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Novo Alienware 'de entrada' quer tornar a marca acessível — promete ser bem mais barato
Alienware

Em uma pré-apresentação antes da CES 2026, a Dell e a Alienware confirmaram que trabalham em um notebook gamer de entrada. A ideia é ampliar o alcance da marca, oferecendo um modelo mais acessível sem perder o que importa. A empresa afirmou que o mercado de consumidores é prioridade e quer voltar a oferecer opções para quem procura desempenho com preço mais baixo.

O aparelho ainda está em desenvolvimento e não tem submarca definida. A Alienware diz que fará escolhas inteligentes de investimento para manter qualidade de construção, refrigeração e desempenho, mesmo em um produto mais barato. Isso significa priorizar componentes que afetam a jogabilidade e evitar cortes nas partes que realmente importam. O design inclui teclado numérico e visual mais simples, pensado para competir com outras linhas de entrada.

A meta é reduzir preços em centenas de dólares, o que dá algo em torno de R$1.000 a R$3.000 a menos, dependendo do mercado e das opções. A movimentação pode ser inteligente, especialmente com a alta de preços de memória prevista para 2026, mas muito vai depender das escolhas de configuração e do poder gráfico final. Mais detalhes devem aparecer na primavera, quando a empresa divulgar especificações e planos de lançamento.

Asus Zephyrus G14 e G16 2026: OLED de 1100 nits e RTX 50 — será o fim do superaquecimento?
Asus

A Asus anunciou uma atualização das linhas ROG Zephyrus G14 e G16 para 2026. As novidades principais incluem telas OLED mais brilhantes, GPUs da série Nvidia RTX 50 e opções de processadores tanto da Intel quanto da AMD. O foco é melhorar desempenho e qualidade de imagem sem perder o visual fino das máquinas.

No G14 a configuração máxima chega a uma RTX 5080, enquanto o G16 já chegou a oferecer uma RTX 5090 na versão anterior. Na parte de CPUs, a versão mais compacta terá opção entre um processador AMD Ryzen AI 9 465 e um Intel Core Ultra de nova geração; o G16 deve trazer a alternativa com o chip Panther Lake da Intel, que promete ganhos relevantes em desempenho e eficiência. A Intel afirma que seus novos chips mobile podem oferecer até 77% mais desempenho de iGPU em relação à geração anterior.

Os dois modelos adotam as novas telas ROG Nebula HDR OLED com pico de até 1100 nits. O G14 pode chegar a 3K com 120 Hz, e o G16 trabalha com 2.5K a 240 Hz, ambos com 0.2 ms de resposta. Isso deve deixar jogos e filmes com cores mais vivas e alto brilho, ideal para salas claras.

A Asus também diz ter redesenhado a refrigeração com ROG Intelligent Cooling, painel inferior com melhor ventilação e saídas de ar otimizadas para reduzir ruído e temperatura. Ainda não há datas ou preços, e é provável que modelos topo de linha custem caro. Mesmo com avanços, GPUs tão potentes em chassi leve podem continuar a desafiar a refrigeração — vale esperar os testes.

Macbook Pro
Apple

A Apple melhorou muito o desempenho dos seus chips M nos últimos anos. No teste single-core do Geekbench 6, o M5 do MacBook Pro de 14 polegadas marcou cerca de 4310 pontos, um número que não tem paralelo entre CPUs concorrentes. O modelo testado tem CPU de 10 núcleos (4 de alto desempenho e 6 eficientes), GPU de 10 núcleos, 32 GB de memória unificada e 4 TB de SSD. Fabricado em 3 nm, o chip no portátil conta com um sistema de refrigeração que permite manter desempenho mesmo em cargas longas.

Na parte gráfica, a Apple integrou aceleração por IA em cada núcleo e aumentou a largura de banda de memória, o que traz ganhos reais. Em OpenCL o GPU marcou cerca de 48.665 pontos, mas ao usar Metal o resultado subiu para 76.397, uma diferença grande. Em testes de renderização o GPU do M5 chega perto de uma RTX 4050. No entanto, o M5 não aguenta Ray Tracing Ultra em Cyberpunk 2077, ficando em torno de 11 fps a 1900×1200. Com upscaling Metal e FSR em Ray Tracing Low é possível chegar a médias de 74 fps, ou 58 fps em Ray Tracing Medium.

Em jogos menos pesados o desempenho é muito bom para uma iGPU: Total War: Warhammer III roda a 29 fps em Ultra a 1920×1200 e sobe para 51 fps reduzindo a escala; Shadow of the Tomb Raider faz 57 fps em alta; Baldur’s Gate 3 chega a 30 fps em Ultra e 38 fps com FSR. O MacBook Pro M5 não é uma máquina dedicada de jogos e custa muito caro, mas abre uma opção real para jogar depois do trabalho. Você compraria um MacBook Pro M5 para jogar?