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Windows 11 tenta salvar o Xbox Full Screen — mas bugs ainda atrapalham seu handheld
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O Xbox Full Screen Experience (FSE) estreou no final do ano passado no Asus ROG Xbox Ally X e foi chegando aos outros PCs portáteis com Windows e também a desktops. A proposta é uma interface focada em controle e sem distrações, mas a chegada não foi limpa em todas as máquinas. A última build do Windows 11 tenta melhorar essa experiência.

Nas notas da versão do Windows 11 Insider Preview, há um problema conhecido: alguns apps se comportam de forma inesperada ao usar o FSE, especialmente os que precisam ficar presos a um tamanho ou abrem janelas extras. O erro ainda não foi totalmente corrigido. A equipe do programa diz que continua validando cenários, por isso manteve o aviso ativo.

O FSE é mais do que um modo de tela cheia: ele tenta melhorar o desempenho ao reduzir tarefas em segundo plano e oferecer uma interface tipo console com o app Xbox. Os ganhos variam conforme a máquina. Um experimento inicial de criadores mostrou que um sistema Linux voltado para jogos, combinado com o modo Big Picture da Steam, pode rodar melhor no ROG Xbox Ally X.

O recurso começou a chegar em preview para mais formatos de PC com Windows 11, como laptops, desktops e tablets, e também tem suporte oficial em alguns handhelds. Como software novo, é natural ter problemas iniciais. A ideia é boa: uma interface mais limpa e menos bloat pode melhorar o jogo, mas o FSE ainda precisa de tempo para amadurecer.

PowerToys
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A atualização 0.97 do PowerToys trouxe um recurso que pode mudar a sua rotina com múltiplos monitores. Chama-se Cursor Wrap. Com ele, as bordas das telas ficam conectadas: ao mover o cursor para fora de um monitor, ele reaparece na borda oposta do monitor vizinho. Isso evita que o ponteiro fique preso em cantos ou tenha movimentos estranhos quando você usa arranjos complexos de telas.

O recurso é especialmente útil para quem tem telas em grade, por exemplo duas linhas de três monitores, uma situação em que o Windows costuma errar na passagem do cursor. Cursor Wrap permite que o mouse atravesse displays sem esforço, tanto na vertical quanto na horizontal. Mesmo com apenas uma tela ligada, ele pode fazer o cursor ‘saltar’ do topo para a base, criando um fluxo contínuo. Usuários que preferem bordas fixas podem manter a opção desligada.

A mesma atualização também ampliou o controle das cores da interface do Windows, deixando mais fácil personalizar o Menu Iniciar e outros elementos. PowerToys segue sendo um conjunto prático de ferramentas para quem quer mais controle do sistema. Se você trabalha com várias telas, faz streaming ou gosta de deixar o PC do seu jeito, vale testar o Cursor Wrap e as novas opções de cor para ver se melhoram seu fluxo.

Tela Azul Windows
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Microsoft divulgou sua lista mensal de vulnerabilidades para o Windows 11 e serviços relacionados. Neste mês a empresa corrigiu 112 falhas em seus próprios serviços e sinalizou 3 em produtos de terceiros ligados a ela, totalizando 115 problemas; 111 já têm correção oficial e 1 recebeu uma solução temporária.

Embora pareça muito, é uma queda em relação ao ano passado, quando foram 165 falhas na Microsoft e 18 em terceiros, total de 183. Em dezembro foram apenas 65 vulnerabilidades, 18 de terceiros. A maioria das falhas deste mês tem baixa probabilidade de exploração, mas oito foram classificadas como mais prováveis, cada uma com pontuação 7,8/10.

As duas falhas mais graves receberam 8,8/10: a primeira permite execução remota de código ao enganar um usuário em domínio a enviar uma requisição a um servidor malicioso via o snap-in do Routing and Remote Access Service (RRAS); a segunda possibilita execução remota por um membro de site via SharePoint Server. Uma pontuação alta não significa que qualquer pessoa vá tomar seu PC amanhã — ela também considera privilégios exigidos e condições específicas para a exploração.

