Mexican Ninja te joga em Nuevo-Tokyo, um Frankenstein cultural nascido quando Japão e México colidiram em poder, fogo e traição. Narcos e Yakuzas se misturaram e criaram os Narkuzas, uma classe dominante que manda em tudo e transforma a cidade num feudo torto. Nas periferias, um grupo de rebeldes mira as cinco cabeças desse clã, e é aí que entra o Mexican Ninja, num 2.5D roguelike beat ’em up rápido, caótico e cheio de atitude, onde você fatia Narkuzas com combos apertados, poderes espirituais e Mexican Jutsus.
O foco aqui é combate preciso: posicionamento, movimento e o timing certo dos ataques são a diferença entre continuar a run ou virar estatística. É um brawler “pega e joga”, mas que recompensa quem domina o sistema. Você explora as ruas estilizadas de Nuevo-Tokyo, treina com o El Mero Mero Sensei para destravar habilidades ninja, faz pacto com espíritos mexicano-japoneses para usar seus poderes nas runs, testa builds diferentes, encaixa combos e ainda encontra peças de roupa escondidas para deixar o ninja com mais estilo. A famosa Way of the Donkey é a árvore de skills da parada, usada pra moldar seu jeito de lutar.
O clima é de humor sombrio e sátira pesada, com violência em estilo cartoon, palavreado forte em inglês e espanhol, piada suja e um mundo de crime organizado, drogas e decadência urbana exagerada, tudo assumidamente over-the-top. O jogo é single-player, focado em PvE, com suporte a controle, Steam Cloud, Family Sharing e interface, áudio e legendas em português do Brasil, previsto para sair no primeiro trimestre de 2026. Você encara esse futuro feudal de Narkuzas no soco e na katana ou passa longe desse caos mexicano-japonês?
Um criador de conteúdo fez um experimento curioso dentro de Red Dead Redemption 2: ele tentou checar se a população de Valentine bate com dados reais de 1907. O objetivo era ver emprego, indústria, renda aparente, idade e saúde dos NPCs. O método foi simples: dividir a cidade em uma grade e coletar amostras aleatórias em vários horários do dia.
Para identificar cada pessoa, o pesquisador usou pistas visuais como roupas, ambiente e até dentes ausentes. Não era possível entrevistar os NPCs, então essas pistas serviram como proxy para trabalho e condição física. Com esses dados em planilha, ele comparou com o censo histórico.
O resultado foi surpreendente em vários pontos. A composição da cidade ficou bastante próxima da realidade: a taxa de desemprego parecia um pouco maior no jogo, havia mais trabalhadores de entretenimento e menos de construção do que se esperaria na época. A maior diferença foi na saúde bucal — os personagens têm dentes mais inteiros do que moradores reais do início do século XX.
No geral, o experimento mostra que a visão da fronteira em Red Dead Redemption 2 é detalhada e crível. Apesar da romantização típica de histórias de pistoleiros, ver números reais alinhando com a simulação dá peso à ambientação do jogo.
Pipistrello and the Cursed Yoyo te coloca em uma aventura 2D vista de cima por uma cidade enorme, cheia de distritos, becos e prédios de corporações duvidosas. A história foca na família Pipistrello, dona do monopólio de energia, que agora vê seus negócios ameaçados por chefes do crime dispostos a tomar tudo à força. Para enfrentar isso, você usa a arma mais improvável: um ioiô amaldiçoado que é ao mesmo tempo ferramenta e extensão do personagem. O ioiô serve para atacar, para se mover e para resolver desafios em combate, plataforma e exploração.
Cada truque novo muda a forma como você enxerga o cenário. O jogo mistura combate, plataforma, quebra-cabeças e exploração e incentiva você a encadear manobras e criar rotas próprias, tratando a cidade como um grande parque de manobras. São quatro distritos e mais de mil telas cheias de desafios e segredos. Os prédios dos quatro chefes são labirínticos e trazem inimigos, armadilhas e puzzles de ação. Muitos obstáculos aceitam soluções múltiplas, então o mapa vira um sandbox para rotas criativas e tentativas diversas.
