Kingdom Come: Deliverance 2: descubra como a Warhorse transformou risco em um RPG raiz e o que vem por aí

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Kingdom Come: Deliverance 2 não nasceu de um plano engessado: Prokop Jirsa entrou na Warhorse quase por acaso, ainda na faculdade, sem imaginar que viraria um dos nomes centrais do estúdio.

Ele conta que a equipe sempre funcionou na base do “aprender fazendo”, com muita gente júnior sendo treinada dentro de casa. No começo, o estúdio também vivia no fio da navalha, apostando tudo em uma campanha de financiamento coletivo para viabilizar Kingdom Come: Deliverance.

No fim, a aposta pagou off. O primeiro jogo abriu caminho para um RPG histórico mais ambicioso e, no segundo capítulo, a fórmula foi mantida: sistemas complexos, mundo reativo e uma pegada hardcore que recompensa quem topa o desafio.

Para Jirsa, a chave do sucesso de Kingdom Come: Deliverance 2 é justamente não suavizar tudo. A fricção faz parte do pacote, e superar cada obstáculo faz o progresso pesar de verdade. Ele também vê ferramentas de IA como apoio de produção, mas sem cair no hype de que elas vão mudar tudo de uma vez.

Por Leo "Blade"

Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!

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