Artigos por Autor: Leo "Blade"

Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!

Prepare-se para o caos, slayer! Kaigaku, o temido demônio Lua Superior do filme Castelo Infinito, acaba de chegar como personagem jogável em Demon Slayer -Kimetsu no Yaiba- The Hinokami Chronicles 2! Disponível no pacote individual ou no Passe de Personagens Infinity Castle, ele traz golpes insanos para o Modo Versus, além de foto de perfil, citação, decoração e recompensas de maestria. E para deixar tudo ainda mais épico, a atualização gratuita 1.20 adiciona o cenário Castelo Infinito, perfeito para duelos cinematográficos! Quer mais hype? O Anime Song Pack permite trocar as trilhas das lutas por aberturas e créditos oficiais do anime, garantindo aquela vibe nostálgica enquanto você detona seus inimigos. E fica ligado: Zenitsu (Castelo Infinito) chega em dezembro para completar a festa! Então, afie sua lâmina, escolha sua música favorita e prepare-se para dominar o campo de batalha com estilo!

Dicas para Civilization 7

Depois de ouvir a comunidade, a Firaxis anunciou que Civilization 7 vai ganhar uma das funções mais pedidas desde o lançamento: a possibilidade de jogar com uma única civilização do começo ao fim da partida. Até agora, o sistema de Eras obrigava os jogadores a trocar de civ a cada transição histórica, o que deixava muita gente frustrada. A novidade está sendo testada no novo Firaxis Feature Workshop, onde membros selecionados da comunidade vão experimentar recursos em desenvolvimento. A ideia é permitir que civs de eras modernas, como o Império Francês, possam usar construções e unidades de períodos mais antigos — criando uma experiência contínua e personalizada. Se der certo, Civ 7 pode finalmente conquistar os fãs que ainda preferem os clássicos Civ 5 e Civ 6.

A EA vai lançar no dia 4 de novembro uma mega atualização para The Sims 4, corrigindo mais de 150 bugs — muitos deles escolhidos diretamente pela comunidade. Entre os destaques estão: crianças que finalmente herdam o nariz dos pais, fotos que não somem mais dos saves, e Sims pelados que param de usar chapéus (sim, isso era um bug real). A equipe também resolveu problemas como lixeiras externas quebradas, NPCs que não param de falar e mixologistas que se recusam a trabalhar. A EA promete que esse esforço não será único e já está preparando mais correções para dezembro. Se você largou o jogo por causa dos bugs, talvez seja hora de dar mais uma chance à sua família digital.

A tão esperada colaboração entre Fortnite e Os Simpsons começa neste sábado com um evento bombástico: os aliens babões Kang e Kodos vão invadir o mapa e abduzir jogadores direto para uma nova ilha exclusiva! O trailer já mostra lasers, caos e uma contagem regressiva misteriosa no Bart Treehouse — que apareceu do nada perto de Creepy Camps. O mapa especial traz locais icônicos como a Usina Nuclear e a Prefeitura de Springfield, além de armas clássicas como a SCAR e a Thunder Shotgun. Prepare-se para desviar de donuts assassinos e curtir um mini-temporada cheia de piadas, skins e loucuras que só Fortnite e Simpsons poderiam entregar juntos.

Death by Scrolling
Jogos de Tiro com Visão de Cima

Eu acordei em Purgatory inc. com a sensação de estar atrasado para um ônibus que nunca para, e foi assim que Death by Scrolling começou a me ganhar: a tela sobe sem piedade, o chão arde lá embaixo e o Ceifador lambe meus calcanhares enquanto conto cada moeda, cada gema, cada golpe que me empurra alguns pixels acima do desastre, porque nessa corrida o tempo é o inimigo mais cruel e cada escolha tem gosto de aposta perigosa, o tipo que a gente só entende quando já é tarde demais para voltar.