Resumo rápido: vulnerabilidades aparecem todo mês. A melhor defesa é manter o Windows e os programas atualizados assim que a correção for liberada. Com o fim do suporte ao Windows 10 para a maioria, usar sistema desatualizado aumenta o risco. Atualize seu PC ao receber o aviso.

Alerta para jogadores: certificados do Secure Boot expiram em junho — Microsoft já envia correção
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A Microsoft detectou que os certificados usados pelo Secure Boot vão expirar em junho. Para evitar problemas, ela já começou a liberar uma atualização do Windows (KB5074109) que checa se o PC usa os certificados antigos de 2011 e instala as novas chaves de 2023 quando necessário. Muitos PCs fabricados desde 2024 já vêm com os certificados 2023, mas alguns modelos ainda dependem da entrega pelo Windows ou de atualizações de firmware dos fabricantes.

Isso interessa a jogadores porque vários sistemas anti‑cheat populares dependem do Secure Boot para validar firmware, drivers e carregadores de boot. Se o certificado expirou e não foi substituído, o Secure Boot pode não conseguir verificar módulos essenciais, o que pode impedir o funcionamento do anti‑cheat ou causar instabilidades no sistema e no jogo. Apesar das críticas que o software anti‑cheat já recebeu por causar problemas, muitos estúdios afirmam que o Secure Boot ajuda a reduzir trapaças.

Para conferir no seu PC, abra o PowerShell como administrador e execute: ([System.Text.Encoding]::ASCII.GetString((Get-SecureBootUEFI db).bytes) -match ‘Windows UEFI CA 2023’) Se aparecer True, seu PC já tem os certificados de 2023. Se aparecer False, o Windows Update deverá entregar a correção em breve e os fabricantes podem liberar firmware para garantir compatibilidade.

Na maioria dos casos não é preciso agir além de manter o Windows atualizado e ter o Secure Boot ativado. A Steam também tem uma opção rápida para mostrar se o Secure Boot está ativo. Fique atento às atualizações até junho para evitar qualquer problema com anti‑cheats nos seus jogos.

Print do Windows 11
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A Microsoft publicou um texto onde diz que quer fazer do Windows o melhor lugar para jogar. As melhorias entregues em 2025 se dividem em três frentes: inovações para handhelds, Windows com ARM e avanços no DirectX. A empresa lista várias mudanças técnicas e planos para o futuro, mas o movimento esbarra na concorrência do SteamOS e em problemas antigos do próprio Windows.

Na frente dos handhelds, há o Full Screen Experience (FSE) para dar uma sensação mais ‘console-like’ e reduzir tarefas rodando ao fundo para melhorar os FPS. Também chegou o Advanced Shader Delivery (ASD), que instala shaders precompilados e reduz gargalos na primeira execução: a Microsoft aponta queda de mais de 80% no tempo de carregamento em Avowed e mais de 95% em Call of Duty: Black Ops 7. No lado do ARM, o app Xbox permite baixar e jogar localmente vários títulos — recurso ainda em testes para Insiders — e a camada de emulação Prism passou a suportar AVX/AVX2. O Easy Anti-Cheat foi adaptado para Arm, liberando títulos como Fortnite.

O DirectX recebeu novos recursos de ray tracing, como Opacity Micromaps e Shader Execution Reordering, que podem aumentar desempenho em até 2,3x. A Microsoft também mostrou como a renderização neural pode entrar no pipeline gráfico. Outra aposta é o Auto Super Resolution, o upscaler de IA do sistema operacional, que terá preview público em 2026 em dispositivos com Ryzen AI NPU. Tudo isso soa promissor, mas resta ver se essas melhorias enfrentam bem o avanço do SteamOS e os problemas mais amplos do Windows, como uma interface irregular e atualizações intrusivas.