A progressão passa por dominar mais de dez truques e golpes especiais, equipar dezenas de badges que mudam seu estilo e negociar upgrades passivos com um agiota nada confiável. Também há colecionáveis espalhados pela cidade. A campanha é single-player e oferece conquistas, cartas colecionáveis, salvamento na nuvem, editor de níveis e interface em português do Brasil. Você encara a vida de mestre do ioiô no meio da intriga corporativa ou prefere deixar a cidade nas mãos dos criminosos?
Fallout 76 teve um lançamento problemático. Muitos jogadores chegaram empolgados com a ideia de um Fallout multiplayer, mas encontraram desempenho ruim, recursos faltando e um beta que nem tinha chat por texto ou ajuste de campo de visão. A estreia ficou marcada como um dos piores lançamentos, e muita gente largou o jogo logo no começo. Desde então se passaram sete anos.
Com o tempo o estúdio foi trabalhando e o jogo mudou bastante. Foram dezenas de atualizações gratuitas, incluindo 25 grandes reformulações que ampliaram o mapa, trouxeram novas histórias e adicionaram funções estranhas e divertidas — até opções de customização curiosas e áreas radioativas para explorar. Hoje é possível explorar um mundo maior cheio de missões, enfrentar mutantes e montar acampamentos em lugares bonitos do Wasteland.
Em entrevista, o diretor criativo diz que a comunidade ajudou a moldar o caminho do jogo: o lançamento foi só o primeiro capítulo e a relação com os jogadores foi crescendo. Quem ficou desde o começo viu a região de Appalachia se transformar com dezenas de atualizações, e quem chega agora pode aproveitar todo esse histórico de conteúdo. O jogo hoje é bem diferente do que saiu no lançamento e pode surpreender quem volta. Vale a pena experimentar se você busca ação no mundo pós-apocalíptico, com encontros cooperativos ou partidas solo.
Master Lemon: The Quest for Iceland te joga num caos bem específico: um arquipélago chamado Bashires sendo engolido por uma praga que apaga memórias e ameaça deletar línguas inteiras do mapa. Você acompanha Lemon nessa missão para dominar a própria linguagem e tentar segurar esse desastre, numa aventura focada em história, cheia de clima melancólico e aquele toque de fantasia estranha ambientada na Islândia, feita como homenagem ao André Lima e à paixão dele por idiomas e culturas.
O jogo te larga num mundo em pixel art, com exploração top-down, personagens bem marcados e vários puzzles espalhados pelas ilhas. Cada povo Bashir é inspirado em culturas reais, e o jogo faz questão de brincar com isso: você usa palavras de mais de 25 idiomas do mundo real para interagir com o cenário, resolver enigmas e literalmente alterar o que acontece à sua volta. Nada de só apertar botão genérico: aqui o vocabulário vira ferramenta de gameplay e parte do quebra-cabeça pra enfrentar a tal praga devoradora de memória.
O jogo mistura adventure, RPG, interactive fiction e puzzle, com campanha single-player, 16 conquistas na Steam, suporte a PT-BR completo e aquele combo de save na nuvem e Family Sharing que agrada quem vive trocando de máquina. As reviews estão “Muito Positivas”, vamos conferir?
O estúdio indie Little Legendary anunciou que SHADE Protocol, seu Metroidvania 2D de ciberfantasia, terá campanha no Kickstarter no outono de 2026. A equipe é pequena — só cinco pessoas — e quer com a campanha financiar versões de console, acelerar o desenvolvimento, adicionar conteúdo e contratar compositores convidados. Um trailer novo, com trechos de gameplay gerados pela própria engine, foi exibido no Latin American Game Show.
No jogo, música, código e combate se misturam. Você alterna entre as formas DAWN (Alvorecer) e SHADE (Sombra) para acessar habilidades diferentes e mudar o estilo de luta. Instrumentos musicais viram armas, cada um com papel único: Lança do Crepúsculo, Grande Machado do Nascer do Sol e Chakram da Meia-Noite, entre outros. Os Protocolos (UNISON) permitem recodificar inimigos, combinar fragmentos de código e reescrever partes do mundo.
Uma das mecânicas mais curiosas é poder cortar o mundo ao meio — não só inimigos, mas também cenários e projéteis. O combate pede precisão: defesas e contra-ataques recarregam o Eco, energia usada em ataques instrumentais. O jogo traz bastiões interconectados para explorar e combates que misturam corpo a corpo e instrumentos. O estúdio diz que o apoio no Kickstarter é importante para manter autonomia criativa e entregar a fantasia de poder que promete.
