Artigos por Autor: Leo "Blade"
Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!
Descobrir a fraqueza dos Balancers no DLC Forsaken Hollows de Elden Ring Nightreign aumenta suas chances de vencê-los. A luta é divertida e caótica: um grupo de valquírias com glaives pode cercar você, e ao derrotá-las todas surge uma versão mais forte com ataques melhorados, enquanto os demais Balancers se levantam novamente.
Os Balancers são fracos ao sono. Você pode ver o símbolo do olho fechado ao examiná-los no menu de expedição, então procure ruínas no mapa com esse mesmo símbolo. Ruínas de sono costumam ter um chefe Runebear e podem dar armas que aplicam sono. Quebrando recipientes nas ruínas e vasculhando baús no porão, você encontra Graxa Soporífera, que aplica sono à arma, e Frascos de Sono para arremessar. Os novos mapas também têm catedrais do sono.
A Graxa e os Frascos de Sono são suas melhores opções, especialmente porque há apenas uma arma em Nightreign que garante aplicar sono: a Espada de Santa Trina. Por isso a fraqueza ao sono pode ser difícil de explorar, pois depende bastante da aleatoriedade para encontrar a ruína certa ou a espada. Ao contrário de afinidades de dano, sono é um acúmulo de status, e efeitos de status normalmente provocam reações específicas em chefes fracos a eles.
Por exemplo, envenenar o Gaping Jaw o deixa atordoado enquanto vomita o veneno; infligir loucura no Libra interrompe magias e o deixa em um modo de fúria mais fácil de lidar. Com sono, os Balancers adormecem, o que torna a luta menos caótica. Dicas adicionais:
- O Erudito pode, possivelmente, ligar efeitos de status entre inimigos; se conseguir, dá para dormir todos os Balancers ao mesmo tempo. Mesmo sem isso, o Erudito é uma boa escolha, pois permite danificar vários ao mesmo tempo e aprimorar itens com o uso, ajudando no uso dos Frascos de Sono.
- O Coveiro é forte se você dominar os timings dos agarrões, já que recebe uma arte grátis ao esquivar de um agarrão e os Balancers usam muitos ataques de agarrão, especialmente após buffar o ataque.
- Matar o Balancer central mais agressivo com os ataques melhorados atordoa todos, mas ele logo reencarna como outro Balancer. A melhor tática é manter distância do principal agressor enquanto sua equipe elimina os demais.
Comunique-se porvoz quando o Balancer principal mudar de alvo. A luta é caótica, mas é fácil de sobreviver se você souber quem está sendo atacado. Já tentou usar sono contra os Balancers? Qual foi sua estratégia?
Slay the Spire virou referência no gênero deckbuilding e não saiu do top dos melhores jogos por anos. Agora, a sequência promete desafiar esse reinado: Slay the Spire 2 estreia em early access em março de 2026 e vem com mais de tudo desde o começo. Curiosamente, a continuação quase não existiu — a Mega Crit Games decidiu entre dois projetos jogando cara ou coroa durante a pandemia.
O cofundador Anthony Giovannetti contou em entrevista que eles vinham trabalhando em vários protótipos e precisavam escolher um caminho: um jogo totalmente diferente ou uma sequência de Slay the Spire. A escolha foi feita numa chamada por voz, quando o colega anunciou o resultado da moeda; Giovannetti admite que talvez nem tenha visto a moeda. Casey Yano, outro cofundador, preferia o projeto alternativo, mas acabou aceitando o ‘assunto inacabado’ que virou a sequência.
Yano explica que começar com tecnologia nova facilita colocar ideias que eram difíceis nas atualizações do primeiro jogo. Ele também adianta que o early access terá muitos chefes, inimigos e eventos, possivelmente mais do que o primeiro ofereceu em seu lançamento. O desenvolvimento já dura mais de quatro anos, e os criadores evitam dar spoilers. E você, vai entrar no early access de Slay the Spire 2 assim que sair ou prefere esperar pela versão final?
