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GOG mira o Linux para o Galaxy — vaga revela plano e alerta sobre IA
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A GOG pode finalmente levar o cliente Galaxy ao Linux. Uma vaga recente para engenheiro sênior descreve Linux como “a próxima grande fronteira” para o cliente. Isso mostra que a empresa está considerando o sistema para ampliar o suporte do Galaxy.

A vaga diz que o profissional vai ajudar a definir a arquitetura, as ferramentas e os padrões de desenvolvimento já pensando em Linux desde o primeiro dia. Ao mesmo tempo, lembra que o Galaxy tem um código C++ grande e complexo. Ou seja: é preciso fazer o cliente rodar bem no Linux sem quebrar a versão para macOS e Windows.

Historicamente, a empresa já falou em versão para Linux no passado, mas esse plano acabou sumindo quando a versão 2.0 do Galaxy foi lançada. Agora a menção volta, o que é um bom sinal para quem usa Linux, depois de muitos migrarem do Windows. Usuários esperam que isso signifique mais jogos e melhor compatibilidade sem soluções improvisadas.

Mas há um ponto preocupante na vaga: ela exige uso ativo e promoção de ferramentas de desenvolvimento assistidas por IA para aumentar eficiência e qualidade de código. A empresa não comentou. Resta acompanhar como o Galaxy vai equilibrar suporte a Linux e o uso de IA nos processos internos. Será importante acompanhar se o uso de IA vai melhorar o processo sem reduzir a transparência do desenvolvimento.

GOG admite que errou ao remover Devotion — e revela por que aceitou HORSES
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A GOG voltou a falar sobre duas decisões polêmicas: a remoção, em 2020, do jogo Devotion, e a recente entrada de HORSES na loja. O diretor Maciej Gołębiewski disse, em entrevista, que a retirada de Devotion foi um erro que prejudicou a confiança dos usuários. Na época, a decisão foi tomada após mensagens e pressão relacionadas a memes que irritaram autoridades na China. A reação do público foi intensa e até um outro desenvolvedor cancelou seu lançamento em solidariedade ao estúdio.

Gołębiewski explicou que, naquele momento, a equipe enfrentou restrições comerciais, um entendimento limitado das complexidades geopolíticas e poucas opções que protegessem a loja e os parceiros. Ele afirmou que a escolha foi feita para proteger a GOG, embora tenha custado credibilidade. Também reconheceu que manter uma loja global obriga a lidar com limites legais, operacionais e comerciais que nem sempre permitem um resultado ideal.

Sobre HORSES, o diretor disse que aceitar o jogo foi bem mais simples pois não havia risco legal ou político. Ele garante que a GOG busca ser mais clara, consistente e pronta para explicar as decisões quando questionadas. Gołębiewski admitiu que erros ainda podem acontecer, mas que a intenção agora é aprender com o passado. A mudança de comando da empresa também pode influenciar como serão tomadas decisões difíceis no futuro.

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A GOG lançou o GOG Year 2025, um resumo anual que mostra como cada conta jogou no último ano. A ferramenta dá um panorama com jogos jogados, conquistas desbloqueadas, horas totais e até há quanto tempo a conta existe. O anúncio foi feito em redes sociais e já está disponível para os usuários.

No escritório, muita gente usou o relatório para confirmar que mantém contas antigas e para ver quais jogos retro dominaram o ano. Títulos citados entre os favoritos foram Dino Crisis e The Elder Scrolls II: Daggerfall, além de jogos atuais como No Man’s Sky. A função também permite ver quanto tempo você gastou em cada jogo e optar por compartilhar os resultados ou manter tudo privado.

Os números comparativos com outras plataformas chamam atenção: em GOG a média de conquistas por usuário é 14, enquanto na Steam a mediana é 11. Já no total de jogos jogados por pessoa, a Steam tem mediana de quatro jogos, contra média de 2,4 na loja sem DRM. A GOG ainda mostra a média de horas por usuário (137 horas), algo que outras plataformas tratam de forma diferente, exibindo apenas porcentagens por título.

Para quem gosta de estatísticas ou de nostalgia, o GOG Year 2025 é uma maneira divertida de ver o próprio histórico de jogo e comparar hábitos com a comunidade. Se quiser, é possível gerar o relatório e decidir se compartilha os dados com amigos.

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A GOG, a loja digital conhecida por não usar DRM, mudou de dono no final de 2025. O cofundador Michal Kiciński voltou a assumir o controle, depois de a editora que a possuía decidir vendê-la. Ao longo dos anos a GOG cresceu além dos ‘good old games’ e hoje também oferece lançamentos mais recentes, mas sempre foi uma plataforma de nicho e pouco lucrativa para a antiga dona.