Minecraft atendeu aos pedidos de quem queria uma arma corpo a corpo com mais alcance: a lança chegou com o pacote Mounts of Mayhem. Não se deixe enganar pela simplicidade — é uma arma com muito potencial.
Para criar a lança no Minecraft você precisa de dois gravetos e do material escolhido. Coloque um graveto no canto inferior esquerdo, outro no quadrado central da linha do meio e o material no canto superior direito. É essencial que os itens fiquem em diagonal; se você montar na vertical, o resultado será uma pá.
As variantes disponíveis são:
- Madeira
- Pedra
- Cobre
- Ferro
- Ouro
- Diamante
- Netherita
A lança de netherita não é criada direto na bancada. Você precisa fabricar a versão de diamante e levá-la a uma mesa de ferraria com um lingote de netherita e o pacote de upgrade, igual ao processo de outros itens.
A lança traz ataques diferentes. O ataque padrão é uma estocada feita com clique rápido do botão esquerdo do mouse, semelhante ao movimento da espada. O dano varia conforme o material, mas funciona bem no combate próximo.
Outra opção é a investida: segure o botão direito, mire no inimigo e solte. Esse golpe causa mais dano e pode derrubar um mob que esteja montado.
Além disso, a lança tem alcance maior que outras armas: 4,5 blocos contra os 3 padrões. Isso a torna ótima para confrontos à distância e para quem usa montarias. Pode demorar um pouco para dominar a estocada e a investida, mas vale a pena treinar.
Vai testar a lança nas suas aventuras?
A Philips e a AOC dizem ter um marco em tecnologia para monitores gamer. Os modelos Evnia 27M2N5500XD e AGON Pro AGP277QK têm 27 polegadas, painel nativo 1440p com taxa nativa de 500 Hz e um modo alternativo 1080p que chega a 1.000 Hz. O tipo exato do painel não foi confirmado, mas as especificações públicas apontam para uma variante de tecnologia IPS.
O tempo de resposta anunciado é 1 ms GtG, e o contraste estático aparece em 2.000:1, algo acima do IPS convencional e que sugere um painel IPS Black ou tecnologia similar. A certificação VESA DisplayHDR 400 está presente, o que indica suporte HDR básico, sem dimming local. Importante: rodar 1080p num painel 1440p não permite integer scaling, então a qualidade da imagem tende a ficar prejudicada nesse modo. Também é incerto como um modo a 1.000 Hz se alinha com um tempo de resposta de 1 ms na prática.
Já houve outros anúncios de monitores a 1.000 Hz, por exemplo a AntGamer apresentou um modelo de 25 polegadas, 1080p e TN. Para a maior parte dos jogadores, uma taxa tão alta provavelmente não traz ganhos perceptíveis de latência; para profissionais de esports pode haver vantagem. A clareza de movimento depende da resposta real do painel e, como esses monitores parecem ser LCD, é provável que não entreguem todos os benefícios que um OLED instantâneo poderia oferecer. Você acha que 1.000 Hz vale a pena para o seu jogo?
Se você acabou de começar a jogar o novo DLC Forsaken Hollows de Elden Ring Nightreign e já está procurando como desbloquear as skins do Erudito e do Coveiro, parabéns. Você tem as prioridades certas. A moda vem primeiro. De que adianta derrotar o Dreglord se você não pode mostrar estilo onde realmente importa?
Os dois novos Nightfarers têm quatro skins cada: as roupas Dawn e Darkness e duas skins inspiradas em Dark Souls. Nas skins do Dark Souls, o Coveiro se sai melhor. As opções Dawn e Darkness agradam dependendo do gosto, e há variedades para escolher.
Como nas roupas do Dark Souls no jogo base, é preciso fazer algumas coisas para desbloquear tanto as roupas regulares do Erudito e do Coveiro quanto as skins do Dark Souls.
- Para desbloquear as skins Dawn e Darkness para o Erudito e o Coveiro, derrote o chefe Balancers. É o primeiro chefe do DLC, disponível depois de desbloquear Forsaken Hollows. Eles não são muito difíceis se você souber a fraqueza dos Balancers e seguir algumas dicas.
