Artigos por Autor: bruno
A SNK confirmou a próxima adição do Passe de Temporada 2: Blue Mary entra em FATAL FURY: City of the Wolves no dia 26 de março. Para quem curte jogo de luta, isso importa porque ela é uma personagem clássica e tende a mexer direto no meta, principalmente para quem gosta de pressão curta, agarrões e punições rápidas.
A agente de South Town volta ao ringue
Blue Mary apareceu pela primeira vez em FATAL FURY 3 (1995) e ficou marcada pelo estilo Sambo, com uma pegada bem física: aproxima, trava o adversário e transforma qualquer erro em dano. Em FATAL FURY: City of the Wolves, a proposta segue a mesma: variar entre agarrões ágeis e finalizações pesadas, mantendo o oponente desconfortável o tempo todo.
Na história, ela é uma agente especial atuando em South Town. Mesmo tentando tirar um descanso, ela volta à ativa por causa do legado de Geese e dos tais Pergaminhos Sagrados. É aquela desculpa perfeita para colocar a personagem em ação sem enrolação.
Dois modos, duas investigações diferentes
A SNK também destacou que Blue Mary terá foco narrativo em modos diferentes, o que é um bônus para quem gosta de jogar além do online.
- Modo Arcade: ela entra no torneio para entender melhor o legado de Geese, os Pergaminhos Sagrados e a ligação com o misterioso Stroheim.
- Episódios de South Town: investigação do desaparecimento do jovem Marky após um contato do agente Kevin Rian.
Temporada 2 e a edição “com tudo”
A Temporada 2 terá seis personagens chegando mensalmente. Já estão confirmados: Kim Jae Hoon, Nightmare Geese, Blue Mary e Wolfgang Krauser, além de mais dois nomes ainda secretos. Junto disso, a SNK anunciou a Legend Edition, que reúne o jogo base e as Temporadas 1 e 2, garantindo acesso aos DLCs confirmados. Um detalhe importante: não existe plano, por agora, de vender o jogo base e a Temporada 1 separadamente.
Como gamer, eu diria que Blue Mary tem tudo para virar escolha forte: personagem de agarrão em jogo rápido costuma punir muito quem joga no automático.
A LilliLandia Games, estúdio independente ligado à Tencent Games, abriu hoje (19 de março de 2026) o primeiro teste alfa fechado de Animula Nook no PC via Steam. Para quem curte simulação de vida bem aconchegante, isso importa porque o teste já libera uma boa fatia do “microverso” do jogo e dá pra sentir como vai ser explorar, construir e viver nesse mundo minúsculo.
Seu quarto vira um mapa gigante (e você é o mini explorador)
Em Animula Nook, você encolhe e passa a explorar uma versão reimaginada de lugares comuns, como mesa, janela e cantos do quarto, só que tudo vira cenário de aventura. A ideia é coletar Emogy para subir de nível e ir destravando recursos, enquanto monta sua própria cabana com itens encontrados e materiais do mapa.
- Personalização profunda com até 500 trajes temáticos e itens de mobília desbloqueáveis
- Objetos do “mundo real” viram decoração fofa em escala mini
- Convide Minies para serem vizinhos e destrave novos projetos de construção
Skate, voo e rolês de ônibus por Minietopia
O alfa também apresenta novas regiões do universo de Minietopia, incluindo Wuruville e a Floresta Wupa. Dá para passear, andar de skate ou voar com o Wupa (um companheiro estilo gatinho) e explorar até a área da Varanda, que abre espaço para plantar ao ar livre.
- Interação com até 50 Minies, cada um com histórias e atividades
- Aprendizados com “mestres” locais: cozinhar, dançar, plantar, construir e se apresentar
- Viagens de Wubus para alcançar áreas além da casa
Se você perdeu o pré-registro, ainda há chances de conseguir acesso em eventos da comunidade nas redes sociais e no Discord do jogo. Minha leitura de gamer: Animula Nook tem potencial para ser um “comfort game” forte, e esse alfa é o momento ideal para a comunidade influenciar o ritmo, a exploração e o loop de construção antes do lançamento.
A NVIDIA acabou de dar um passo importante para quem curte jogar na nuvem e também quer mergulhar em realidade virtual. O GeForce NOW recebeu uma atualização que libera streaming em VR de até 90 fps para assinantes do plano Ultimate em dispositivos compatíveis. Na prática, isso significa imagem mais suave, resposta mais rápida nos comandos e uma experiência mais confortável em sessões longas.
VR na nuvem mais liso, do jeito que deveria ser
Com a novidade, o GeForce NOW amplia o suporte em VR para aparelhos como Apple Vision Pro, Meta Quest e modelos da Pico, chegando ao teto de 90 quadros por segundo no Ultimate. Em realidade virtual, fps não é detalhe: quanto mais alto e estável, menor a sensação de “arrasto” na imagem e maior a precisão em movimentos rápidos.
Além disso, os membros premium seguem com acesso a recursos como RTX e DLSS em jogos compatíveis, o que ajuda a manter qualidade visual sem sacrificar desempenho, mesmo rodando tudo na nuvem da NVIDIA.
- Até 90 fps em VR para o plano Ultimate
- Compatibilidade ampliada com Vision Pro, Meta Quest e Pico
- Tela virtual gigante para jogar PC como se fosse um cinema pessoal
Crimson Desert chega ao GeForce NOW em clima de hype
Junto da atualização de VR, o GeForce NOW também ganhou a chegada de Crimson Desert na nuvem. O jogo vem chamando atenção no PC e já acumulou mais de 3 milhões de adições à lista de desejos no Steam, o que mostra que muita gente está de olho nesse lançamento.
A entrada de Crimson Desert lidera uma nova leva de quatro jogos adicionados ao serviço, reforçando a ideia de “jogar pesado sem ter PC topo de linha”. Para quem joga em headset, isso ainda abre uma possibilidade bacana: alternar entre sessões em tela grande no VR e gameplay tradicional, tudo dentro do mesmo ecossistema da NVIDIA.
Como gamer, eu diria que 90 fps em VR é o tipo de melhoria que você sente em minutos — e depois fica difícil voltar atrás.
Two Point Museum acabou de receber uma atualização gratuita que mistura o caos divertido de Angry Birds com o estilo bem-humorado da série. A novidade já está disponível e importa porque adiciona áreas novas para expedições, itens de personalização e atividades que mexem direto no seu ritmo de jogo, principalmente para quem curte encher o museu de atrações diferentes.
Pássaros no estilingue: o Digiverso ficou mais bagunçado
O Digiverso, que é o mapa de expedições de Two Point Museum, ganhou mais um destino temático. Agora, os Angry Birds chegam ao Condado de Two Point e não é só enfeite: Red e companhia podem ajudar a manter seus convidados felizes e ainda segurar a onda quando os porcos aparecem para atrapalhar as exibições.
Também rola uma nova área chamada Piggy Island, com pontos de interesse e artefatos que viram peças de museu. É aquele tipo de crossover que combina com o clima de Two Point Museum, porque transforma a administração em algo mais “vivo” e cheio de pequenas confusões controladas.
- Nova região Piggy Island para expedições
- Três novos Pontos de Interesse: Cobalt Plateaus, Bamboo Forest e Pig City
- Nove exibições para coletar, incluindo um display interativo e novas peças de Vida Selvagem
- Itens temáticos de Angry Birds na loja de presentes
Primavera no museu: caçada aos ovos e mais decoração
Além do crossover, Two Point Museum também recebeu uma atualização sazonal de primavera. O destaque vai para as Easter Isles, com novos pontos de interesse e um tipo de visitante diferente: os Egg Hunters. Isso dá um gás extra no loop de explorar, expor e otimizar o seu espaço.
- Dois novos Pontos de Interesse nas Easter Isles
- Três novas exibições para expandir sua coleção
- Novas decorações e opções de parede e piso
- Quiosques e cestas de ovos de chocolate para atrair visitantes
Na minha visão de gamer, esse tipo de atualização é o que mantém Two Point Museum viciante: sempre tem um motivo novo para mexer no layout e testar estratégias sem precisar recomeçar do zero.
Diablo Immortal acabou de receber a atualização “A Captura”, que dá o pontapé no roteiro de conteúdos de 2026. Na prática, isso importa porque o jogo ganha uma nova missão principal, um PvP mais justo para quem não vive de farm, evento de chefes mais agressivo e até uma gema lendária feita para builds ofensivas.
Andariel retorna e a treta começa em Lut Gholein
A principal estrela de “A Captura” é a volta de Andariel, a Senhora do Tormento. A nova saga anual, chamada “Uma Nação em Agonia”, começa em Lut Gholein e já deixa claro que o clima vai ficar pesado em Santuário. Para quem acompanha a história, é aquele tipo de capítulo que prepara o terreno para um desastre maior — e Diablo Immortal costuma brilhar quando mistura narrativa com metas de progressão.
PvP mais na habilidade: Surto de Reinos em modo equalizado
Uma das mudanças mais interessantes é o torneio “Surto de Reinos – Desafio de Equivalentes”. A ideia é simples: menos vantagem de progressão e mais foco em jogar bem e cooperar com o time.
- Inscrições começam em 19 de março
- Torneio rola de 23 a 27 de março
- O poder é normalizado, mas a identidade das classes é preservada
- “Arranjos de Homicida de Elite” liberam builds competitivas prontas para PvP
Como jogador, eu curto essa direção: quando o PvP fica mais “limpo”, vitória passa a significar decisão certa e execução boa, não só número maior.
Chefes monstruosos e uma gema para quem joga no modo agressivo
De 19 de março a 16 de abril, o evento “Transformações Horrendas” turbina chefes de mundo selecionados com mecânicas novas e recompensas melhores, incluindo lendários e gemas normais.
Em abril de 2026, Diablo Immortal também recebe uma atualização grande do Campo de Batalha, com lutas em múltiplas fases e um objetivo compartilhado que leva a um encontro com um Demônio Superior.
Para fechar, chega a gema lendária “Tumba de Leviatã”, voltada para estilos agressivos: ela aumenta o dano e empilha “Profundezas Abissais” conforme seus acertos críticos.
Novas cenas de Death Stranding 2: On the Beach voltaram a colocar a série no centro das conversas. O material reforça que a continuação mantém o mesmo clima estranho e marcante do primeiro jogo, mas com um visual ainda mais pesado e ideias novas que podem mudar a forma como a gente explora o mundo. Para quem joga no PC, isso importa porque Death Stranding já provou que esse tipo de experiência funciona muito bem com mouse, teclado e gráficos no talo.
Um mundo lindo… e totalmente fora da caixinha
O que mais chama atenção em Death Stranding 2: On the Beach é como ele mistura paisagens realistas com momentos que parecem sonho (ou pesadelo). Sam está de volta, mas o tom geral parece mais tenso, com novas figuras no caminho e situações que dão aquela sensação de “o que eu acabei de ver?”.
Essa é a graça da franquia Death Stranding: ela não tenta ser simples. E, honestamente, é bom ver um jogo grande que ainda se arrisca.
Entrega, sobrevivência e ferramentas com cara de novidade
A base continua sendo atravessar lugares perigosos, levar carga e se virar com o terreno. Só que agora o jogo dá sinais de expandir o repertório de ações e encontros, deixando tudo mais imprevisível.
- Travessia com mais opções para lidar com obstáculos e longas distâncias
- Ameaças com presença mais agressiva, elevando a tensão durante as rotas
- Clima e ambiente com impacto forte no caminho, reforçando o lado “sobreviver à viagem”
Minha leitura de gamer: se Death Stranding 2: On the Beach acertar o ritmo e variar bem as missões, ele tem tudo para ser menos “ame ou odeie” e mais viciante de jogar por horas.
Por enquanto, a mensagem é clara: é mais Death Stranding, só que maior, mais bonito e ainda mais confuso do melhor jeito possível.
A atualização que adicionou o Challenge Mode em Tomb Raider 1-3 Remastered chegou na semana passada prometendo mais replay e competição. A ideia era simples: dar motivos para revisitar fases clássicas com metas extras. Só que, na prática, muita gente saiu frustrada, e isso importa porque esse tipo de modo depende de confiança total em tempo, pontuação e estabilidade.
Um desafio que vira teste de paciência
O Challenge Mode deveria ser o “mais uma tentativa e pronto” que a gente ama em jogos de fase. Mas vários jogadores relataram que o modo está mais castigando do que desafiando, principalmente para quem quer completar tudo com precisão.
- Inconsistência em tempo e pontuação, com runs parecendo “diferentes” mesmo repetindo a rota.
- Problemas de registro de progresso, como metas que não contam ou resultados que não ficam salvos.
- Instabilidade, incluindo travadinhas e fechamentos que estragam tentativas longas.
- Falta de clareza em algumas regras, deixando o jogador na dúvida se errou ou se o modo falhou.
Em um modo competitivo, qualquer detalhe assim quebra o clima. E quando você perde uma boa run por algo fora do seu controle, a vontade é fechar o jogo.
O que precisa melhorar para valer a pena
Tomb Raider 1-3 Remastered tem base forte: os clássicos ainda seguram bem e a coleção é um prato cheio para fãs. Por isso mesmo o Challenge Mode precisa ser “à prova de raiva”. A comunidade quer correções rápidas, metas mais transparentes e resultados confiáveis.
Como gamer, eu acho que esse tipo de conteúdo extra é perfeito para dar vida longa ao pacote, mas só funciona quando o jogo é justo. Se o estúdio ajustar estabilidade e consistência, Tomb Raider 1-3 Remastered pode transformar um lançamento mal recebido em um ótimo motivo para voltar a explorar cada tumba.
Hearthstone acaba de receber a expansão CATACLISMO, trazendo 135 cards inéditos e um tema bem direto: destruição total. Para quem joga ranqueada, Arena ou só curte testar decks malucos, isso importa porque o meta deve virar de cabeça pra baixo com novas palavras‑chave, o retorno de mecânicas gigantes e um card de herói que muda a forma de jogar.
Vire o vilão: Asa da Morte entra como card de herói
O destaque de CATACLISMO em Hearthstone é o card de herói Asa da Morte, o Quebramundo, disponível para Xamã e Guerreiro. Ao se transformar, você não só “encarna” o Destruidor como também escolhe uma entre quatro habilidades apocalípticas. Na prática, é aquele tipo de carta que define partida e cria novas condições de vitória.
Como gamer, eu vejo esse tipo de herói como um empurrão forte para estratégias mais explosivas: quem estabiliza primeiro costuma mandar no ritmo do jogo.
Gigantes no tabuleiro e duas palavras que mudam o tempo
CATACLISMO também marca a volta de Colossal. Esses lacaios chegam “quebrando” o tabuleiro porque são divididos em vários cards, com apêndices que entram junto e ocupam espaço com efeitos próprios.
- Colossal (retorno): lacaios enormes com partes extras que vêm ao jogo e pressionam na hora.
- Proclamar (nova): ao jogar, você evoca um soldado ligado ao Colossal da sua classe, dando um gostinho do que vem depois.
- Partir (nova): o card se divide na mão; dá pra usar as partes separadas ou juntar tudo para criar um efeito combinado mais poderoso.
Além disso, as Revoadas Dragônicas ganham novos cards, reforçando o clima de fim do mundo em Hearthstone.
Cartas grátis para todo mundo experimentar
Para ajudar a comunidade a entrar na briga, Hearthstone liberou acesso total a cards de Rumo ao Sonho Esmeralda e A Cidade Perdida de Un’Goro, incluindo versões Douradas, para uso gratuito durante a fase de testes da expansão CATACLISMO. É uma ótima chance de montar decks completos sem medo e entender rápido o que realmente funciona.
O estúdio independente Alloy Mushroom lançou hoje Super Alloy Crush em Acesso Antecipado no PC. A novidade importa porque o jogo chega com cara de clássico: porradaria 2D com plataforma em rolagem lateral e um tempero roguelike, daqueles em que cada run muda seu jeito de jogar e força você a improvisar.
Porrada cósmica com gosto de era 16-bit
Em Super Alloy Crush, a pancadaria acontece numa aventura espacial a bordo da nave Ranger, com a tripulação caçando um “tesouro” chamado planeta AE-38. No controle, você escolhe entre dois Caçadores Cósmicos bem diferentes: Muu e Kelly. A Muu é uma robô focada em combate corpo a corpo, com garras de energia e combos aéreos. Já Kelly mistura tiroteio com artes marciais e um estilo mais tático, perfeito pra quem gosta de controlar o ritmo da luta.
O preço de lançamento é R$ 38,99, com 10% de desconto nas duas primeiras semanas. Dá para jogar solo ou em cooperativo local, o que combina muito com a proposta de combo e caos na tela.
