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Gabinete com botões físicos para LEDs que você vai querer na sua mesa
CyberPowerPC

A CyberPowerPC mostrou no CES 2026 o MA-01, um gabinete mid-tower elegante que mistura vidro temperado e malha de aço. A frente e a lateral são de vidro, e a parte superior tem uma malha tecido para ventilação. Na base ficam as portas e um conjunto de três botões que chamam atenção.

Os botões controlam as luzes internas sem precisar de software: o primeiro ajusta cor, o segundo controla brilho e o terceiro muda o modo de iluminação. São acessos diretos e simples para escolher efeitos estáticos ou dinâmicos, e a faixa de cores cobre 16,7 milhões de opções. O botão de ligar fica logo acima desses controles.

O MA-01 aceita placas ATX e micro-ATX, placas de vídeo de até 420 mm, coolers de até 185 mm e fontes de até 200 mm. Na parte frontal há duas USB 3.0, uma USB-C 3.2 Gen 2 e entrada de áudio 3,5 mm, o que mantém o visual limpo e prático para uso diário.

Ele sai em três acabamentos — cinza, preto e creme — e tem uma versão em aço cromado. O lançamento está previsto para o 2º trimestre de 2026. As versões padrão chegam por cerca de R$ 780, e a cromada por volta de R$ 1.300. É uma opção elegante para quem quer um gabinete visualmente marcante e com controles físicos, embora montar o resto do PC ainda seja a parte mais cara.

Guia: Todos os códigos ativos de Anime Fighting Simulator: Endless — resgate Chikara, Yen e boosts
Roblox

Os códigos de Anime Fighting Simulator: Endless são a forma mais rápida de conseguir Chikara e Yen sem precisar farmar. Eles ajudam a comprar itens e evoluir sua classe sem enfrentar chefes. Às vezes também aparecem códigos que dão boost diário ou boost de 1 hora.

Todos os códigos ativos de Anime Fighting Simulator: Endless

  • HappyNewYear – Boost diário
  • 10MVisits – Chikara
  • 50kLikes – Chikara
  • NewBloodlines – Chikara
  • NewSpecials – Chikara
  • 15kLikes – Yen
  • 30kLikes – Yen
  • 25kLikes – Yen
  • MinorBugs – Yen
  • January Incident – Chikara
  • Krampus – Chikara
  • SecretCode – Chikara
  • BadActors – Chikara
  • ChristmasTime – Boost diário
  • ChristmasDelay – Yen
  • 10kLikes – Chikara
  • 1MVisits – Chikara
  • Gullible67 – Yen
  • 100kVisits – Boost diário
  • 1000Members – Boost diário
  • 1kLikes – Chikara
  • 2kLikes – Yen
  • 5kLikes – Chikara
  • MobsUpdate – Chikara
  • 1WeekAnniversary – Chikara
  • 400CCU – Boost diário
  • 10kVisits – Yen
  • 100Favs – Chikara
  • 50Likes – Boost de 1 hora
  • FreeChikara – Chikara
  • FreeChikara2 – Chikara
  • FreeChikara3 – Chikara
  • YenCode – Yen

Como resgatar códigos em Anime Fighting Simulator: Endless

  • Abra a experiência no Roblox
  • Clique no ícone indicado no canto superior direito da tela
  • Cole ou digite o código na caixa que aparecer
  • Clique em resgatar e as recompensas serão creditadas na sua conta

Use os códigos enquanto estiverem ativos e aproveite os boosts no jogo.

Dell renova XPS com ultrafinos, 40 horas de bateria e OLED empilhado — mudou o jogo?
Dell

A Dell trouxe de volta a família XPS com dois notebooks premium: XPS 14 e XPS 16, e anuncia um XPS 13 para daqui a pouco. A aposta é em construção de alta qualidade, autonomia longa e telas opcionais em OLED empilhado. Curiosamente, as configurações iniciais não trazem placa gráfica dedicada; a empresa confia no novo chip Intel Panther Lake e na iGPU para entregar desempenho gráfico sem GPU separada.

O design recebeu mudanças práticas: a barra de teclas capacitivas sumiu e as teclas voltaram ao teclado. O trackpad ganhou um leve etching para indicar as bordas do vidro. Ambos têm 14,6 mm de espessura e a Dell diz que o XPS 14 é mais compacto que o MacBook Air 13, proporcionando mais área de tela em menos espaço.