- Para desbloquear as skins do Dark Souls para o Erudito e o Coveiro, derrote o Dreglord, o segundo chefe do DLC. Você já teve uma prévia dele ao desbloquear os novos personagens. O Dreglord surge após a derrota dos Balancers. Embora não tenha uma fraqueza clara, fogo pode atordoá-lo em certos momentos e causa dano extra, assim como dano sagrado.
O Dreglord é uma luta longa e difícil. Em muitos aspectos é uma batalha de desgaste, parecida com enfrentar Heolstor. Esse será seu maior obstáculo para conseguir e usar as skins do Dark Souls do Erudito e do Coveiro.
Depois de vencê-los, você pode comprar as roupas no espelho com Murk ou com Sigilos Soberanos. Os Sigilos Soberanos são obtidos ao derrotar os Everdark Sovereigns. Também é possível comprá-las na loja de sigilos assim que ela for desbloqueada ao derrotar um soberano.
Qual skin você vai usar primeiro?
A polêmica sobre o uso de IA em Let It Die: Inferno começou quando a página do jogo no Steam incluiu uma declaração admitindo que conteúdo gerado por IA foi usado e depois editado pela equipe em algumas partes. A reação dos jogadores foi negativa, e a Supertrick publicou um esclarecimento para detalhar onde a IA foi realmente aplicada.
A Supertrick diz que o impacto nas artes de fundo foi pequeno: a equipe criou os conceitos e textos, usou uma ferramenta de IA para gerar imagens-base que respeitam direitos autorais e depois pintou, refinou e ajustou tudo à mão. Esse processo foi aplicado a pôsteres de fundo, a imagens inseridas no InfoCast e a alguns materiais de leitura. A empresa afirma que a IA serviu apenas como ponto de partida, com acabamento humano em seguida.
A Supertrick também explicou que usou vozes geradas por IA apenas em três personagens: Mãe, Goz e Mez. Mãe é uma máquina guiada por IA, então a voz artificial foi uma escolha intencional; Goz e Mez são formas de vida misteriosas e receberam vozes artificiais para combinar com seus perfis. A empresa garante que essas vozes não foram modeladas a partir de nenhum ator humano, evitando problemas de direitos autorais.
Na trilha sonora, apenas uma faixa — Select Iron Perch BGM — teve participação de IA: um editor de música baseado em IA gerou stems, poucas partes foram editadas e a maior parte da faixa foi refeita do zero pela equipe. Let It Die: Inferno foi lançado ontem e já enfrenta recepção difícil: no Steam, apenas 39% das avaliações dos jogadores são positivas. E você, acha que esse uso pontual de IA vale a reação negativa, ou acha aceitável em casos assim?
A Nvidia restabeleceu o suporte a aplicações CUDA de 32 bits nas placas GeForce RTX 50 com o driver 591.44. A mudança corrige um problema que fazia efeitos PhysX de 32 bits serem processados apenas pela CPU ou simplesmente desativados, prejudicando a jogabilidade em vários títulos antigos.
O suporte retornou apenas para uma lista específica de jogos. Os títulos atendidos são:
- Alice: Madness Returns
- Assassin’s Creed IV: Black Flag
- Batman: Arkham City
- Batman: Arkham Origins
- Borderlands 2
- Mafia II
- Metro 2033
- Metro: Last Light
- Mirror’s Edge
Batman: Arkham Asylum deve receber a correção no começo de 2026. Para os jogos que não entraram na lista, a alternativa é usar uma segunda placa da Nvidia mais antiga e forçar o PhysX nessa GPU, ou aceitar quedas e microtravas ao manter os efeitos PhysX ativos na RTX 50.
Nos testes, Borderlands 2 voltou a mostrar as opções de PhysX com o novo driver, mas a diferença visual é pequena e o jogo costuma rodar mais fluido sem PhysX. Já Batman: Arkham City ganha em aparência com PhysX em alta, e o driver 591.44 elimina as gagueiras que surgiam nas RTX 50 — mesmo assim, pode haver perda de desempenho dependendo da placa. Vai atualizar o driver para recuperar o PhysX nos seus jogos?