 GHz e 5 GHz usadas por Wi‑Fi, Bluetooth e outros dispositivos domésticos. Um rádio definido por software varre essas faixas e registra a intensidade dos sinais. Os dados são processados em tempo real e mapeados para uma linha de 64 filamentos luminosos montados em uma estrutura de aço em U. Cada filamento corresponde a um segmento do espectro e brilha conforme a intensidade local.
No dia a dia, a instalação acende com a presença de aparelhos conectados. Quando alguém volta para casa e usa o celular, assiste a vídeos ou manda mensagens, o equipamento fica muito brilhante, quase como um aquecedor elétrico preso na parede. Com muitos dispositivos ativos, o efeito lembra uma árvore de Natal ligada o tempo todo, deixando claro que nossos espaços tecnológicos estão sempre cheios de transmissões invisíveis.
Para quem curte PC gamer, a ideia é inspiradora. Seria possível programar luzes RGB para responderem ao tráfego de rede ou a ações do sistema, por exemplo colorindo armazenamento, memória e processador de maneiras diferentes. Pode virar uma festa de luzes durante um jogo, mas também é uma forma criativa de visualizar o que o seu computador faz em cada momento. Um vídeo de sete minutos mostra como a instalação foi feita e operada, ideal para quem gosta de engenharia e de mexer com eletrônica.
O Corsair Air 5400 é o sucessor do clássico Air 540 e chega com uma mudança clara: três câmaras separadas. Uma fica para mostrar o hardware, outra esconde cabos e a terceira é dedicada ao radiador de resfriamento. O radiador fica na frente, atrás de uma grade removível, e tem um duto transparente que leva o ar quente para fora do gabinete. Isso evita que o calor do processador aqueça outras peças e libera pontos de montagem de ventoinhas. O gabinete suporta radiadores de até 360 mm.
O design facilita a montagem. As portas laterais e a frente são articuladas, permitindo acesso rápido ao interior. Entre as câmaras há uma vedação com cerdas de nylon, que bloqueia poeira e cobre as passagens de cabos melhor que muitos grommets. O Air 5400 usa um sistema de organização de cabos tipo pegboard com tiras e ilhoses, e dois dutos ao redor das ventoinhas para direcionar o fluxo. Ele trabalha como uma chaminé: entrada de ar pela base e exaustão pelo topo. Vem com apenas três ventoinhas de 120 mm; o gabinete foi pensado para 120 mm e vale adicionar pelo menos mais três para completar a refrigeração.
Nos testes, com um Ryzen 9 9950X3D e uma RTX 5090 FE, o processador chegou a 72 °C e a placa a 73 °C, resultado muito bom para uma torre fechada. Pontos negativos: pesa 16,7 kg e a frente só traz portas Type-C. A versão com ventoinhas LX-R RGB custa aproximadamente R$ 1.550, e a com RS-R ARGB cerca de R$ 1.150. No geral, é um gabinete espaçoso e bem pensado, com inovações simples que melhoram montagem e refrigeração.
A Corsair apresentou no CES 2026 o MM Pro, seu novo mousepad de tecido voltado para jogadores profissionais. Pelas fotos do estande, o produto chama atenção pelo visual limpo e pela textura trabalhada, pensada para entregar sensação e controle precisos ao deslizar do mouse.
O topo tem acabamento levemente granulado, que parece resultado de pesquisa em textura para oferecer fricção e resposta consistente. As bordas trazem costura afundada e alinhada, e a base é em poliuretano. A Corsair afirma que essa base oferece frenagem e aderência superiores, o que pode mudar a sensação em relação a pads com base de neoprene, como os da família QcK Performance.
Nas fotos do evento, mesmo com marcas de uso do público, o acabamento e a construção se mantiveram bonitos. O MM Pro chega em tamanhos Médio e Grande. O modelo grande custa cerca de R$320, e o médio sai por volta de R$160. É um pouco mais caro que o concorrente para o tamanho maior, mas traz a opção do médio que não existe na linha rival.
No geral, o MM Pro parece uma resposta direta ao QcK Performance, com foco em controle e acabamento. Só um teste prático vai dizer se o material e a base em poliuretano realmente entregam a vantagem prometida. Por enquanto, é um lançamento que vale a atenção de quem busca o melhor feeling para o mouse.
No CES 2026, a Corsair apresentou o Galleon 100 SD, um teclado mecânico que traz um Stream Deck integrado. Visualmente ele lembra outros modelos gamer: iluminação RGB, design compacto sem teclado numérico e recursos de alta performance, como taxa de polling de 8000 Hz e FlashTap SOCD.
O Galleon usa switches MLX Pulse Linear, que vêm pré-lubrificados e são hot-swappable, então é possível trocar por outros switches. A Corsair optou por esse caminho em vez de tecnologias como Hall effect ou TMR.
O grande diferencial é o deck embutido: duas encoders rotativas, uma pequena tela LCD e 12 teclas personalizáveis para macros, ações de jogo e atalhos de trabalho. A proposta é unir teclado e controle em uma peça só, mas vale lembrar que muitos usuários acabam não aproveitando tanto teclas extras quanto imaginam.
No Brasil, o preço sugerido equivale a cerca de R$1.900. Para comparação, um teclado gamer básico sai por cerca de R$550 e um Stream Deck XL por volta de R$1.100, o que mostra que a versão integrada fica um pouco mais cara. O visual e os controles giratórios chamam atenção, mas o valor pode afastar quem prefere montar o combo separadamente.
Se você faz streaming ou precisa de muitos atalhos no dia a dia, o Galleon pode simplificar a mesa e evitar cabos extras. Para quem só joga e não usa macros complexos, escolher um teclado tradicional e um deck separado costuma ser mais prático e econômico.
A Corsair lançou o MAKR Pro 75, uma versão pronta do teclado 75% que traz switches magnéticos de efeito Hall. Diferente do modelo DIY, este já vem montado e com os switches inclusos, o que evita a montagem manual. O preço é alto, custando cerca de R$1.350, então não é uma opção barata para todos.
A construção é robusta: chassi resistente, placa FR4, montagem com gaskets e oito camadas de amortecimento sonoro para melhorar o timbre. O conjunto promete um som mais controlado e uma sensação sólida ao digitar. Há uma roda no canto superior direito que pode ser substituída por uma pequena tela de LED, e existe opção de módulo sem fio por um custo adicional.
Os switches Corsair MGX Hyperdrive são magnéticos e já vêm lubrificados de fábrica. A tecnologia de efeito Hall permite recursos como rapid trigger e a função que a marca chama de “FlashTap” para gerenciamento de entradas. O rapid tap deixa a tecla reativar no momento em que você começa a levantá-la, e também é possível ajustar o ponto de atuação das teclas para respostas mais rápidas, especialmente nas teclas de movimento.
Para quem quer um 75% com switches Hall sem precisar montar, é uma escolha atraente, principalmente por vir pronto e lubrificado. Ainda assim, o custo é elevado frente a outras alternativas, então vale avaliar se esses recursos compensam. A empresa também anunciou duas novas versões de um mouse bastante elogiado, reforçando a aposta em produtos premium.