ReStory: Chill Electronics Repairs — o Jogo Perfeito pra Quem Só Quer Desligar o Cérebro Depois do Trabalho

ReStory Chill

Depois de um dia daqueles, às vezes a última coisa que você quer é um jogo cheio de cronômetro, inimigo e pressão. ReStory: Chill Electronics Repairs, dos criadores de I Am Future, chega pra preencher exatamente esse vazio: um simulador de loja de conserto de eletrônicos, ambientado na Tóquio do início dos anos 2000, sem pressa nenhuma pra te apressar.

Uma lojinha de conserto no Japão do início dos anos 2000

A proposta é gostosa de descrever: você assume uma pequena loja de reparos e passa os dias restaurando aparelhos nostálgicos da era Y2K — consoles, celulares, câmeras, tocadores de música, eletrodomésticos, e até consoles Atari licenciados oficialmente para o jogo. O processo de conserto é detalhado: você abre cada aparelho, limpa, troca peças com defeito e remonta tudo com as próprias ferramentas, num ritmo que respeita quem está jogando pra relaxar, não pra correr contra o relógio.

Fora do balcão de reparos, também tem vida: você atende clientes, escuta as histórias deles, gerencia as finanças da loja e navega por um navegador de internet estilizado dos anos 2000 pra caçar peças de reposição. E aqui mora um dos maiores diferenciais do jogo — cada interação com cliente pode mudar o rumo da história. Vai denunciar algo suspeito que encontrou no celular de um ex-bandido, ou ajudar um estudante apaixonado a se declarar pra pessoa amada? As escolhas se acumulam numa história ramificada, com múltiplos finais possíveis.

O que os primeiros jogadores estão dizendo

E a recepção, mesmo ainda nos primeiros momentos, já está calorosa. Uma análise em português resumiu bem o clima do jogo: uma grata surpresa pra quem busca desacelerar depois de um dia cansativo, com uma mecânica de diagnóstico e conserto extremamente satisfatória e um ritmo que não estressa o jogador com cronômetros. Segundo essa mesma análise, o grande diferencial é a nostalgia — manusear cada peça e reconhecer o design dos aparelhos retrô traz de volta lembranças reais de infância e adolescência para quem viveu aquela época, e o fator sentimental do jogo foi descrito como enorme para quem curte cultura vintage.

Outro jogador foi ainda mais categórico, chamando o jogo de referência que “outros jogos de conserto de eletrônicos gostariam de ser” — elogiando tanto a modelagem quanto a mecânica de reparo, além da história com finais diferentes dependendo das escolhas de diálogo. Ele relatou uma primeira jogatina de cerca de 17 horas, com uma segunda linha narrativa inteira ainda por completar, e resumiu como um jogo que vale muito o preço cobrado.

Um terceiro relato, esse mais técnico, merece atenção: um jogador com tendinite relatou dor real ao precisar segurar o botão do mouse continuamente durante os reparos, e pediu — usando como referência o modo de “clique único” do Power Wash Simulator — uma opção de acessibilidade que evitasse esse tipo de esforço repetitivo. É o tipo de feedback que vale ficar de olho nas próximas atualizações, especialmente se você também sofre com dores relacionadas a uso prolongado do mouse.

Vale a pena?

Se você está atrás de algo pra jogar sem pressão, com uma estética nostálgica bem cuidada e histórias que realmente prendem, ReStory parece ter acertado a fórmula logo de cara. O jogo custa oficialmente R$ 49,99, mas está saindo por R$ 44,99 no lançamento.

O jogo está disponível na página oficial da Steam.

Por Leo "Blade"

Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!

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