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#Valve

AMD

O Steam Machine é o novo PC de sala da Valve, pensado para rodar sua biblioteca do Steam sem complicação. Em vídeo, um engenheiro da Valve disse que o aparelho tem desempenho igual ou melhor que 70% dos PCs dos usuários, com base na Pesquisa de Hardware do Steam.

O hardware usa um chip da AMD com arquitetura RDNA 3 e 28 unidades de computação, nível próximo de uma Radeon RX 7600M, e 8 GB de memória de vídeo (VRAM). A ideia é permitir jogar toda a sua biblioteca, mas com foco em um dispositivo de entrada, mais acessível. Por isso as especificações são moderadas.

A Pesquisa de Hardware do Steam mostra que muitos jogadores ainda usam PCs modestos, inclusive com a popular Nvidia GeForce RTX 3060 e placas mais antigas. Isso ajuda a explicar a opção por 8 GB de VRAM, que pode gerar críticas, mas faz sentido se o preço for competitivo.

O ponto-chave é o preço. A expectativa é algo entre R$ 2.800 e R$ 3.360, ainda sem confirmação oficial. Se vier bem posicionado, pode ser uma alternativa simples para jogar no sofá com SteamOS.

Você compraria o Steam Machine se chegar nessa faixa de preço?

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The Witcher

A Valve ampliou a largura das páginas da Steam de 940 para 1.200 pixels. A mudança começou no cliente beta em agosto e já está disponível para todos os usuários. Com isso, as imagens na loja podem ser exibidas em maior resolução, e surgem novos modos de visualização para imagens e trailers, como o modo theater e o modo de tela cheia.

As páginas de busca, pacotes e Steam Charts ficaram mais espaçosas, e a reforma afeta outras áreas da loja, abrindo mais espaço para editores mostrarem seus jogos. A Valve também planeja expandir a página inicial da loja no futuro, com ajustes semelhantes.

Por que 1.200 pixels? A Valve disse que muitos jogadores têm monitores 4K, mas nem sempre rodam o cliente ou o navegador em tela cheia. Esse tamanho oferece mais conteúdo sem atrapalhar a navegação. Testes chegaram até em telas bem pequenas, como um iPod antigo, e o resultado foi que funciona na maioria das situações, ainda que tudo fique pequeno em telas minúsculas.

O texto cita The Witcher 3, com uma imagem gigante de Geralt criada por um modder e incluída em um mod popular, o que dá um tom divertido à matéria. Você já testou a nova largura da Steam?

Custom Boot
Steam Deck

A Valve prepara a Steam Machine com uma pegada simples: foco em upscaling de imagem (aumento de resolução) e pouco foco em IA. O ponto divertido é a personalização da tela de boot (inicialização) no SteamOS.

Se você tiver um vídeo no formato certo, o SteamOS pode usá-lo como tela de abertura. A comunidade já começou a criar animações, como a GabeCube, que brinca com o GameCube e fecha com o som clássico da Valve.

Como o SteamOS é Linux, dá para personalizar bastante. No Steam Deck, funciona assim: use um vídeo .webm em 1200×1800, salve como deck_startup.webm e coloque em /home/deck/.steam/root/config/uioverrides/movies. Na Steam Machine o caminho pode mudar, mas a ideia deve ser parecida.

Ver essas telas na TV combina com a proposta de console-PC. As versões de 512 GB e 2 TB ainda não têm preço confirmado. Quando o valor for justo, essa personalização ajuda a dar identidade ao sistema e deixa o boot mais divertido.

Qual animação você usaria como tela de boot na sua Steam Machine?

Leviathan
Gabe Newell

O cofundador da Valve, Gabe Newell, recebeu o Leviathan, um superiate de 111 metros da Oceanco, avaliado em R$ 2,5 bilhões. Com foco em tecnologia e conforto, o navio usa propulsão diesel-elétrica com baterias para reduzir emissões e manter viagens longas.

O interior inclui hospital com enfermeira, ar-condicionado, satélites e garagens para barcos de apoio e um pequeno submarino. Há duas academias, um beach club de 250 m² com spa e bar, plataformas de mergulho e uma despensa dedicada para bebidas. A atração para quem curte PC é uma sala com 15 computadores topo de linha para jogos.

A Oceanco afirma que a construção reuniu ideias fora da caixa da equipe de Newell. Mais de 2 mil pessoas participaram, e os nomes ficaram gravados em uma placa de vidro na escadaria principal. O Leviathan se junta a Draak e Rocinante na frota de Newell. Mesmo aposentado, ele segue ativo em projetos que chama de super incríveis.