A grande novidade é a bateria com células 900ED, com densidade energética acima das 700ED atuais, um ganho superior a 20%. Isso permitiu manter os aparelhos finos e oferecer 70WHr de capacidade. A Dell promete até 40 horas de reprodução local de vídeo e 27 horas de streaming com o chip Panther Lake. A opção de telas tandem OLED empilha dois painéis para mais brilho (até 400 nits), mas reduz a autonomia.

Os preços iniciais lá foram ficam em cerca de R$10.700 para o XPS 14 e R$11.400 para o XPS 16. Ambos já estão à venda; o XPS 13 chega ainda este ano. Para quem busca portabilidade sem abrir mão do desempenho, os novos XPS podem ser uma alternativa interessante — resta ver, na prática, o quanto a iGPU Panther Lake aguenta em jogos e tarefas mais pesadas.

Asus x Kojima: coleção dourada com Ludens que vai encantar — mas o Flow Z13 pode decepcionar
Asus

A Asus e a Kojima Productions anunciaram uma coleção em parceria na CES 2026. A linha reúne headset ROG Delta II, mouse Keris II, mouse mat Scabbard II, uma case inspirada em Death Stranding e o ROG Flow Z13, tudo em branco e dourado. A estética é centrada no personagem Ludens, com artes do artista Yoji Shinkawa. Shinkawa diz que quis criar um gadget que pareça pertencer a Ludens e preservar a essência do personagem.

O visual é bem caprichado e a frase que mistura os slogans das duas marcas — ‘for Ludens who dare’ — aparece em todos os itens: topo do headset, lateral do mouse, borda do Flow Z13, base da case e centro do mouse mat. A case tem estilo de entrega como em Death Stranding e o dourado dá ar de luxo. São detalhes pensados para fãs e colecionadores.

Não há preço oficial para a coleção, mas a previsão é de lançamento no primeiro trimestre. O Flow Z13 é o principal item da linha e a versão padrão com AI Max 390 custa cerca de R$10.000, então a parceria deve ficar cara. Testes anteriores mostram que o Flow Z13 tem boa CPU, mas a GPU deixa a desejar para o valor pedido. Para quem quer jogar com melhor desempenho, modelos como Zephyrus, Strix G16 ou o ROG Ally podem ser opções mais adequadas. Se o preço pesar, sempre há a alternativa de usar adesivos e pintura dourada.

Você não vai acreditar neste PC: Asus ROG G1000 tem ventoinhas holográficas
Asus

A Asus revelou o ROG G1000, um PC gamer gigantesco com um sistema de ventoinhas holográficas chamado AniMe Holo. O conjunto inclui uma ventoinha frontal de 380 mm com 720 LEDs e duas laterais de 215 mm com 404 LEDs cada. As lâminas giram tão rápido que ficam invisíveis ao olho e, com um botão no topo ou pelo software da marca, as luzes criam padrões e animações que parecem hologramas.

O gabinete é enorme: quase 62 cm de altura, cerca de 58 cm de profundidade e 29 cm de largura. Além das ventoinhas, há um AIO de 420 mm alojado numa câmara superior chamada ROG Thermal Atrium, que separa componentes para tentar melhorar a refrigeração. A versão mais potente anunciada traz AMD Ryzen 9 9950X3D, placa ROG Astral GeForce RTX 5090, 64 GB de DDR5 e SSD de 2 TB. Haverá também opções com RTX 5080, RTX 5070 Ti e Radeon RX 9070 XT.

O design levanta dúvidas sobre eficiência do fluxo de ar, já que a frente é sólida e a entrada de ar fica nas laterais e embaixo. A Asus afirma que as ventoinhas ficam isoladas em painéis para reduzir vibração e ruído, mas a versão com RTX 5090 provavelmente será barulhenta sob carga. Não há preço por enquanto, e é provável que, nos próximos meses, outros fabricantes adotem ventoinhas holo em gabinetes mais acessíveis.

Você não vai acreditar no novo ROG Zephyrus Duo 2026: duas telas 3K e um modo para jogar frente a frente
Asus

O novo ROG Zephyrus Duo 2026 é um notebook gamer com duas telas OLED de 16 polegadas, resolução 3K e 120 Hz. Uma das telas fica no lugar do teclado e sobe junto com a parte superior do aparelho graças a uma dobradiça que abre até 320°; na traseira há um apoio que mantém o conjunto em pé.

