A modder conhecida como rejuvenate finalmente conseguiu algo que muitos fãs queriam: transformou The Witcher 3 em uma experiência multiplayer. O mod Witcher Online permite entrar em um servidor com outros witchers, Yennefer, Jaskier e outros personagens, para conversar, fazer emotes via comandos de console e socializar pelo mundo do jogo. É mais um modo de convivência do que um coop de combate. A própria autora já criou o Wolven Trainer, um mod que junta freecam, troca do horário do dia, editor de roupas e vários ajustes, por isso o projeto parece natural.
Há várias limitações importantes: o mod não sincroniza inimigos entre os jogadores, então você não pode se juntar a amigos para enfrentar um chefe. Também não sincroniza montarias nem barcos, o que faz quem está a cavalo parecer voando. Gwent não funciona em partidas conjuntas, mas dá para pescar e curtir a companhia na beira do píer.
O foco é deixar o Continente mais confortável para quem quer roleplay e momentos sociais. Para usar Witcher Online é preciso instalar alguns mods adicionais primeiro, como Custom Player Characters, Chill Out e Community Patch – Shared Imports. Um guia de instalação completo está disponível na página do mod. Mesmo com limitações, é impressionante ver The Witcher 3 ganhando esse tipo de experiência multiplayer.
Conseguir autorização para usar os Registradores de Protocolo em Arknights: Endfield pode ser confuso. Enquanto explora Talos-II, você provavelmente vai ver vários bonecos amarelos em forma de balão acenando; ao interagir aparece a mensagem ‘A autorização de acesso não pode ser verificada. Por favor, adquira autorização de acesso antes de começar novamente.’
Passei um bom tempo procurando uma forma de obter essa autorização, achando que era um puzzle ambiental ou que precisava de algum item escondido. Não é o caso. Os Registradores de Protocolo são liberados pela história principal.
Para usá-los, é preciso avançar até completar todo o Capítulo I, Processo I — nessa parte você salva a Base do Hub e enfrenta os Landbreakers no Passo do Vale. Depois de voltar, fale com André; isso desbloqueia a autorização de acesso para os bonecos de balão.
Interagir com os Registradores concede um recurso chamado Índice AIC. Esse recurso é usado no Plano AIC para pesquisar novas tecnologias de fábrica, permitindo construir mais unidades, fabricar materiais e melhorar a produção.
A partir desse ponto, os Registradores também passam a aparecer no mapa, então você pode coletá-los enquanto explora Talos-II.
Resumo rápido da tier list de Arknights: Endfield logo após o lançamento. O meta ainda não está fechado, mas já dá para ver quais personagens se destacam. A utilidade de cada um depende muito do tipo de time e das reações elementais.
Na S-tier estão Laevatain, Yvonne, Gilberta, Last Rite e Ardelia. Laevatain é a principal escolhida em times Heat por seu ultimate em área e por sinergia com Combustion. Yvonne é uma DPS Cryo de alvo único que vira uma torre durante o ultimate e funciona bem com congelamento. Gilberta é o suporte mais versátil para times de artes, aplicando Susceptibilidade e Corrosão. Last Rite brilha com golpes finais e miragens que aplicam Cryo. Ardelia é a cura mais eficiente e também amplia dano ao manipular Corrosão.
A-tier traz elétricos fortes como Avywenna, Perlica e Arclight, além de opções físicas e de suporte como Pogranichnik, Wulfgard, Ember e Lifeng. Times Cryo e Heat parecem ser os mais potentes, mas exigem vários seis-estrelas para render. Em compensação, times elétricos e híbridos Cryo/Physical são mais amigáveis para jogadores free-to-play, usando muitos quatro e cinco-estrelas.
Se for investir, priorize suportes versáteis como Gilberta e Ardelia e baterias acessíveis como Akekuri. Monte seu time conforme os personagens que conseguir e foque nas sinergias elementais. Vale lembrar que alguns personagens podem aparecer em banners iniciais, mas terão banners dedicados depois do lançamento.