Vim armado apenas com o básico e um personagem que parecia ter saído de um cartaz de feira medieval, mas bastaram dois minutos para perceber que cada herói tem talento próprio e que o jogo exige leitura rápida do tabuleiro: perks que se combinam em sinfonias improváveis, habilidades que viram chave quando a lava te encurrala e uma árvore de decisões que cresce em direção ao topo como se a própria tela estivesse com fome, pedindo que eu me mova sem piscar e prometendo punição se eu fraquejar.

A primeira morte veio feia, empalada por projetis que não vi, e o Ceifador passou por mim com a indiferença de quem tem expediente a cumprir, mas a segunda corrida mostrou algo que me fisgou: entre níveis, um pequeno acampamento devolve o fôlego e vira ritual de sobrevivência, com vendedor oportunista, power-ups tentadores e quests esquisitas que mudam o ritmo no instante em que você pensa ter entendido a dança, porque é nesse intervalo que a ambição cochicha no ouvido e diz que dá para subir mais um pouco se eu sacrificar outra segurança.

Com o relógio empurrando a tela e o fogo aparando as arestas, a leitura do espaço vira instinto: passo por corredores que se estreitam, puxo inimigos para armadilhas, escapo de chamas que desenham linhas de não-retorno, e tudo isso acontece no compasso de uma rolagem que nunca cessa, criando um transe curioso onde a mente aprende a pensar dois patamares à frente, como se um metronomo invisível marcasse cada salto e cada desvio em direção ao único objetivo que importa, pagar o barqueiro com ouro suficiente para comprar passagem e sanidade.

A graça é que essa travessia não é apenas sobre reflexos: Death by Scrolling dá espaço para microplanejamento no meio do caos, e foi em uma dessas paradas que arrisquei uma build focada em chance crítica e vampirismo leve, combinação que, num jogo mais lento, talvez soasse banal, mas aqui vira cabo de guerra contra o Ceifador, que insiste em me lembrar que todo poder tem um custo quando a verticalidade não perdoa hesitação e transforma ganho incremental em salvação instantânea.

Se você curte humor sombrio temperado com referências descaradas à burocracia pós-vida, vai se sentir em casa: a MicroProse abraça o exagero, a Terrible Toybox NZ brinca com ícones clássicos, e a estética de pixel art não serve só de verniz, ela amplifica a legibilidade no meio do tiroteio, permitindo que cada pickup brilhe no segundo exato em que o fogo tenta engolir a tela, o que preserva a clareza sem amputar o caótico, mantendo aquele sabor de fliperama levado a sério.

Uma curiosidade que melhora a experiência na prática: apesar de uma confusão inicial listada pela própria equipe, o jogo funciona muito bem no controle, algo que senti na pele quando troquei o teclado pelo gamepad e minhas esquivas passaram a caber em frestas milimétricas, reforçando a ideia de que a leitura do espaço ganha fluidez quando seus polegares conversam direto com o ritmo da rolagem, e foi com esse ajuste que minhas corridas dobraram de duração e minha confiança triplicou.

Falando em bastidores, dá para notar o DNA artesanal nos relatos de desenvolvimento: testes em ondas, ferramentas internas que automatizam corridas e quebram quando o design muda, posts francos sobre iteração e sobre como o projeto nasceu de um rascunho mais amplo e encontrou sua forma perfeita ao abraçar a crueldade elegante do roguelike vertical, e essas histórias batem com o que senti no controle, uma obra que escolheu fazer menos coisas, mas fazê-las afiadas como guilhotina.

Voltando à luta, há um detalhe que deixa tudo mais picante: enquanto avança, você esbarra em side quests que parecem piada interna e, de repente, mudam prioridades, porque cumprir uma delas cedo pode significar um artefato que conversa com sua build e quase redefine a run, e quando isso encaixa, a sensação é de achar um degrau secreto no meio do incêndio, daquele tipo que te faz sorrir e pensar que talvez dessa vez o barqueiro receba o pagamento completo.