Ele traz processador Intel Core Ultra 9 386H, com uma configuração que entrega 16 threads (4 núcleos de desempenho, 8 eficientes e 4 de baixo consumo). A GPU pode chegar à Nvidia GeForce RTX 5090 em versão mobile. Memória de até 64 GB LPDDR5X, armazenamento via dois slots M.2 Gen5, Wi‑Fi 7, Bluetooth 6.0 e bateria de 90 Wh. A Asus incluiu um teclado destacável que se conecta por ímã e também funciona via Bluetooth; o teclado tem 1,7 mm de curso e pode ser usado sobre a segunda tela ou separadamente.

A segunda tela tem vários usos: pode ficar plana como uma grande superfície tipo tablet, subir em modo tipo “Book Mode” ou formar uma tenda para jogar em co-op local com outra pessoa do outro lado. A ideia é interessante, mas aumenta tamanho e peso do aparelho — o modelo pesa quase 3 kg. Em desempenho, a combinação de CPU e GPU promete alto potencial, embora GPUs topo de linha em notebooks possam sofrer com aquecimento e perda de desempenho em alguns cenários. O preço ainda não foi anunciado, então a escolha vai depender do quanto você valoriza a versatilidade frente ao tamanho e ao custo.

RTX 3060
Nvidia

Um vazamento nas redes afirma que a Nvidia pode voltar a fabricar a RTX 3060 no primeiro trimestre de 2026. A notícia é por enquanto rumor, mas vem de um vazador com histórico de acertos, então ganhou alguma credibilidade. A volta da placa aparece como resposta à falta de memória DRAM que está apertando o mercado.

Faz sentido do ponto de vista industrial. As placas da nova geração usam GDDR7 e são fabricadas em um nó que também produz aceleradores de IA. A RTX 3060 usa GDDR6 e foi feita em um processo diferente. Reativar a produção da 3060 reduziria a demanda por memórias mais recentes e liberaria capacidade de fabricação para chips de IA.

A 3060 existe em versões de 8 GB e 12 GB; trazer a versão de 12 GB seria ótimo para quem joga. Mesmo assim, a decisão tem um lado ruim: mostra que a empresa pode priorizar chips de IA em vez de focar em GPUs para games. No curto prazo pode ajudar a encontrar placas mais baratas, mas é um sinal preocupante sobre as prioridades da indústria e sobre como 2026 pode ser difícil para jogadores de PC.

Mesmo que a produção volte, a reposição de estoques pode levar meses, então qualquer queda de preço deve demorar. Vale acompanhar os anúncios oficiais nas próximas semanas.

Intel promete iGPU até 77% mais rápida com Panther Lake — será que os drivers vão acompanhar?
Intel

A Intel afirma que os novos chips móveis Core Ultra Series 3, baseados na arquitetura Panther Lake, prometem até 77% mais desempenho de iGPU em jogos em comparação com a geração Lunar Lake. No papel, isso deixa notebooks ultrafinos com desempenho próximo ao de equipamentos com placa dedicada. Mas uma dúvida persiste: os drivers vão acompanhar essa promessa? Sem drivers estáveis, ganhos de desempenho podem não chegar ao jogador.

Para tentar resolver isso, a empresa diz que reescreveu toda a pilha de software e unificou camadas-chave do driver. Assim, a mesma camada pode ser otimizada profundamente e usada em várias APIs, tornando o trabalho mais eficiente. Também ampliaram a infraestrutura de testes e validaram centenas de jogos, não só alguns títulos. Em entrevista, executivos afirmaram que envolveram cerca de 300 desenvolvedores em jogos pré-lançamento e suportaram 50 lançamentos de driver no dia zero. Eles contam que agora começam a colaborar com estúdios 18 a 24 meses antes do lançamento, testam builds e fazem coengenharia para ajustar o suporte.

Mesmo com esses passos, sobra cautela. Produtos anteriores da Intel, como uma GPU desktop, ainda tiveram problemas de driver nos testes. Além disso, Nvidia e AMD investem muito nessas equipes. Se a Intel mantiver esse ritmo de integração, testes e lançamentos no dia zero, os novos iGPUs podem mesmo virar uma opção sólida para quem joga em notebooks finos. Vamos torcer para que os drivers correspondam à promessa.

