#Reigns: The Witcher
Reigns: The Witcher pega a fórmula de decisões por deslize e coloca Geralt no centro das baladas de Jaskier. Cada jogada é uma das histórias que o bardo canta, geralmente terminando com a morte do bruxo. Em uma tentativa você precisa apaziguar camponeses, buscar sangue de um barghest para um protesto e até lidar com brincadeiras gnômicas. O tom é leve e cheio de toques que entendem o universo do jogo.
As escolhas mexem com quatro medidores: humanos, não-humanos, feiticeiros e o caminho do bruxo. É preciso manter tudo equilibrado para não morrer. Quando as coisas dão errado, o combate começa como uma dança em tempo real: Geralt pula para a esquerda e para a direita em uma grade enquanto ícones caem como peças de Tetris. Algumas peças são espadas, outras são ataques inimigos. Você tem que pisar nas espadas para atacar e evitar os ataques; sinais aparecem na grade para ativar poderes, e monstros têm golpes especiais, como o grito paralisante da bruxae.
Cada tentativa é uma sequência de missões curtas: capturar um assassino, proteger um mercador, lutar de braço, incendiar uma torre ou virar um pingente de jade que Yennefer usa. Cumprir objetivos dá cartas para a próxima tentativa e melhora as habilidades do bardo. O jogo ainda toca o som de missão completa de The Witcher 3 no fim das tentativas. As partidas são rápidas, mas viciantes. Reigns: The Witcher chega em 25 de fevereiro para PC e mobile.