A Kingston Fury Renegade G5 de 8 TB é um SSD PCIe 5.0 que traz o controlador SM2508 e a NAND BiCS8 de 218 camadas desenvolvida pela Kioxia em parceria com a SanDisk. Em testes práticos, o modelo entregou leituras sequenciais de 14.830 MB/s e gravações de 14.136 MB/s, números que colocam a unidade entre as mais rápidas do mercado. A combinação de controlador e memória explica esse desempenho alto.
A principal novidade é a capacidade de 8 TB em um módulo single-sided. A alta densidade da BiCS8 permite empilhar muito armazenamento sem usar os dois lados do M.2, o que mantém o drive compatível com consoles e facilita a instalação em gabinetes apertados. Nos testes, os tempos de carregamento em jogos foram muito bons, com média de 6,6 segundos no benchmark de Final Fantasy XIV: Shadowbringers. A G5 também se mostrou mais fria que rivais, com picos por volta de 63 °C.
Por outro lado, a leitura aleatória 4K ficou apenas mediana, o que pode afetar responsividade em tarefas que envolvem muitos arquivos pequenos. A disponibilidade está limitada e o preço em loja foi encontrado em cerca de R$ 7.000, tornando o custo por gigabyte alto. Para quem tem biblioteca enorme e orçamento folgado, a G5 é uma escolha forte. Para a maioria dos jogadores, um modelo de 2 TB ou 4 TB com a mesma base técnica entrega quase o mesmo desempenho por bem menos dinheiro. Você prefere ter 8 TB em um único SSD ou dividir o armazenamento e economizar?
A Nvidia virou o rosto visível da corrida pela inteligência artificial. O crescimento da empresa nos últimos anos foi enorme e chamou muita atenção. O CEO da IBM, Arvind Krishna, em entrevista, afirma que, mesmo quando uma empresa ganha muito dinheiro com poucos produtos, ainda é possível que o seu líder provoque uma nova ruptura. Ele não aposta contra a capacidade de Jensen Huang de se reinventar e levar a Nvidia a outro nível. O comentário vem no contexto de dúvidas sobre uma possível bolha em IA.
Hoje a Nvidia domina parte importante da infraestrutura de IA com chips como o H100, muito procurados por grandes centros de dados. Esse papel fez o valor de mercado da empresa chegar a cifras gigantescas, equivalentes a cerca de R$25 trilhões, e as receitas recentes chegam perto de R$285 bilhões. O preço por ação saiu de cerca de R$15 a R$20 em 2019 para algo em torno de R$900 agora. Mesmo assim, outras empresas e investidores também fazem grandes apostas no setor.
Krishna não chama isso de bolha, mas diz que parte do capital pode não ter retorno, especialmente o dinheiro tomado como dívida. Ele compara o movimento ao boom das fibras ópticas, em que poucos ataques se tornaram vencedores. Muitas empresas, como a OpenAI, a Meta, a Anthropic, a Google, a Amazon e a IBM, disputam espaço em modelos de linguagem, e a Nvidia pode acabar fornecendo a infraestrutura que todos usam. O que você acha: a Nvidia vai se reinventar ou a bolha vai pegar o mercado?
O Microsoft Excel World Championship transformou planilhas em espetáculo em Las Vegas. As entradas foram ao estilo da WWE: luzes de neon, trilha empolgante e apresentadores muito animados — um chegou a gritar para aumentar o clima. Um competidor desceu segurando uma placa escrito “I love to merge cells”, provocando vaias e risadas da plateia. Foi show puro, mesmo para quem não entende tanto de Excel.
Apesar do espetáculo, a competição é técnica. Na primeira fase, todos recebem um arquivo ao mesmo tempo e têm que resolver sete níveis que ficam mais difíceis dentro de 30 minutos. Em outras etapas, o desafio é organizar e ordenar dados bagunçados no menor tempo possível. As provas exigem rapidez, atenção e conhecimento de funções e fórmulas.
O torneio reuniu 24 participantes e o campeão deste ano foi Diarmuid Early, que somou 1.250 pontos, mais de 300 pontos à frente do segundo colocado. Ele ganhou um cinturão ao estilo lutador e um prêmio de aproximadamente R$25.000. Early também tem histórico em competições de modelagem financeira, uma experiência que ajudou na hora de competir.
