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Intel Core Ultra Series 3: iGPU até 77% mais rápida — os chips que podem liberar notebooks gamers finos
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A Intel apresentou na CES sua família Core Ultra Series 3, baseada na arquitetura Panther Lake, e afirma que os modelos topo de linha trazem até 77% de ganho em gráficos integrados em relação à geração anterior, Lunar Lake. A linha traz iGPUs com suporte a ray tracing e promete melhorias no driver gráfico, o que pode tornar notebooks finos e handhelds capazes de rodar jogos modernos sem placa dedicada.

O principal é a iGPU Intel Arc B390, baseada nos núcleos Xe3. O Core Ultra X9 388H tem 16 núcleos totais, iGPU com 12 núcleos Xe3, turbo de até 5,1 GHz e 50 TOPS no NPU. Há variantes X7 que também usam a B390 e uma Core Ultra 5 338H com a Arc B370, de 10 núcleos Xe3. Modelos menores usam a Intel Graphics com 4 ou 2 núcleos Xe. As CPUs usam o processo 18A em tiles e chegam a suportar LP5/X até 9600 MT/s, 96–128 GB de memória, 25 W de base e turbo na casa de 55–80 W, dependendo do modelo.

Se as promessas se confirmarem em testes independentes, a geração pode mudar o mercado de laptops gamers finos e handhelds, entregando boa jogabilidade sem GPU dedicada. A experiência final vai depender de drivers, ajustes dos fabricantes e configurações de potência dos aparelhos. Ainda não há dados de preços ou disponibilidade para o Brasil; teremos que esperar testes e anúncios dos parceiros.

Arte com processadores da Intel de 14ª Geração
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Um resultado em um banco de dados de benchmark mostrou o novo processador Panther Lake da Intel em ação, e os números são só razoáveis. O modelo registrado é o Core Ultra 9 386H, um chip móvel de 16 núcleos, que marcou 2.849 pontos no teste single-core e 15.434 pontos no multi-core. O resultado single-core chama mais atenção porque permite comparar diretamente a evolução dos núcleos de alto desempenho.

Na configuração esperada, o 386H tem quatro núcleos de alto desempenho, oito núcleos eficientes e quatro de baixo consumo. Um modelo parecido da geração anterior teve cerca de 2.608 no single-core e 14.812 no multi-core, então a melhora parece incremental. Em comparação, a Apple e a Qualcomm têm chips que passam de 4.000 no single-core, enquanto a AMD fica perto dos 2.800, o que mostra que, em desempenho puro, os x86 ainda ficam atrás dos melhores ARM.

Também é bom lembrar que um benchmark é só um dado e não representa todo o uso real. Como o Panther Lake é pensado para dispositivos móveis e produzido em um novo nó, a eficiência e a autonomia podem ser o que mais importa. Vamos precisar dos testes completos e das medições de consumo para formar uma opinião definitiva, depois do lançamento previsto para janeiro. E você, acha que a Intel vai compensar com melhor eficiência ou precisa entregar mais desempenho para competir?