A Gravity lançou a nova atualização de Ragnarök Online LATAM com o Episódio 17.1, o Passe de Batalha e aumento do nível máximo dos personagens. A atualização marca a chegada do último episódio conhecido nos servidores da América Latina e prepara o jogo para uma fase com conteúdos inéditos. A expansão eleva o nível máximo para 185 e as classes chegam ao nível 65.
O Episódio 17.1, chamado Ilusión, começa em Schwarzwald, onde a República amplia suas ações e forma uma aliança temporária com o governo, a Vento Secreto e a Rebelião. Com base em Einbroch, a Rebelião realiza ataques a instalações secretas e descobre um complexo de pesquisa. A partir do nível 110, uma nova sequência de missões explora conspirações da corporação Rekenber, experimentos secretos e conflitos civis. Novas áreas como OS Restrito e COR são adicionadas, além de instâncias focadas nas operações da Rebelião.
A atualização traz sistemas que facilitam a progressão e a customização. Equipamentos de Honra ficam completos para personagens acima do nível 99, com itens adquiridos por moedas do episódio e versões físicas e mágicas. Há NPCs de troca, Tickets de Refino que elevam equipamentos direto ao +9 sem risco e Combinadores que aplicam bônus aleatórios sem perda de refino ou cartas. O Passe de Batalha chega com versões Gratuita e Premium. Todas as contas recebem um convite via RODEX no primeiro personagem logado, que deve ser trocado com a NPC Ascundaiga pelo Passe Básico para acessar as missões do Quadro de Missões. A tabela de experiência foi ajustada e o conteúdo abre espaço para novos desafios e instâncias.
MY HERO ULTRA RUMBLE recebeu sua Temporada 15, disponível gratuitamente para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC via Steam. A atualização traz Fumikage Tokoyami, da Classe 1-A, como novo personagem jogável. Tokoyami usa a individualidade Dark Shadow, uma entidade sombria que aumenta seu poder. O game segue como um battle royale de 24 jogadores com cross-play entre plataformas.
Dark Shadow fica mais forte na escuridão e mais fraco na luz. Em seu modo Assault, Tokoyami canaliza a escuridão para ataques coordenados e pressão alta. Entre suas ações especiais estão Black Ankh, que aumenta seu poder corpo a corpo e mobilidade, e Twin Wings of the Black Arm, que permite saltos aéreos e planar. Essas habilidades dão a Tokoyami mistura de dano e movimentação.
A Temporada 15 também adiciona o cenário Neo Academia, com áreas como Coffin in the Sky, a casa do Todoroki e o Hospital Jaku. Trajes exclusivos e ilustrações serão lançados ao longo da temporada. Haverá eventos para desbloquear recompensas, incluindo o macacão de treino da U.A. do Midoriya, o traje de herói de Monoma, novos emotes, diálogos e partes aprimoradas. Forme sua equipe, combine individualidades e lute para ser o último sobrevivente. O jogo é gratuito e permite partidas com heróis e vilões.
Esta semana trouxe uma das maiores mudanças no núcleo de World of Warcraft desde o lançamento original. A pré-atualização da expansão Midnight, que estreia em 2 de março, bloqueou várias informações que os add-ons podiam ler durante o combate, simplificou classes e especializações e incluiu novas funções no próprio sistema de interface. Jogadores chegaram a chamar a mudança de “addonpocalype”.
Em entrevista, o diretor sênior explicou que a ideia foi evitar que ferramentas externas resolvessem mecânicas de chefes e coordenassem rotações, algo que vinha se tornando quase obrigatório para guildas competitivas. No início, a equipe fechou quase todo o acesso a dados de combate e isso quebrou muitos mods, incluindo opções de acessibilidade e interfaces populares. A equipe de desenvolvimento conversou com autores de add-ons e ajustou as restrições, limitando as regras mais duras a masmorras, raides e PvP instanciado. Também ampliaram as ferramentas internas para compensar funções essenciais.
