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O novo Strix Halo handheld é o primeiro da linha a vir com bateria interna e ela é realmente grande. Isso muda bastante a experiência: você passa mais tempo jogando sem precisar trocar baterias ou carregar power banks. O formato continua com controles integrados e tela, mas a autonomia aumentada deixa o portátil mais prático para viagens, ônibus e feriados. A desvantagem é que agora você não troca baterias no aperto, então se prefere substituir unidades, vale pensar bem. Também é importante checar como ficou o peso e o tempo de recarga, e se o carregador vem na caixa. Para quem joga em movimento, o Strix Halo handheld passa a ser opção mais atraente por reduzir a dependência de cabos extras. Se você prioriza sessões longas longe de tomadas, essa mudança pode ser decisiva na hora de escolher um portátil. Confira testes para confirmar a autonomia real antes de decidir.
Ayaneo Konkr Fit é o novo handheld Windows da marca e vem com o processador AMD AI 9 HX 470. O chip tem quatro núcleos Zen 5 e oito núcleos Zen 5c, com boost de até 5,2 GHz. Por rodar Windows, o aparelho promete melhor compatibilidade com bibliotecas de jogos e sistemas anti-cheat, diferente da versão Pocket Fit que usa Android.
O Konkr Fit traz tela OLED de sete polegadas e um corpo maior que o Pocket Fit, que tem tela LCD de seis polegadas e custa na faixa de R$1.500 a R$1.700. O tamanho maior provavelmente se justifica pela bateria de 80 Wh, que é bem grande para um portátil. O chip pode reduzir para 15 W de TDP para economizar energia, mas também pode ser configurado até 54 W, o que exige sistema de resfriamento robusto. Isso pode explicar as laterais mais espessas do aparelho.
Vimos o aparelho em uma transmissão ao vivo com trechos de Cyberpunk 2077, mas não houve testes completos e não há data de lançamento ou preço oficial. Pelo hardware, o custo deve ficar em patamar alto, perto de outros portáteis premium do mercado. Ainda assim, a tela OLED e o modelo laranja chamam atenção, e um handheld um pouco maior pode ser uma opção melhor para jogar no sofá.
O Steam Deck chamou a atenção por ser acessível, mas a força real está no SteamOS. Agora a Lenovo lançou o Legion Go 2 com SteamOS nativo. É o segundo aparelho da marca a usar o sistema, e traz melhorias internas sobre o modelo anterior.
O Legion Go 2 usa um processador AMD Ryzen Z2 Extreme, uma APU com oito núcleos e suporte a 16 threads, com núcleos Zen 5 e 5c. A GPU integrada tem 16 unidades de computação RDNA 3.5, contra 12 no chip anterior, o que dá cerca de 33% mais desempenho gráfico. A tela é de 8,8 polegadas com 144 Hz e resolução 1200p, ideal para jogos portáteis, embora seja comum usar upscaling como o FSR em títulos pesados. A configuração alta traz 32 GB de RAM LPDDR5x-8000 e até 2 TB em PCIe 4.0 NVMe. Os controles laterais destacáveis permitem jogar no colo ou em mesa, e o controle direito pode ser montado em uma base que lembra uma empunhadura para FPS.
Na loja da Lenovo, uma versão com processador padrão e 16 GB aparece por cerca de R$5.800; as versões com Z2 Extreme estão listadas no Reino Unido por cerca de R$7.300. O conjunto de hardware com SteamOS promete ser o paraíso dos jogadores portáteis, mas o preço pode impedir que muita gente tenha acesso.