Organizado pela Excel Esports em parceria com a Microsoft, o evento pega algo cotidiano e transforma em entretenimento competitivo. A plateia pode ter sido pequena, mas a produção e o formato indicam que a próxima edição deve crescer. Você veria valor em campeonato assim ou prefere os esports tradicionais?
Mesmo quem não acompanha muito tecnologia percebeu que a memória RAM está cara e difícil de achar. Um relatório indica que a SK hynix planeja construir um grande complexo de semicondutores com quatro fábricas, e o investimento cresceu para valores enormes. Construir fábricas leva anos e exige equipamentos muito caros, por isso a obra não vai resolver a falta de memória no curto prazo.
Informações indicam que os valores subiram de cerca de 120 trilhões de won para 600 trilhões de won, o que equivale a aproximadamente 480 bilhões de reais inicialmente e agora cerca de 2,4 trilhões de reais. O complexo terá quatro fábricas; a primeira deve ficar pronta até 2027. O salto no custo veio por conta da ampliação das salas limpas, da alta nos preços de materiais e da variação cambial.
A razão é a demanda gigantesca por memória dos servidores de IA; esses racks usam muita RAM e HBM nas GPUs. Por isso, fabricantes como a Samsung e a Micron estão priorizando vendas para centros de dados e reduzindo a oferta ao consumidor. Para quem monta PCs para jogar, isso tende a manter preços altos e pouco estoque por algum tempo. Mesmo que o investimento aumente a capacidade, pode demorar anos para que a oferta e os preços se normalizem. Você acha que essas fábricas vão baratear a RAM para o consumidor a longo prazo?
O recurso Dream Team chega ao jogo Disney Dreamlight Valley como parte da atualização Winter Ball, prevista para quarta-feira, 10 de dezembro. Em vídeo publicado pelo canal do jogo, a equipe mostrou o funcionamento da novidade. Com ela, você pode formar um grupo de até sete amigos, escolher nome, lema e logotipo, e combinar pedidos para trocar itens rapidamente.
Os pedidos podem ser de materiais de criação, como argila e ferro, ou de itens de missão, como peixes, flores e colheitas. No menu Dream Teams você verá tudo que cada amigo pediu. Se tiver o item, basta clicar na solicitação e confirmar a troca; o item é enviado na hora sem precisar encontrar o amigo no mapa.
A ferramenta também permite compartilhar Dream Snaps com a equipe, facilitando o envio de fotos bonitas sem precisar baixar nada no celular. Dá para entrar em várias Dream Teams ao mesmo tempo, aumentando as chances de pegar ingredientes raros como Lírios da Paz Azuis ou um feixe de madeira dura. Para quem joga sozinho, isso deve eliminar horas de espera por condições de tempo, respawn de flores ou colheitas.
Vai montar sua equipe assim que a atualização chegar ou prefere continuar tirando tudo sozinho no vale?
Passei muitas horas jogando The Outlast Trials e, apesar de já ter levado alguns sustos — e até ter pesadelos com a Mãe Gooseberry e o Homem Skinner — nada me deixou realmente petrificado. A atualização que chega na terça-feira, 9 de dezembro, promete mudar isso com um novo inimigo e um cenário inquietante.
Um trailer divulgado pela desenvolvedora revelou Project Messiah: o jogo sai dos corredores esterilizados da Murkoff e nos leva a uma pousada desolada. O local está cheio de manequins mascarados, estátuas e corpos. Entre eles aparece Liliya Bogomolova — chamada de Irmã Liliya — vestida de modo quase idêntico às figuras. Pelo que dá para ver, uma das tarefas será descobrir qual é ela e tentar fugir dela a todo custo.
O vídeo reforça que é preciso ficar quieto e imóvel — algo que sempre me falta quando estou nervoso. Se você gritar no chat ou fizer barulho, pode ser pego. Qualquer estátua pode se mover e agarrar você. A nova prova, Despoil the Auction, parece girar em torno de um leilão macabro em que você atua como o negociador e precisa sabotar o evento para cumprir o objetivo.