A equipe planeja mais ajustes. Uma atualização menor 12.0.1 chegará em poucas semanas para corrigir e melhorar recursos. Designers vão tornar encontros mais dinâmicos e menos previsíveis, por exemplo variando alvos e tempos, para reduzir a vantagem de add-ons que preveem padrões. Ao mesmo tempo, a interface nativa ganhará medidores de dano, gestor de cooldowns com alertas visuais e ajustes de exibição que podem substituir parte dos mods. A meta é manter o jogo justo sem matar o ecossistema de add-ons.
A Thunder Lotus confirmou que 33 Immortals, seu roguelike cooperativo de ação, chegará ao Steam em meados de 2026. O jogo está em Acesso Antecipado desde março e está disponível no PC (Windows) via Epic Games Store, no Xbox Series X|S e via Xbox Game Pass e Cloud Gaming. A comunidade já passou de 1 milhão de jogadores, e a estreia no Steam trará a versão mais atualizada. O jogo evoluiu junto com a comunidade desde o lançamento, com feedback que guiou mudanças e novos conteúdos.
Durante o Acesso Antecipado, 33 Immortals recebeu cinco grandes atualizações. Elas adicionaram conteúdo novo e melhoraram a jogabilidade. As cinco atualizações ampliaram o conteúdo com novos modos e inimigos, além de ajustes que deixaram a experiência mais polida. Tudo isso estará na versão do Steam. O diretor criativo do jogo afirmou que levar 33 Immortals ao Steam é um passo importante e que a equipe quer continuar construindo o jogo com mais jogadores se juntando à rebelião.
Em 33 Immortals, até 33 jogadores controlam almas condenadas que se rebelam contra o julgamento final. Partidas com pareamento instantâneo permitem formar equipes rápidas para enfrentar hordas de monstros e chefes colossais. O sistema de relíquias e os aprimoramentos permanentes deixam você experimentar builds e estilos diferentes entre as tentativas. O foco é cooperação e sobrevivência em encontros frenéticos. Se gosta de ação cooperativa e desafios repetíveis, vale acompanhar a chegada ao Steam prevista para 2026.
A atualização 0.97 do PowerToys trouxe um recurso que pode mudar a sua rotina com múltiplos monitores. Chama-se Cursor Wrap. Com ele, as bordas das telas ficam conectadas: ao mover o cursor para fora de um monitor, ele reaparece na borda oposta do monitor vizinho. Isso evita que o ponteiro fique preso em cantos ou tenha movimentos estranhos quando você usa arranjos complexos de telas.
O recurso é especialmente útil para quem tem telas em grade, por exemplo duas linhas de três monitores, uma situação em que o Windows costuma errar na passagem do cursor. Cursor Wrap permite que o mouse atravesse displays sem esforço, tanto na vertical quanto na horizontal. Mesmo com apenas uma tela ligada, ele pode fazer o cursor ‘saltar’ do topo para a base, criando um fluxo contínuo. Usuários que preferem bordas fixas podem manter a opção desligada.
A mesma atualização também ampliou o controle das cores da interface do Windows, deixando mais fácil personalizar o Menu Iniciar e outros elementos. PowerToys segue sendo um conjunto prático de ferramentas para quem quer mais controle do sistema. Se você trabalha com várias telas, faz streaming ou gosta de deixar o PC do seu jeito, vale testar o Cursor Wrap e as novas opções de cor para ver se melhoram seu fluxo.
Depois de anos de mistério, Crimson Desert ganhou data de lançamento: 19 de março. O estúdio confirmou que o jogo foi finalizado e está pronto para distribuição, com possíveis ajustes no lançamento. Faltam pouco mais de oito semanas até a versão completa chegar.
