#Typing Break
Em Typing Break, você atira digitando: para usar cada arma é preciso escrever seu nome. O jogo transforma palavras em ataques e a repetição pode ser cruel — errar a grafia significa não disparar enquanto blocos inimigos descem e roubam sua vida. Até para começar a partida precisei digitar “start”.
É um roguelike: limpar ondas rende experiência e você escolhe entre três melhorias. Dá para montar um arsenal — pistola, rifle de precisão, espingarda — e aplicar afixos que mudam os tiros, como perfurante, queimadura, gelo ou até invocar uma torreta temporária. Cada arma e afixo tem cooldown e gerenciar tudo junto vira um desafio frenético. Falta um buffer de entrada: às vezes eu apertava cedo e nada acontecia, o que tornou as primeiras tentativas frustrantes.
Na tentativa seguinte eu me foquei em deixar a pistola poderosa e peguei uma torreta de apoio, o que me permitiu avançar rápido pelas ondas. O jogo não é o mais bonito, nem o mais complexo, mas é surpreendentemente satisfatório para quem gosta de velocidade no teclado. Dá vontade de ver combinações malucas na versão completa — armas de plasma, lâminas que ricocheteiam — e experimentar até cansar. Typing Break tem uma ideia simples e viciante; resta ver como vai evoluir no lançamento final.