Intel Core Ultra Series 3: iGPU até 77% mais rápida — os chips que podem liberar notebooks gamers finos
Intel

A Intel apresentou na CES sua família Core Ultra Series 3, baseada na arquitetura Panther Lake, e afirma que os modelos topo de linha trazem até 77% de ganho em gráficos integrados em relação à geração anterior, Lunar Lake. A linha traz iGPUs com suporte a ray tracing e promete melhorias no driver gráfico, o que pode tornar notebooks finos e handhelds capazes de rodar jogos modernos sem placa dedicada.

O principal é a iGPU Intel Arc B390, baseada nos núcleos Xe3. O Core Ultra X9 388H tem 16 núcleos totais, iGPU com 12 núcleos Xe3, turbo de até 5,1 GHz e 50 TOPS no NPU. Há variantes X7 que também usam a B390 e uma Core Ultra 5 338H com a Arc B370, de 10 núcleos Xe3. Modelos menores usam a Intel Graphics com 4 ou 2 núcleos Xe. As CPUs usam o processo 18A em tiles e chegam a suportar LP5/X até 9600 MT/s, 96–128 GB de memória, 25 W de base e turbo na casa de 55–80 W, dependendo do modelo.

Se as promessas se confirmarem em testes independentes, a geração pode mudar o mercado de laptops gamers finos e handhelds, entregando boa jogabilidade sem GPU dedicada. A experiência final vai depender de drivers, ajustes dos fabricantes e configurações de potência dos aparelhos. Ainda não há dados de preços ou disponibilidade para o Brasil; teremos que esperar testes e anúncios dos parceiros.

Nvidia garante 4K a 240Hz com DLSS 4.5 — 6x frame gen vai revolucionar seu PC?
Nvidia

A Nvidia revelou o DLSS 4.5, prometendo rodar jogos com path tracing em 4K a 240 Hz usando inteligência artificial. A novidade junta um modelo transformer de segunda geração com Multi Frame Generation ampliado para tentar entregar fluidez acima de 240 Hz em jogos muito pesados.

Multi Frame Generation (MFG) agora pode inserir até cinco frames extra entre cada frame renderizado, chegando a 6x de frame gen. O novo modelo usa mais poder de processamento e um conjunto de treino maior para reduzir ghosting, cintilação e melhorar a estabilidade temporal e as bordas. A técnica mistura interpolação, fluxo óptico e geração de imagem por IA.

O recurso de MFG exige GPUs da série RTX 50 (arquitetura Blackwell) para alcançar esses níveis. Ainda que gere frames, você precisa de uma taxa de entrada alta — idealmente 60 fps ou mais — e baixa latência no PC, ou os ganhos desaparecem e surgem artefatos. Em demonstrações, uma RTX 5090 rodou Black Myth Wukong em 4K a 246 fps com 6x MFG e 53 ms de latência.

A Nvidia vai lançar o Dynamic MFG no app, que ajusta automaticamente a geração para mirar a taxa do monitor ou um nível fixo. O DLSS 4.5 Super Resolution não fica restrito à série RTX 50: qualquer GPU RTX deve receber o novo modelo, e a empresa afirma que mais de 400 jogos terão suporte no lançamento. Resta ver na prática se os jogadores vão ativar essa geração agressiva de frames.

Area-51
Alienware

A Alienware atualizou o desktop Area-51 para oferecer processadores AMD Ryzen com tecnologia X3D. Agora o cliente pode escolher placas-mãe ATX Alienware X870E e CPUs como Ryzen 7 9700X, Ryzen 7 9800X3D e Ryzen 9 9950X3D, com a opção do novo Ryzen 7 9850X3D quando ele for lançado, que traz boost de até 5,6 GHz, mas poucas mudanças em relação à versão anterior.

O modelo mantém a promessa de ser altamente atualizável, embora até hoje alguns upgrades exigiam um kit que facilita o uso de peças não-Dell na frente do gabinete e a conexão do RGB — um item cobrado à parte que custa cerca de R$180. Muitos jogadores esperam que esse kit venha incluso, já que sua função é básica para conectar painéis e iluminação.

Fora isso, o Area-51 segue com opções de placa de vídeo que vão da RTX 5070 até a RTX 5090 e adota um fluxo de ar em pressão positiva, pensado para manter o PC frio e silencioso. Para quem reclamava da falta de AMD no topo da linha, a chegada dos Ryzen X3D resolve essa lacuna e deixa o Area-51 mais atraente para entusiastas que querem alto desempenho e compatibilidade ATX para atualizações futuras.