Xbox Full Screen Experience
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A Microsoft está liberando o Xbox Full Screen Experience (FSE) para mais formatos do Windows 11, como laptops, desktops e tablets, em versão preview. A interface, criada originalmente para os handhelds da Asus, como o ROG Xbox Ally e o ROG Xbox Ally X, funciona como uma área de trabalho virtual separada e foca em navegação por controle, trazendo uma experiência mais parecida com a de um console. Para testar, é preciso estar no Windows Insider Preview Build 26220.7271; ative com Win + F11 e, depois, passe o cursor sobre o ícone do Task View na barra de tarefas ou pressione Win + Tab e escolha Xbox full screen experience.

A liberação é gradual e nem todos recebem o recurso de imediato. Há relatos de tentativas com ferramentas como ViVeTool para forçar a instalação em outros handhelds, como o Legion Go S da Lenovo, mas muitos testes mostraram problemas no mapeamento dos controles. A MSI afirma que seus aparelhos Claw têm suporte oficial, então nesses modelos a experiência tende a ser mais estável.

No PC de mesa, a utilidade é discutível: serve bem para ligar um laptop à TV e jogar no sofá com controle, mas quem joga no desktop com mouse pode preferir ficar no ambiente normal do Windows. Ainda assim, a novidade mostra que a Microsoft quer aproximar o Windows de uma experiência mais parecida com a de um console e seguir rumo a interfaces pensadas para jogos. Você testaria o Xbox Full Screen Experience no seu PC ou handheld?

Nvidia
Anthropic

A parceria une a Nvidia, a Microsoft e a Anthropic em acordos enormes. A Anthropic promete comprar R$156 bilhões em capacidade de computação na Azure. A Microsoft investirá R$26 bilhões na Anthropic e a Nvidia oferecerá R$52 bilhões à empresa de IA.

A Nvidia também vai colaborar tecnicamente com a Anthropic para otimizar modelos de IA e futuras arquiteturas de hardware. A Anthropic começou com o compromisso inicial de 1 gigawatt de capacidade de computação, algo que a empresa espera alcançar com sistemas chamados Grace Blackwell e Vera Rubin.

Esses investimentos acontecem num momento em que a a Nvidia alcança uma avaliação de cerca de R$26 trilhões e o o OpenAI é estimado em cerca de R$2,6 trilhões. Ao mesmo tempo, analistas e líderes financeiros avisam sobre a possibilidade de uma bolha de investimentos em IA e perdas grandes no futuro.

Apesar dos riscos, as empresas continuam a investir pesado. Isso pode acelerar tecnologias usadas também em jogos, mas aumenta a incerteza do mercado. O que você acha: é aceleração tecnológica ou risco de bolha?

Cena de Call of Duty: Black Ops 7
Call of Duty

A Microsoft apresentou um novo pacote de segurança contra trapaças no PC, lançado junto com Call of Duty: Black Ops 7. A ideia é dificultar cheats no multiplayer e aproximar o PC do nível de proteção dos consoles.

O pacote tem quatro pilares. TPM 2.0 (Trusted Platform Module) é um chip de segurança que ajuda a validar o sistema na inicialização. Secure Boot (Inicialização Segura) impede que drivers e bootloaders não confiáveis rodem; alguns jogos já exigem esse recurso ativo para jogar. VBS (Virtualization-based Security) isola partes críticas do Windows, como o kernel, reduzindo a chance de interferência de cheats.

O quarto pilar é a Remote Attestation (Atestação Remota). Ao iniciar o Windows, o PC verifica se está em um “estado confiável” e envia esse status para um servidor. Se um driver modificado ou um processo estranho aparecer, o sistema pode marcar o PC como não confiável.

Isso pode levantar dúvidas sobre privacidade e possíveis falsos positivos, especialmente para quem usa ferramentas de mod em jogos singleplayer. A Microsoft afirma que trabalha com parceiros para padronizar essas proteções e recomenda manter firmware e recursos de segurança atualizados, além de ativar TPM 2.0 e Secure Boot.

No fim, a meta é reduzir trapaças no online. Você ativaria essas proteções no seu PC para ter partidas mais justas?

