Kingdom Come: Deliverance 2: veja como a saga das botas virou mecânica insana

Um dos responsáveis criativos de Kingdom Come: Deliverance 2 contou que uma história curiosa do primeiro jogo ajudou a equipe a cravar o caminho da franquia: deixar o mundo medieval tão sistêmico que o jogador começa a acreditar que tudo ali pode virar uma grande confusão orgânica.

O caso clássico foi a famosa “saga das botas”. Um jogador percebeu que o protagonista estava sem os calçados, achou que alguém tinha roubado o item e saiu vasculhando o castelo como se fosse uma missão escondida. Na real, as botas só tinham desaparecido do cenário, mas a reação mostrou exatamente o efeito que o estúdio queria: um mundo vivo, imprevisível e cheio de histórias emergentes.

Para a equipe, esse tipo de situação foi a prova de que vale a pena investir em sistemas complexos, mesmo com todo o trampo para deixar a parada redonda e sem bugs. A comunidade começou a criar teorias e lembrar de encontros que pareciam eventos roteirizados, mas que na verdade tinham nascido da própria simulação.

Em Kingdom Come: Deliverance 2, essa filosofia foi levada ainda mais longe. Agora, se Henry apagar de bêbado, os NPCs podem roubar os sapatos e o boné dele — e até sair usando os itens. É o tipo de caos controlado que faz cada sessão render causos únicos e reforça a pegada sandbox da série.

Por Leo "Blade"

Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!

Inscrever-se
Notificar de
0 Comentários
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários