#Phasmophobia
Phasmophobia se transformou em um sucesso inesperado e agora os criadores lançaram a Kinetic Publishing, um selo pensado para ajudar outros estúdios independentes. O estúdio cresceu desde o início e hoje conta com mais de 30 desenvolvedores, depois do jogo ter vendido mais de 25 milhões de cópias em acesso antecipado. O impacto do jogo também inspirou uma onda de títulos cooperativos de terror, mostrando que o estilo tem público e mercado.
A nova editora vai oferecer apoio financeiro, jurídico e de marketing, além de orientação durante o desenvolvimento. A ideia é trabalhar com um número pequeno de projetos que tenham visão clara e estejam prontos para lançar em cerca de 12 a 18 meses. Em comunicado, a equipe explicou que quer dar aos times o suporte que gostariam de ter recebido no começo da jornada. Eles disseram ainda que não têm interesse em blockchain, web3 ou em jogos gerados por IA, e que preferem focar em criatividade humana e jogos feitos por equipes reais.
Kinetic Publishing será liderada por cinco membros seniores, incluindo o fundador original, mas a equipe que cuida de Phasmophobia continuará totalmente focada no jogo. Para estúdios pequenos, o selo promete apoio prático e experiência acumulada no desenvolvimento indie. Se tudo correr como anunciado, a iniciativa pode facilitar que jogos independentes com ideias claras cheguem ao mercado com mais suporte e menos burocracia.
Phasmophobia segue como um dos cooperativos de terror mais jogados no PC, com avaliações extremamente positivas na Steam.
Com a reformulação do mapa Nell’s Diner, a Kinetic Games disse em entrevista que não trata o jogo como live service. Há eventos sazonais pontuais, como mudanças visuais de Halloween e um cartão de jogador para ganhar, mas nada que dependa de prazos apertados ou recompensas que expiram.
O CEO Daniel Knight e o diretor de arte Corey Dixon reforçaram que não haverá microtransações nem DLCs: só a venda inicial do jogo. Como o projeto é autopublicado, a Kinetic Games define seus próprios marcos e adia quando precisa. A ideia é lançar conteúdo quando está pronto, sem metas de atualizações por ano, o que também melhora o trabalho da equipe.
A progressão continua do jeito atual: aprender a ler o comportamento dos fantasmas e dominar as ferramentas, em vez de subir nível por barras e atributos. Não há planos de mudar esse sistema. O objetivo é simples: manter Phasmophobia divertido porque é divertido.
E você, curte esse modelo sem microtransações e com atualizações quando estiverem prontas, ou prefere eventos grandes e frequentes?
Phasmophobia ganha Nell’s Diner: novo mapa detalhado chega ao jogo e promete rejuvenescer Tanglewood
É difícil acreditar que já se passaram cinco anos desde que a Phasmophobia abriu um subgênero inteiro de jogos de terror multiplayer, mas a equipe da Kinetic Games não para de pensar em novas assombrações. Nell’s Diner, um mapa pequeno e incrivelmente detalhado, com todo o charme de uma haunted Waffle House, chegou nesta semana e eu já penso em me tornar regular.
O diner representa uma melhoria perceptível em relação aos dias iniciais de Phasmophobia, quando você vasculhava espaços vazios à procura de pistas de outro mundo entre uma sala cheia de assets repetidos. Não reconheci muito além da ligação proposital com outros mapas, mas gostei da novidade. Há itens cheios de detalhes espalhados pelo restaurante, como um folheto que faz referência ao Maple Lodge Campsite, máquinas de arcade assustadoras para interagir, uma jukebox funcional e latas de creme spray que os fantasmas parecem adorar. Você ainda pode ouvir o sibilo assombrado pelo Parabolic Mic.
A riqueza de detalhes tão diferente é uma das coisas que mais tenho gostado nas melhorias de Phasmophobia ao longo dos anos, conforme a Kinetic vai atualizando os mapas.
O mapa quer rejuvenescer o Tanglewood, apesar de ser um dos favoritos. O gerente de comunidade Tom Dent disse que eles estão cuidando para manter a essência original. É um tema delicado para fãs, e as mudanças em Bleasdale e Grafton foram radicais, mas, como nas reworks, os jogadores acabaram aceitando que o Tanglewood fique com um visual mais polido. Sou exatamente o tipo de investigador que Dent descreve, mas depois de algumas rodadas eu me peguei curtindo. Nell’s Diner parece um passo na direção certa e trazer mapas mais antigos para os ambientes mais detalhados pode ser a maior mudança que Phasmophobia pode fazer na fórmula. O líder de marketing Asim Tanvir garantiu que a atualização de personagem continua a caminho.
E você, já quer encarar Nell’s Diner ou prefere revisitar Tanglewood com o rework?
Phasmophobia ganhou mais um mapa mínimo, mas densão: Nell’s Diner chegou pra acelerar o medo. O estúdio diz que ele é menor que o 6 Tanglewood Drive, porém bem mais compacto e cheio de cantos onde os sustos podem acontecer a qualquer momento, com uma boa variedade de objetos interativos para jogadores e fantasmas explorarem.
O mapa tem 13 salas, sendo 11 delas áreas viáveis para ações dos fantasmas. O salão do diner, a cozinha, o escritório do gerente e o walk-in freezer são apenas alguns dos cenários. Entre os objetos, destacam-se o jukebox iluminado e uma máquina de arcade que parecem perfeitos para uma assombração pegar impulso.
O patch também corrige bugs, como orbs de fantasmas atravessando paredes e crucifixos que caíam pelo mapa. Além disso, chega uma nova identificação: Moneybags, com cartão ID e badge para quem desbloqueia a conquista Break the Bank, servindo para ostentar o status de quem já mergulhou fundo na caçada.
Essa atualização empurra Phasmophobia cada vez mais perto do lançamento 1.0, com planos de aumentar realismo e imersão, incluindo rework completo de modelos de personagens e animações, além de possibilidade de jogo offline.
Vai encarar Nell’s Diner hoje?