O jogo acompanha Kliff e o mundo de Pavel. Durante o desenvolvimento, o estúdio prometeu juntar muitas mecânicas e estilos em um só título. Nas primeiras impressões, parecia um action RPG com tanta variedade que é difícil imaginar como tudo vai funcionar junto.
Nos vídeos de gameplay, Kliff mostra uma lista absurda de habilidades e atividades:
- Lutar com espada, lança e machado
- Atirar com arco
- Combate corpo a corpo com técnicas de kung fu
- Agarrar e arremessar inimigos estilo luta livre
- Usar geomancia e magias que alteram o movimento
- Convocar barragens de artilharia
- Execução furtiva e missões de resgate
- Resolver quebra‑cabeças no estilo de santuários
- Minerar, cozinhar e gerenciar recursos
- Planar com uma capa sombria e movimentos aéreos
- Pular várias vezes com magias e atravessar portais dimensionais
- Montar animais e pilotar mechs de combate
No fim das contas, Crimson Desert parece reunir muitos gêneros. A dúvida é se tudo isso vai se encaixar de forma coerente. Em 19 de março saberemos. Fique ligado se curte jogos com muitas opções de gameplay.
Se você gosta de jogos cozy mas está cansado do visual pastel e dos personagens chibi, esta lista é para você. Aqui estão jogos que oferecem conforto e ritmo lento sem o estilo fofinho: gestão tranquila, exploração calma, puzzles e construção com atmosfera mais séria.
- Promise Mascot Agency — Começa com luta de rua, mas o resto é dirigir por uma cidade antiga, ajudar moradores e administrar uma agência de mascotes. O tom é calmo: coletar itens, cumprir pequenas tarefas e ver a cidade prosperar.
- Chants of Sennaar — Você explora uma torre resolvendo puzzles que giram em torno de entender línguas inventadas. Anotar símbolos e perceber padrões dá uma sensação de conquista discreta e reconfortante.
- Project Zomboid — Com os zumbis desligados, o foco vira cuidar de uma casa e virar autossuficiente. Plantar, carpintar, cozinhar e organizar um abrigo criam uma rotina relaxante.
- Potion Craft — Preparar poções é um processo físico e meditativo: pisar, mexer, dosar e nomear cada mistura. O jogo incentiva experimentar e montar seu próprio livro de receitas.
- Dystopika — É um construtor livre no estilo Townscaper, mas com visual cyberpunk e luzes frias. Não tem stakes; você cria paisagens urbanas escuras e estranhamente bonitas.
Esses jogos provam que cozy é mais sobre ritmo e cuidado do que aparência. Se quer algo aconchegante longe do rosa e do pixel, experimente um deles conforme seu gosto.
Gore Verbinski, diretor dos primeiros filmes de Pirates of the Caribbean e de Rango, disse que a qualidade dos efeitos visuais nos filmes caiu. Em entrevista, ele apontou o Unreal Engine como o principal causador. Para ele, a chegada do Unreal e sua adoção como base de trabalho, no lugar de ferramentas como Maya, foi o maior retrocesso. O diretor citou que o motor tem sido usado cada vez mais na produção de filmes e séries, inclusive para cenas finais.
A Epic Games reagiu por meio de Patrick Tubach, supervisor de VFX da empresa. Tubach disse que culpar uma única ferramenta é impreciso. Há hoje muito mais gente fazendo gráficos por computador, com resultados variados. Ele afirmou que estética e técnica vêm dos artistas, não do software. Tubach também tem experiência em grandes estúdios e já trabalhou em efeitos de filmes de grande porte, além de ter colaborado em projetos com Verbinski.
Tubach afirma que o Unreal é usado principalmente para pré-visualização, produção virtual e, em alguns casos, para pixels finais. Ele garantiu que artistas de grandes blockbusters de quinze anos atrás só podiam sonhar com ferramentas tão poderosas na mesa. O debate mostra que a discussão não é só sobre software, mas sobre quem o usa e como. A troca de opiniões entre o diretor e a empresa segue aberta.