#Latin American Games Showcase

Latin American Games Showcase

SHADE Protocol é um metroidvania 2D de fantasia cibernética em um mundo que está literalmente desmoronando. Elythium, um metal senciente, se voltou contra tudo e reescreveu as regras da existência. Você controla Zura, uma Replica protótipo capaz de recompilar a realidade, última esperança de humanos e máquinas com vontade própria. A jornada passa por ruínas de civilizações, tecnologias esquecidas e uma guerra entre SHADEs, Xaviors e o próprio SHADE Protocol, que ameaça apagar o que sobrou.

O jogo gira em torno de combate preciso, mobilidade fluida e um sistema de formas duplas: DAWN e SHADE. Alternar entre elas muda o estilo de jogo em tempo real, permitindo encaixar combos, parries e counters em sequência. As armas são “Instruments”, código transformado em armamento inspirado em música, cada um com função específica em combate e exploração. Lança crepuscular, machado do nascer do sol, chakram da meia-noite: cada instrumento abre possibilidades diferentes de abordagem enquanto você atravessa Bastions interconectados em alta velocidade.

O UNISON System é o centro da parte “engenharia de realidade” do jogo: o mundo existe como código, e Zura pode manipular eventos, revisitar momentos-chave e decidir seus desfechos, afetando facções inteiras. Perfeitos parries e counters restauram Echo, recurso essencial para ataques poderosos e defesa avançada, criando um loop em que jogar bem alimenta ainda mais agressão e controle. Com suporte total a controle, foco em campanha single player e forte ênfase em narrativa, SHADE Protocol claramente mira quem gosta de metroidvania exigente, com sistemas interligados e mundo denso para destrinchar. Esse tipo de metroidvania que mistura música, código e parry afiado entra na sua lista de desejados ou passa longe do seu backlog?

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Mutter coloca você na pele de Maddox Holloway, um garoto de 9 anos vivendo no interior da Inglaterra em 1940, enquanto o pai está na linha de frente da Segunda Guerra. Em casa, a batalha é outra: uma doença estranha começa a consumir a mãe dele, deformando corpo e mente até algo cada vez mais monstruoso. O jogo acompanha essa tentativa desesperada de entender o que está acontecendo, sobreviver dentro da própria casa e, ao mesmo tempo, tentar se agarrar à lembrança de quem ela era antes de tudo desandar.

O mundo de Mutter foi todo construído com estética stop-motion artesanal, com cenários cheios de textura esquisita, clima pesado e aquele tipo de horror que foca mais em tensão psicológica e impacto emocional do que em susto barato. Você explora o campo, pedala entre diferentes áreas com a bicicleta, resolve quebra-cabeças ambientais e vai desenterrando o mistério por trás da maldição da família Holloway, sempre em terceira pessoa, com pegada de adventure e exploração.

Além de fugir e investigar, você ainda precisa cuidar do jardim, colher vegetais e ervas e usar tudo isso para criar itens que sustentam a história: sopas, comidas, poções e receitas específicas que ajudam a manter tanto Maddox quanto a mãe vivos pelo maior tempo possível. Tudo isso amarrado por uma trilha sonora original pensada para sustentar essa mistura de fantasia sombria, trauma e horror doméstico. Você encararia um jogo onde o “boss” mais assustador é a pessoa que deveria cuidar de você?