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Google Fast Pair
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Pesquisadores de uma universidade belga descobriram uma falha no sistema Fast Pair do Google que afeta fones, earbuds e alto-falantes Bluetooth. Fast Pair foi criado para emparelhar dispositivos com um toque, mas as brechas permitem uma série de técnicas de ataque. O grupo chamou esse conjunto de problemas de WhisperPair.

A exploração pode permitir que um invasor se junte à conexão entre o celular e o acessório sem que você perceba. Com acesso, é possível controlar o aparelho, mudar o volume e usar o microfone para escutar o ambiente. Em dispositivos que suportam recursos de rastreamento da fabricante, a localização do acessório também pode ser monitorada. A gravidade foi considerada alta, e os pesquisadores comunicaram o problema ao Google em agosto de 2025 para que fabricantes trabalhassem em correções.

Houve trabalho com fabricantes para preparar consertos, mas a correção depende de atualizações de firmware enviadas pelos próprios fabricantes — e você precisa instalá-las. Se tem fones Bluetooth, verifique no site do fabricante ou no app do aparelho por atualizações e peça suporte se não encontrar. Enquanto as atualizações não chegarem, limite as permissões de Bluetooth no celular, evite emparelhar em locais públicos e fique atento a comunicações do fabricante. Pedidos de correção dos usuários ajudam a acelerar a distribuição das atualizações.

Itrio Chips
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Uma startup chinesa fundada por um ex-engenheiro do Google, a Zhonghao Xinying, afirma ter criado um chip de IA muito eficiente. O chip Ghana é apontado como 1,5 vezes mais rápido que a A100 da Nvidia e consome 75% menos energia. A empresa diz atingir esses números usando um processo de fabricação doméstico mais antigo e bem mais barato. Ao mesmo tempo, o Google, que fabrica TPUs desde 2017, avalia vender esses chips diretamente a clientes em vez de só alugar.

Isso pode mudar a forma como o mercado compra poder de processamento. Os TPUs são ASICs, chips feitos para tarefas específicas de IA, mais parecidos com o que aconteceu na mineração de bitcoin quando ASICs substituíram GPUs. Se uma parte grande da demanda de IA migrar para esses chips especializados, a pressão por GPUs avançadas para data centers pode cair. Hoje a Nvidia costuma cobrar cerca de R$225.000 a R$250.000 por um B200, e esse preço alto leva empresas a buscar alternativas. Menos demanda por GPUs de uso geral pode aliviar a escassez e, no longo prazo, reduzir o preço das placas de vídeo para jogadores.

Nem tudo é simples: mudar de plataforma implica adaptar software, treinar equipes e pagar custos no curto prazo. Mesmo assim, o ganho de eficiência e o corte de despesas podem convencer empresas a migrar. Se isso acontecer de verdade, pode ser um alívio para o mercado gamer. Você acha que isso vai tornar as placas de vídeo mais acessíveis?