O novo plano da equipe é simples: não tentar enfrentar a Steam de frente. Em entrevista, os responsáveis disseram que outras empresas já tentaram criar lojas e isso custa caro—na prática, campanhas e promoções envolveram cerca de R$60 milhões. Em vez de competir pelo mesmo público, a GOG pretende reforçar o que faz de melhor: curadoria, suporte a clássicos, melhor acessibilidade e descoberta de jogos antigos e ‘modern classics’.

Ao mesmo tempo, a loja já expande seu catálogo com mais indies e lançamentos modernos, mas sem perder a identidade. Há intenção de melhorar a usabilidade do cliente Galaxy para ficar mais amigável, sem abrir mão da postura contra DRM. A promessa é manter a missão de ‘fazer os jogos viverem para sempre’, priorizando qualidade e preservação em vez de uma guerra por participação de mercado.

GOG mira no Linux após dono criticar duramente o Windows
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Muitos jogadores estão cansados do Windows por causa de recursos invasivos, vendas constantes e outros problemas. Essa insatisfação tem levado mais gente a procurar alternativas, como o Linux ou o macOS.

Em entrevista, a nova direção do GOG admitiu que o Linux está na estratégia da empresa para este ano. Com a loja agora independente, essa atenção faz sentido para alinhar o serviço com o que os usuários pedem. A direção diz que os usuários do GOG têm carinho pelo Linux e por isso a empresa pode melhorar nesse ponto.

O dono do GOG foi mais direto e criticou a qualidade do Windows, e contou que migrou para macOS, mas ainda precisa ajudar familiares com PCs com Windows. Esse tipo de comentário explica por que muitos jogadores consideram sair do ecossistema Windows.

A expectativa é que o GOG melhore o suporte a Linux na loja, especialmente para títulos do programa de preservação de jogos. Não parece provável um ‘GOG Deck’ por enquanto, mas versões ou ajustes para rodar melhor no Linux são possíveis.

Com o impulso que o Steam Deck deu ao Linux para jogos, uma postura mais ativa do GOG pode facilitar a vida de quem quer fugir do Windows. Ver mais suporte a Linux na loja é uma notícia bem-vinda para quem busca mais controle no PC.

Surpresa: fundador compra a GOG e promete salvar seus jogos clássicos
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A GOG foi comprada em dezembro de volta pelo seu cofundador, em um negócio relativamente modesto — cerca de R$125 milhões. Apesar do valor pequeno perto de aquisições bilionárias, a mudança importa porque o novo dono promete manter a loja fiel ao seu propósito: preservar jogos, manter tudo sem DRM e garantir que os jogadores realmente possuam suas cópias. Em entrevista, o comprador disse ter ligação pessoal com a marca e que não queria que ela fosse engolida por uma empresa qualquer.

A motivação da venda também é prática. A loja era parte de um estúdio muito maior, que lucrou muito mais que a GOG. Em 2022 a GOG registrou lucro líquido de cerca de R$6 milhões, enquanto a dona maior reportou lucros na casa dos aproximadamente R$600 milhões pouco depois. Com essas diferenças, fazer a GOG crescer dentro do mesmo grupo ficou difícil.

Livre dessa estrutura, a GOG pode apostar em ideias mais arriscadas. Entre as possibilidades estão ampliar atividades de publicação e investir ainda mais na preservação técnica de clássicos, com reedições ou remasters, além de oferecer edições definitivas que prometem funcionar por muitos anos. A equipe quer ser mais ágil e usar o histórico da marca para negociar com detentores de direitos.

Não é promessa de derrotar gigantes como a Steam, mas sim de oferecer algo diferente: propriedade real dos jogos e atenção a clássicos que correm o risco de desaparecer. Se isso atrair jogadores, a GOG pode seguir firme nos próximos anos.

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Foi anunciado hoje que a GOG voltou às mãos do seu cofundador, Michal Kicinski. Ele ajudou a criar a loja em 2008 dentro do estúdio por trás de The Witcher. No comunicado, Kicinski disse que a ideia da GOG é oferecer liberdade, independência e controle sobre os jogos que você possui.

No comunicado foi garantido que nada vai mudar: a biblioteca de cada usuário e os títulos disponíveis continuarão no lugar. A relação com o estúdio original também segue, então os jogos desse estúdio ainda aparecerão na loja. Isso alivia quem ficou preocupado com parcerias recentes entre estúdios e outras lojas.

A meta agora é ampliar a preservação de clássicos e apoiar jogos com estilo retrô. A GOG fala em “missões de resgate” em 2026 e 2027 e promete detalhar esses planos no ano que vem. Isso pode incluir ampliar o trabalho próprio de compatibilidade com Windows para manter jogos antigos jogáveis nas máquinas atuais.

Também há a possibilidade de a loja virar um refúgio para jogos que foram rejeitados em outras plataformas. Um exemplo recente mostra um jogo de horror que foi lançado sem problemas na GOG e subiu entre os mais vendidos. A nova fase quer dobrar a aposta na liberdade do jogador e na preservação do legado dos videogames.