E o trailer de Gamescom entregou exatamente o que vivi no teclado e no controle: uma parede de chamas que sobe, inimigos que lotam a tela e um loop que pede só mais uma tentativa, como se o jogo fosse um elevador em queda inversa que nunca para no andar certo, e é nesse quase que mora a obsessão que me fez perder a hora e prometer para mim mesmo que seria a última corrida do dia, promessa que, claro, quebrei sem remorso quando ouvi o chiado do fogo chegando.

No fim das contas, Death by Scrolling se destaca por unir legibilidade cristalina, urgência permanente e escolhas que ferem ou salvam, ingredientes que me lembram por que o gênero vicia quando a execução entende que cada decisão precisa ter consequência, e aqui cada degrau é um pacto silencioso com o perigo, pacto que eu assino com prazer toda vez que o Ceifador aparece na base da tela para lembrar que subir é viver um segundo a mais.

Darkwood 2

Prepare-se para mergulhar de novo na escuridão: Darkwood 2 está em desenvolvimento e promete manter o terror psicológico que fez do primeiro jogo um cult. Agora sob os cuidados da Ice-Pick Lodge — criadores do perturbador Pathologic — o novo capítulo se passa nos anos 1990, nas ruínas do Mar de Aral, com novas criaturas, ambientes e dilemas existenciais. A Acid Wizard Studio, criadora original, está em hiato, mas vai atuar como consultora para garantir que o espírito sombrio da série continue intacto. Sem marcadores de missão ou tutoriais, o jogo quer te deixar perdido, assustado e questionando sua própria humanidade. Se você achava que o primeiro era estranho, o segundo promete ser ainda mais insano — e já pode ser adicionado à sua wishlist.

Ragnarok Ilusao de Luanda

A nova atualização de Ragnarök Online LATAM chegou com tudo! A instância Ilusão de Luanda desafia jogadores acima do nível 160 com monstros ancestrais e o temido MVP Tao Gunka Ancestral, além de equipamentos ilusórios poderosos. Enquanto isso, a cidade de Alberta entra em clima festivo com o Festival da Colheita — repleto de missões temáticas, comidas especiais e prêmios incríveis como o [Visual] Chapéu de Peru e buffs saborosos. Prepare-se para batalhas épicas e celebrações memoráveis até 25 de novembro!

PUBG Mobile Zumbis

A Avenida Paulista vai virar palco de um apocalipse zumbi! Neste sábado, PUBG MOBILE e Dying Light: The Beast se unem em uma colaboração inédita com evento gratuito no Shopping Cidade São Paulo. Os fãs poderão testar o novo Modo Fera, enfrentar zumbis maquiados, tirar fotos em cenários temáticos e ganhar prêmios exclusivos. E tem mais: criadores como Flashzito e BeaMom farão lives épicas enfrentando os mortos-vivos com a icônica Frigideira — tudo isso celebrando o Halloween em grande estilo!

Ne WWorld

Após anunciar o fim das atualizações de New World: Aeternum, a Amazon deixou a página do jogo na Steam praticamente desativada: não é mais possível comprar o título, as imagens e trailers foram removidos, e o único conteúdo visível é uma imagem informando que os servidores ficarão ativos até 2026 — mas sem novos conteúdos. A comunidade reagiu com indignação, especialmente após a promessa de que o jogo seguiria disponível “em todas as plataformas”; reviews recentes acusam a Amazon de abandonar um projeto que ainda tinha jogadores fiéis, e muitos comparam a página atual a um “túmulo digital” do MMO.

Nvidia Derretendo

Durante o evento GTC, a Nvidia revelou o Vera Rubin, um superchip voltado para inteligência artificial com impressionantes 6 trilhões de transistores — cerca de 60 vezes mais que uma RTX 5090. O chip é capaz de entregar 100 petaflops de desempenho bruto e inclui 88 núcleos Arm personalizados com suporte para 176 threads. Construído com múltiplos pacotes de chips e GPU monolíticas reticle-sized, o Vera Rubin representa um salto arquitetônico, utilizando o processo N3 da TSMC. A versão Rubin Ultra, ainda mais poderosa, traz quatro dies de GPU, e tudo isso deve entrar em produção em 2026. Jensen Huang, CEO da Nvidia, afirma que o chip é 100 vezes mais rápido que o DGX One de 2016 — e que pode até influenciar futuros processadores para PCs.

