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HyperX e Omen finalmente viraram uma marca só com o lançamento do HyperX Omen Max 16. Por fora ele lembra bastante o modelo de antes, mas agora traz a marca HyperX sob a tela e um grande logo HX na tampa. É uma mudança mais visual, mas que coloca as duas linhas em uníssono.
Por dentro há atualizações importantes. As opções de GPU vão da RTX 5070 Ti mobile até a potente RTX 5090. A escolha de CPU passa pelos novos Ryzen AI 400 da AMD ou por um processador Intel de próxima geração. A fonte usa tecnologia GAN e entrega 300 W de energia total sem ser pesada. A refrigeração ganhou um terceiro ventilador para tentar reduzir aquecimento e barulho, problemas que incomodavam o modelo anterior. O teclado também foi melhorado: polling de 1000 Hz, anti-ghosting e setas em tamanho completo para quem joga competitivo.
Além do Max 16, os modelos Omen sem o sufixo Max também recebem a identidade HyperX e ajustes na refrigeração e nas especificações. No fim das contas é mais um reposicionamento do que uma revolução, mas traz melhorias práticas para quem busca desempenho e portabilidade. A HP já tinha adquirido a HyperX em 2021 por cerca de R$1,2 bilhão, e agora a união fica mais visível nas prateleiras.
Schenker apresentou no CES 2026 o Element 16, um laptop semi-modular baseado na plataforma Panther Lake da Intel. O modelo deve chegar na primavera de 2026 e traz um processador Intel Core Ultra Series 3, com suporte para até 64 GB de memória. O preço e a data de pré-venda ainda não foram divulgados.
O design inclui um pequeno trinco na parte inferior que dá acesso aos componentes. É possível remover e trocar o teclado, memória, armazenamento, bateria e ventoinhas. Também há opções para personalizar as portas laterais e, em planos futuros, trocar a placa-mãe para atualizar o processador, desde que a Intel ofereça suporte para isso. A tela de 16:10 tem resolução 2560×1600, mas não parece ser facilmente substituível.
O Element 16 é um pouco mais espesso, lembrando notebooks gamers, e pode não virar um portátil voltado só para jogos por enquanto. A modularidade pode alongar a vida útil do aparelho para quem quer upgrades graduais, mas depende do interesse do mercado e do apoio dos fabricantes. Se a Panther Lake cumprir as promessas, o modelo pode ser uma boa opção para produtividade com alguma capacidade para jogos.
Modelos com placas gráficas modulares são um nicho, usado por um público pequeno, então fabricantes nem sempre investem. Uma empresa já mostrou expansão modular para GPUs, mas as opções demoraram a chegar e seguem limitadas. Por isso, mesmo com facilidade para trocar peças, o sucesso da ideia depende de variedade de componentes disponíveis e de apoio das marcas.