Os detalhes dos enigmas só vão aparecer com a atualização, mas tudo indica que será tão sombrio e tenso quanto o resto do jogo. Vou me lançar nessa para ver se consigo sair vivo. E você, teria coragem de encarar a Irmã Liliya e descobrir qual dos manequins é a inimiga?
Wardrum é um roguelite por turnos em pixel art que apareceu no PC Gaming Show. Nele, você lidera os guerreiros da sua tribo para a batalha, tudo ao som de um tambor potente. Atacar no tempo da música libera habilidades poderosas e é a chave para sobreviver.
Cada partida faz você montar sua banda de lutadores, cada um com ataques rítmicos próprios. Se um personagem não combina com seu estilo, troque por outro até encontrar a combinação certa. Os inimigos em pixel art têm visual brutal e o cenário parece queimado pela canção errada que domina o mundo.
A razão da guerra é simples: magia fora de compasso infestou as terras e agora cabe à sua tribo restaurar a harmonia enfrentando a Mãe do Ritmo. Cada tentativa enfraquece essa inimiga e permite melhorar seu grupo. Armadilhas aleatórias, clima e encontros novos mantêm as partidas sempre diferentes.
Manter o ritmo não é fácil. Debuffs como sangramento, cegueira e surdez atrapalham seu tempo e exigem prática até você acertar as batidas. A Mopeful Games ainda não anunciou data de lançamento, mas você pode adicionar Wardrum à sua wishlist na Steam para acompanhar o desenvolvimento.
Você vai adicionar à wishlist e tentar dominar o tambor?
A nostalgia bateu forte: Guild Wars Reforged traz o clássico de 20 anos com um visual renovado. A ArenaNet e a 2weeks game studios reuniram feedback dos fãs para atualizar o jogo, oferecendo melhorias técnicas que modernizam a experiência sem apagar o original. O relançamento permite que veteranos revivam a história e que novos jogadores conheçam o começo da franquia.
O teaser de cerca de 30 segundos remete a Guild Wars Prophecies e mostra cenas de batalha, explosões e a ameaça de um gárgula em Ascalon. Entre as novidades estão um overhaul gráfico em HD, áudio melhorado, interface reworkada, guia de controles na tela e um sistema novo de rastreamento de missões com indicadores de direção. Também há otimizações de desempenho, suporte a resoluções modernas e ajustes para rodar bem em dispositivos portáteis. O jogo tem compatibilidade com Steam Deck e com controles, facilitando jogar em várias plataformas.
Guild Wars Reforged está disponível agora: é gratuito para quem já possuía o jogo e pago para quem for começar do zero. O upgrade preserva o conteúdo original e traz ajustes que tornam a experiência mais acessível, como dicas visuais e um mapa mais claro. Para jogar, basta baixar pelo site oficial do jogo depois de instalar o cliente. Você vai voltar a Ascalon com o visual novo ou prefere manter as memórias do clássico?
A nova demo de Modulus já está disponível na Steam. O anúncio veio com um trailer mostrado em um evento recente. Se você gosta de jogos de automação, Modulus oferece uma abordagem mais limpa: nada de telas confusas ou sistemas impossíveis de entender. A demo deixa experimentar a ideia central do jogo com calma e sem pressão. Ela mostra a interface, os blocos básicos e como montar linhas de produção desde o começo.
O trailer revela um mundo claro, elevado sobre pilares de uma civilização antiga. Há trechos de natureza — rios, árvores e faixas de grama nas pedras brancas — e uma música suave que acompanha a construção. Vemos linhas de produção iniciais evoluindo para clusters de fábricas interligadas, e a câmera se afasta para revelar ilhas e monólitos que lembram estruturas gigantes. A estética combina industrial e natural de forma tranquila.
O grande diferencial é a modularidade: você fabrica e molda cada componente, transformando recursos brutos em máquinas e hubs que alimentam sua expansão. Não há inimigos, combate ou cronômetros; a experiência é pensada para quem prefere criar sem pressão. Ainda assim, o trailer sugere uma narrativa em que você, como construtor programado, vai descobrindo um propósito maior. Isso deve agradar quem busca produção pura sem a rotina de combate.
Quer testar a demo e ver se Modulus é o tipo de automação que você curte?