Battlefield™ 6
Guias

Se você quer dominar o campo de batalha em Battlefield Redsec, escolher as armas certas pode ser a diferença entre a vitória e a eliminação precoce. Neste guia, você vai descobrir quais são as melhores armas para o modo battle royale, como usá-las estrategicamente e quais carregamentos personalizados valem a pena.

KORD 6P67 – O Fuzil de Assalto Versátil

  • Por que usar: Alta cadência de tiro e excelente TTK (tempo para matar), especialmente eficaz em combates de curta a média distância.
  • Como usar bem:
    • Use o acessório 6H64 Vertical para controlar o recuo.
    • Dispare em rajadas curtas para manter a precisão em longas distâncias.
    • Ideal para jogadores agressivos que gostam de pressionar o inimigo.

SVK-8.6 – O DMR Subestimado

  • Por que usar: Alto dano por disparo e boa cadência para um rifle de precisão semiautomático.
  • Como usar bem:
    • Mire com calma: dois ou três tiros bem colocados eliminam inimigos com armadura.
    • Combine com uma SMG ou escopeta para cobrir curtas distâncias.
    • Excelente para jogadores com boa mira e posicionamento.

SOR-556 MK2 – O SCAR de Precisão

  • Por que usar: Controle fácil e espaço para personalização com acessórios.
  • Como usar bem:
    • Use o 6H64 Vertical para transformá-lo em um “laser”.
    • Adicione silenciador para flanquear sem ser detectado.
    • Ideal para jogadores táticos que gostam de manter distância e controlar o ritmo do combate.

PW5A3 – A SMG Precisa

  • Por que usar: Ótima precisão e controle de recuo, mesmo em distâncias médias.
  • Como usar bem:
    • Abuse da mobilidade para flanquear inimigos.
    • Use mira 1.00x e laser para combates rápidos em ambientes fechados.
    • Perfeita para jogadores que gostam de se mover constantemente e surpreender.

KV9 – O Rei do Combate Corpo a Corpo

  • Por que usar: Taxa de disparo absurda (1080 RPM) e dano alto por tiro.
  • Como usar bem:
    • Use em áreas fechadas como prédios e corredores.
    • Combine com uma arma de longo alcance para versatilidade.
    • Requer reflexos rápidos e posicionamento agressivo.

DRS-IAR – O LMG com Alma de Fuzil

  • Por que usar: Mistura o poder de fogo de uma metralhadora com a mobilidade de um fuzil.
  • Como usar bem:
    • Monte um carregamento com empunhadura e freio de boca para reduzir o recuo.
    • Ideal para segurar posições ou dar cobertura ao esquadrão.
    • Use com mira de 1.75x para versatilidade em média distância.

M4A1 – A Carabina Equilibrado

  • Por que usar: Excelente manuseio e TTK rápido.
  • Como usar bem:
    • Controle o recuo com empunhadura vertical e compensador.
    • Combine com um sniper ou DMR para cobrir longas distâncias.
    • Ótimo para jogadores que gostam de se adaptar a qualquer situação.

M2010 ESR – O Sniper de Longo Alcance

  • Por que usar: Alta precisão e dano letal em distâncias extremas.
  • Como usar bem:
    • Use bipé e mira 6.00x para estabilidade e visão clara.
    • Ideal para mapas abertos como Fort Lyndon.
    • Requer paciência e conhecimento de queda de bala.

Mini Scout – O Sniper Ágil

  • Por que usar: Rápida velocidade de projétil e manuseio leve.
  • Como usar bem:
    • Mire no peito e finalize com um segundo disparo rápido.
    • Use em combates de média distância com mira 3.00x.
    • Perfeito para jogadores agressivos que querem um sniper mais dinâmico.