Cena de Halo Infinite
Halo

Quatro anos depois do lançamento, Halo Infinite não vai mais receber grandes novidades. a Halo Studios (antiga 343 Industries) anunciou que não fará mais grandes atualizações de conteúdo, enquanto a equipe foca em outros projetos, como Halo: Campaign Evolved.

A última atualização chegará em 18 de novembro e deixará a XP, os Spartan Points e o progresso de rank mais rápido para quem quiser aproveitar antes do próximo título. Um passe premium de 100 níveis trará novas armaduras e modelos de armas, que podem ser vistos no blog oficial.

A publicação diz que, com vários títulos Halo em desenvolvimento, é preciso o esforço de toda a equipe para entregar novas experiências com a mesma paixão da comunidade. Embora o suporte a Halo Infinite continue, Operation: Infinite é a última grande atualização prevista por enquanto. A Microsoft já sinalizou que o próximo jogo deve usar Unreal Engine, e Halo Campaign Evolved é o que temos de concreto no momento.

Mesmo sem estar no centro da jogabilidade competitiva nos últimos anos, Halo Infinite teve modos experimentais, como uma opção em terceira pessoa, e mostrou que passes de temporada não devem expirar e que modos criados pela comunidade importam. Você gostaria de ver mais atualizações menores no futuro ou prefere que a franquia foque em novos títulos?

Bluetooth

Há algo curioso na ideia de símbolos de copyright usados em jogos. No Dragon Ball Z Budokai 3, ver ® ou ™ ao lado do nome de cada personagem é desnecessário para fãs, mas a discussão é divertida.

Porém a história mais maluca envolve drivers do Windows e um mouse da Microsoft lançado em 2006: o Microsoft Wireless Notebook Presenter Mouse 8000, pensado para apresentações, com botões para avançar slides e ajustar volume.

O dado curioso é que, nos drivers Bluetooth do Windows, o nome do mouse às vezes aparecia como texto simples bizarro: Microsoft AE Wireless Notebook Presenter Mouse 8000, com o símbolo ® codificado de forma antiga.

Isso aconteceu porque o encoding não usava UTF-8; era Windows-1252, então o símbolo ficou estranho. O engenheiro Raymond Chen explicou a situação e mencionou uma tabela no driver que corrige o nome para o correto.

É um exemplo simples de como um erro pequeno pode trazer dor de cabeça nos sistemas mais simples. Já viu outro bug assim envolvendo nomes ou símbolos de hardware?

Cena de Microsoft Flight Simulator
Boeing

A encarnação mais recente do Microsoft Flight Simulator continua sendo uma maravilha para quem curte voar no PC, seja para quem se acha um ás ou apenas quer ver a Torre Eiffel despencar em uma queda espetacular. Pensando no primeiro grupo, a Microsoft está fechando uma parceria com a Boeing para levar o simulador de alto nível a um programa de treinamento virtual para pilotos iniciantes.

Segundo um press release da Boeing, o Virtual Airplane Procedures Trainer foi anunciado na última quinta-feira, no European Aviation Training Summit em Portugal. O material destaca que o programa é “alimentado pela Microsoft Azure e pelo Microsoft Flight Simulator” e é “projetado para capacitar pilotos e equipes de treinamento com ferramentas imersivas, acessíveis e personalizáveis que elevam o aprendizado e a prontidão.”

Não pretende substituir simuladores físicos, mas sim reduzir o tempo de familiarização com os simuladores. Além disso, não é o Microsoft Flight Simulator — é apenas um treinador virtual que utiliza o sim como base em certa medida. Há um vídeo com a visão geral do treinador no site da Boeing, que parece guiado por um plano de lições que aponta para o caminho certo.

Dayan Rodriguez, o vice-presidente corporativo da Microsoft, disse: “a Microsoft está comprometida em acelerar o aprendizado, mantendo a confiança dos pilotos com a segurança no centro” e que, em parceria com a Boeing, estamos avançando o futuro da aviação. Você toparia testar esse treinamento virtual usando o Flight Simulator para treinar pilotos iniciantes?