Kingdom Come: Deliverance 2: descubra como a Warhorse transformou risco em um RPG raiz e o que vem por aí
Kingdom Come: Deliverance 2 não nasceu de um plano engessado: Prokop Jirsa entrou na Warhorse quase por acaso, ainda na faculdade, sem imaginar que viraria um dos nomes centrais do estúdio.
Ele conta que a equipe sempre funcionou na base do “aprender fazendo”, com muita gente júnior sendo treinada dentro de casa. No começo, o estúdio também vivia no fio da navalha, apostando tudo em uma campanha de financiamento coletivo para viabilizar Kingdom Come: Deliverance.
No fim, a aposta pagou off. O primeiro jogo abriu caminho para um RPG histórico mais ambicioso e, no segundo capítulo, a fórmula foi mantida: sistemas complexos, mundo reativo e uma pegada hardcore que recompensa quem topa o desafio.
Para Jirsa, a chave do sucesso de Kingdom Come: Deliverance 2 é justamente não suavizar tudo. A fricção faz parte do pacote, e superar cada obstáculo faz o progresso pesar de verdade. Ele também vê ferramentas de IA como apoio de produção, mas sem cair no hype de que elas vão mudar tudo de uma vez.
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