#The Swindle
O co-criador dos jogos The Swindle, Lair of the Clockwork God e Earth Must Die falou sobre suas preferências como jogador e como isso influencia os projetos. Ele busca desafios que também tenham humor. Em The Swindle ele gosta do balanço entre risco e recompensa e da liberdade para escolher abordagens diferentes nas fases. Isso molda como pensa projetos novos.
Ele diz que prefere equipes pequenas e ideias claras. Lair of the Clockwork God aparece como exemplo de mistura de gêneros, já Earth Must Die mostra tentativas de combinar combate rápido com narrativa simples. A conversa foca em mecânicas que geram momentos memoráveis, não em gráficos caros. Há menção a jogos que inspiraram suas ideias e a importância de testar cedo, com versões menores antes de ampliar. O resultado é um estúdio que monta jogos únicos, com humor e desafio. Para quem gosta de The Swindle, entender esse processo ajuda a ver por que os jogos têm escolhas arriscadas e gratificantes.