O projeto usa materiais avançados para reduzir manutenção, trata águas residuais e combina ciência, hospitalidade e navegação. Você jogaria nessa sala com 15 PCs ou prefere seu setup em casa?

Steam Controller

Entre os três anúncios de hardware da Valve, o Steam Controller é o menos empolgante. Parece muito com o Steam Controller original, que não empolgou e, além disso, é um gamepad. Existem muitos gamepads no mercado, e muitos são melhores que os da Microsoft ou da Sony. Temos 1000 Hz de polling, trackpads sensíveis e botões traseiros quase obrigatórios. Às vezes aparecem telas e, se der sorte, RGB. Parece demais?

Com o Steam Deck, os trackpads viraram parte da prática de jogar fora de um monitor. O texto sustenta que trackpads grandes ajudam a tornar jogáveis muitos títulos de PC onde mouse e teclado não são tão práticos. Esses trackpads abrem espaço para experiências diferentes, não só em shooters de precisão, mas em aventuras antigas que normalmente exigem teclado. Pillars of Eternity, Sanitarium, Harvester, Gabriel Knight e Realms of Arcadia aparecem como exemplos de como navegar sem mouse pode funcionar com o tempo. Em várias situações, usar trackpads se tornou parte da memória muscular do jogador em campo portátil.

A Valve mostra que o Steam Deck pode ser o veículo para uma mudança de input: não é necessariamente trocar tudo de uma vez, mas abrir caminhos para jogos diferentes, misturando a precisão do mouse com o toque dos trackpads. Você toparia testar trackpads no seu setup de PC ou no próximo Steam Deck?

Cena de Portal
Dbrand

Passei a manhã olhando para o render da Dbrand Portal Companion Cube case para a Steam Machine da Valve. A imagem parece mais um conceito do que um produto final: é um render ruim, publicado no site da Dbrand um dia após o anúncio da Steam Machine, sem detalhes, apenas um formulário de cadastro para notificações e a promessa de chegar em 2026.

A The Shortcut afirma que a Dbrand já enviou um e-mail sobre o caso, deixando claro que o projeto está em andamento. Segundo eles, mesmo com a faceplate removível e a necessidade de entrada de ar, é viável transformar a Steam Machine da Valve em uma Companion Cube real.

Essa curiosa ideia pode funcionar como decoração para câmeras de stream, e reforça a ligação entre Portal e a Valve. Portal tem peso cultural forte na comunidade, e referências ao cake is a lie ainda aparecem em 2025.

Não há preço nem detalhes de funcionamento com a Steam Machine. Você toparia ter esse cubo no seu setup, ou prefere esperar por informações oficiais?

Handheld Gaming PC

Nem toda notícia de cinema vira assunto de PC, mas este caso mostra como o universo gamer entra na vida real. Jacob Elordi, que vive Frankenstein na nova produção da Netflix, aparece nos materiais de divulgação usando o Steam Deck para passar o tempo entre as cenas de maquiagem.

O Steam Deck aparece com carcaça preta e verde, e há fotos dele segurando uma case da Valve, o que sugere OLED. Um entusiasta no Reddit encontrou uma suposta carcaça verde‑preta, ainda indisponível. Isso mostra por que o Deck é visto como opção prática para jogar entre gravações.

A ideia é simples: o Deck ainda é lembrado como uma boa opção de PC portátil, apesar da idade. O clima do filme parece sombrio, lembrando obras recentes, e o papo sobre IA aparece no horizonte. O destaque fica no hobby gamer que acompanha a produção.

Você acompanharia Frankenstein na Netflix e levaria o Deck para uma pausa de jogo? Qual título você escolheria para jogar entre as cenas?

Steam Machine

A Steam Machine da Valve chegou gerando expectativa entre os PC-gamers, mas a principal conversa é o preço e os 8 GB de VRAM embarcados. A discussão não é nova: GPUs com 8 GB de VRAM já incomodam há anos, especialmente com a RTX 4060 Ti, que saiu com 8 GB, e houve até uma versão de 16 GB a um preço bem maior, o que deixou parte dos fãs desconfiados. Dizem que, se existisse uma versão de 16 GB pelo mesmo valor da de 8 GB, o custo final poderia ser menos atraente para quem busca orçamento mais enxuto.