O que já vem no pacote (e o que ainda vai crescer)
A versão atual de Super Alloy Crush já chega com bastante coisa para quem curte rejogar e testar builds:
- Capítulos iniciais da história e progressão para desbloquear segredos
- 7 chefes principais, com mecânicas de postura e janelas de abertura
- Mais de 100 habilidades para montar combinações de combate
- Três modos: História, Batalha Intensa e Desafio Supremo
A Alloy Mushroom também prometeu grandes atualizações gratuitas nos próximos meses, incluindo novos personagens, novos tipos de inimigos (como “fantasmas”) e melhorias de progressão. Na prática, isso é um bom sinal: o tipo de jogo que vive de variedade fica mais forte quando recebe conteúdo novo com frequência.
Minha leitura de gamer: se o combate for realmente “liso” e responsivo, Super Alloy Crush tem tudo para virar aquele roguelike perfeito para sessões rápidas — e ainda melhor com um amigo no sofá.
World of Warcraft abriu a primeira série de Midnight e, junto com ela, começou uma parceria que vai além do jogo: o Programa de Mascotes Beneficentes de 2026, com apoio à Habitat for Humanity. Para os jogadores, isso importa por um motivo simples: dá para pegar um pet novo e, ao mesmo tempo, participar de uma ação solidária dentro do próprio WoW.
Roofus chega como companheiro de aventura (e de obra)
A partir de 17, já dá para adotar o cãozinho Roofus por meio do Pacote do Roofus. Ele fica disponível tanto nos servidores de Midnight quanto na progressão de WoW Classic. Ou seja, não é um mimo preso a um único tipo de servidor: muita gente vai conseguir levar o pet para a sua rotina de jogo.
O pacote foi pensado com um tema bem “construtor”, combinando com a proposta beneficente. Além do Roofus, quem joga Midnight também recebe itens de decoração para deixar o cantinho do pet com a sua cara.
- O pet Roofus
- Uma casa de cachorro com quatro estilos de moradia
- Piso que pode ser pintado
- Uma tigela de cachorro
- Duas versões de cama de cachorro
Como comprar e onde usar
O Pacote do Roofus pode ser comprado dentro do jogo ou pela loja do Battle.net. Depois disso, é só resgatar e curtir o companheiro nos conteúdos em que ele estiver disponível no seu tipo de servidor.
Na minha visão de jogador, esse tipo de campanha funciona muito bem em World of Warcraft: pet é colecionável que a comunidade realmente valoriza, então é uma forma direta de engajar sem atrapalhar o gameplay. Se você já curte colecionar mascotes no WoW, o Roofus é um daqueles que também carrega uma história legal por trás.
A Blizzard Entertainment já está aquecendo os motores para a BlizzCon 2026, com uma programação de E-sports que promete encher o palco de partidas grandes e rivalidades antigas. O evento rola nos dias 12 e 13 de setembro, no Anaheim Convention Center, e a ideia é clara: juntar nostalgia, competição de elite e finais ao vivo para quem acompanha de perto — ou torce de casa.
Um palco para lendas: nasce a Classic Cup
A grande estreia é a Classic Cup da Blizzard, um torneio “crossover” entre franquias clássicas. Em vez de focar em um único jogo, a disputa mistura diferentes títulos e coloca peso em cada partida, com um formato rápido baseado em pontos.
- Heroes of the Storm
- StarCraft: Remastered
- StarCraft II
- Warcraft III: Reforged
As equipes serão lideradas por dois nomes gigantes da comunidade competitiva: Nick “Tasteless” Plott e Dan “Artosis” Stemkoski. A promessa é de decisões rápidas e uma coroação ao vivo no palco da BlizzCon 2026.
Os “chefões” voltam: WoW, Overwatch e Hearthstone
Além da Classic Cup, a Blizzard Entertainment também confirmou o retorno de circuitos que já são tradicionais:
- World of Warcraft: a Arena World Championship (AWC) e a Mythic Dungeon International (MDI) voltam com temporada de um ano e final na BlizzCon, incluindo playoffs inter-regionais e a volta da China ao AWC.
- Overwatch: a Copa Mundial retorna celebrando 10 anos de E-sports, com 30 equipes passando por qualificatórias globais.
- Hearthstone: a Masters Tour fecha a temporada de 2026 com o campeonato ao vivo na BlizzCon.
Opinião de quem curte competir
Como gamer, eu curto quando a Blizzard aposta em formatos que valorizam história e habilidade ao mesmo tempo: a Classic Cup tem cara de “evento imperdível” porque pode gerar aquele caos bom — e cada ponto deve virar motivo de clipe e discussão na comunidade.