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A indústria de games não aprendeu nada com a onda de demissões — e a conta vai cair no seu backlog

demissao

A cada mês parece que o roteiro se repete: estúdios fecham times, projetos somem do mapa e muita gente boa perde o trabalho do dia pra noite. O papo de “fase ruim” já cansou, porque as demissões continuam mesmo depois de lançamentos grandes e anos de crescimento. Do lado de cá, como gamer, o que eu vejo é simples: menos jogos finalizados, mais atualizações interrompidas e sequências que viram promessa eterna.

Esses cortes também mexem com a qualidade. Quando um time é desmontado, sobra retrabalho, trocas de direção e aquela sensação de jogo remendado. E não dá pra fingir que isso não bate na comunidade: a confiança cai, o hype vira desconfiança, e muita gente para de comprar no lançamento.

O problema não é falta de talento. É planejamento curto, metas agressivas e decisões que tratam pessoas como número. Um dia essa maré pode virar, mas hoje ainda parece longe.

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