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#GreedFall

Greedfall the dying world
GreedFall

GreedFall 2: The Dying World, novo RPG da Spiders e prequel do primeiro jogo, chegou chamando atenção por tentar expandir o universo com ideias maiores. O problema é que, no estado atual, muita gente está esbarrando em bugs e numa estrutura bem “segura”, com poucas ousadias. Para quem curte RPG de escolha e exploração, isso importa porque pode ser a diferença entre embarcar agora ou esperar o jogo amadurecer.

O que GreedFall 2 acerta no clima e na proposta

Mesmo com tropeços técnicos, GreedFall 2 ainda tem aquele tempero que fez a Spiders ganhar fãs: mundo com identidade própria, foco em política e tensão entre facções, além de um tom mais sério que combina com a ideia de prequel. Em vários momentos dá para sentir o potencial de um RPG “médio orçamento” com personalidade, e isso é algo que faz falta no PC.

  • Ambientação forte, com sensação de conflito constante.
  • Ideias legais de progressão e construção de personagem.
  • Vontade de ampliar escala sem virar um jogo genérico.

Onde o jogo mais frustra: bugs e conservadorismo

O que pega é que GreedFall 2: The Dying World passa a impressão de ainda estar “cru”. Bugs atrapalham combate, missões e até a navegação, e isso quebra o ritmo de um RPG que depende de imersão. Além disso, muitas decisões de design parecem cuidadosas demais, como se o jogo evitasse arriscar em sistemas e variedade.

  • Problemas técnicos que impactam a experiência de forma constante.
  • Combate e ritmo que podem cansar por falta de refinamento.
  • Pouca ousadia em mecânicas, apesar da ambição do projeto.

Como gamer, minha leitura é simples: GreedFall 2 tem coração e cenário, mas precisa de tempo de forno. Se a Spiders conseguir polir bugs e dar mais personalidade ao gameplay, pode virar um RPG bem mais fácil de recomendar.