O ponto é que 8 GB pode não basta para rodar tudo em 2025 nos ajustes máximos, como Hogwarts Legacy e The Last of Us Part 1, ainda que alguns jogos se mantenham estáveis em configurações moderadas. Por outro lado, muitos títulos funcionam bem com 8 GB em resoluções menores. Há quem veja 8 GB como solução viável para setups mais baratos, mas não ideal para meio‑gama ou topo de linha, especialmente se a promessa é 4K60 com upscaling.

Se a Valve conseguir manter o Steam Machine acessível, 8 GB faz sentido; se cobrar mais de R$ 3.500, a relação custo‑benefício fica sob pressão. E você, prefere 8 GB de VRAM hoje ou aguarda uma opção com mais memória?

Gamepads

Testei o tal Steam Controller e a sensação é estranha de começo, mas faz sentido: tem analógicos, dois trackpads e giroscópio com sensor de aperto. Dá pra mapear o giroscópio pelo Steam Input e usar ele como mouse — tiltei o controle em uma partida de Balatro e a mira ficou mais natural que eu esperava. O giroscópio ainda tem uma função de grip sense que ativa a captação só quando você segura o controle e serve também pra recentrar, o que evita aquele desastre se o controle escapar na hora de pousar em um caça em Battlefield 6. Além disso a parada vem com TMR nos analógicos, feedback háptico, quatro botões traseiros, conexão 2.4 GHz via um puck que vem incluso, Bluetooth e mais de 35 horas de bateria. A Valve contou que a função saiu porque um engenheiro veio do nada e pediu pra incluir o recurso, ficou meses desenvolvendo com o time e acabou virando parte do hardware. Não sabemos preço ainda; lançamento marcado pro ano de 2026. Se você joga no sofá e sempre quis algo entre mouse e controle, isso pode ser interessante — eu ainda fico com os trackpads, mas não descartei o giroscópio. E você, vai testar a mira por giroscópio no seu PC?

Headsets

Coloquei o Steam Frame, andei por níveis de Half-Life: Alyx e esqueci do cabo. A jogatina foi via um PC por perto enviando quadro a quadro por uma conexão dedicada em 6 GHz, com a tal transmissão foveada ajustando qualidade conforme meus olhos. A imagem ficou nítida, sem atraso perceptível entre meu movimento e o que Alyx fazia na tela. O peso declarado é 435 g, com a bateria e parte do equilíbrio para trás no suporte, e a ergonomia deixou livre o movimento sem prender o pescoço.

Na prática isso significa girar, checar atrás e não se preocupar em desatar o fio do ombro. No modo standalone rodei Hades II e outros jogos não-VR, com a interface parecida com o Steam Deck flutuando no espaço — e os controles novos funcionam como metades de um gamepad para títulos não-VR. Testei Ghost Town rodando em Linux/ARM graças a Proton + FEX; rodou, com perda de performance que depende do jogo e do motor, mas rodou.

O que pega é bateria, compatibilidade e quanto a qualidade nativa do chip Snapdragon vai segurar em jogos pesados — ou se a mistura streaming + foveated vai ser o que vale a pena. Troca seu PC por um headset assim?

Steam Controller

Valve tá botando tudo no mesmo ecossistema: não é só o Steam Deck agora. Vem aí o Steam Frame, um headset VR sem fio com Snapdragon 8 Gen 3, 16 GB de RAM, opções de 256 GB ou 1 TB, lentes pancake e 2160 x 2160 por olho — pesa 435 g e promete rastreamento inside-out com câmeras externas e rastreio ocular para foveated streaming. O módulo de cabeça é separado da alça que carrega bateria, alto-falantes e microSD. Tem slot frontal pra mods, mas passe de cor completa (passthrough color) não vem anunciado por enquanto. O controle do Frame é como um gamepad dividido: capacitivo, mais botões, alimentado por pilha AA.

O Steam Machine é uma caixinha pra sala, processador AMD Zen 4 de seis núcleos, 16 GB RAM, GPU semi-custom RDNA 3 com 28 CUs e 8 GB de VRAM, storage de 512 GB ou 2 TB, SteamOS e portas USB-C, HDMI 2.0 e DisplayPort. Segundo a Valve, fica bem acima do Steam Deck em desempenho. O novo Steam Controller tem dois sticks TMR contra drift, dois trackpads, giroscópio, 35+ horas de bateria e conexão via Bluetooth, USB-C ou um puck 2.4 GHz que também carrega e emparelha até quatro controles. Tudo sem preço definido e com janela de lançamento para 2026, disponível nas mesmas regiões do Steam Deck. Qual desses você pegaria primeiro?