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Intel Core Ultra Series 3: iGPU até 77% mais rápida — os chips que podem liberar notebooks gamers finos
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A Intel lançou o Panther Lake e promete um salto grande na performance gráfica integrada. A fabricante diz que os chips Core Ultra Series 3 usam o nó de fabricação 18A, com transistores GAA e alimentação por trás do chip. A promessa é de até 77% mais desempenho em jogos comparado ao Lunar Lake. A Intel também falou em ganhos de 82% sobre um processador da AMD em renderização nativa e 73% com upscaling 2x.

A AMD respondeu em entrevista que os chips topo de linha dela — como Strix Halo e Ryzen AI Max — seriam bem melhores para jogos e que a comparação da Intel foi feita com chips de nível médio. Um executivo da AMD ainda sugeriu esperar pelo preço do Panther Lake antes de julgar o resultado. Do lado da Intel, um diretor afirmou que a rival está vendendo ‘silício antigo’ e que o Panther Lake foi feito pensando no mercado de portáteis.

Na prática, Panther Lake usa um nó mais novo, enquanto algumas soluções da AMD são refrescos de gerações anteriores. Isso pode mudar o equilíbrio em handhelds de jogos, se os números se confirmarem e o preço for competitivo. No fim, a disputa promete acelerar melhorias e pode beneficiar quem joga em PCs e portáteis. Resta ver os testes práticos para saber quem leva mesmo a coroa.

AMD vai abrir grande parte do FSR 4 — veja o que muda para jogadores e modders
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A AMD anunciou em uma sessão com a imprensa que pretende liberar a maior parte da biblioteca do FSR 4 como código aberto, mas que vai manter o núcleo da tecnologia fechado. A empresa quer dar acesso às ferramentas do SDK, mas proteger os detalhes das redes neurais para não facilitar a vida dos concorrentes.

O FSR 4 é a versão mais recente do sistema de upscaling e geração de frames da AMD. Diferente das versões anteriores, ele depende das unidades matriciais das GPUs RDNA 4 porque usa redes neurais para corrigir artefatos e interpolar frames. Versões anteriores já estão disponíveis sob licença MIT. Uma liberação acidental do código no ano passado permitiu que modders testassem o FSR 4 em GPUs mais antigas, embora com impacto de desempenho.

Com a biblioteca pública, deve ficar mais fácil criar apps de terceiros e ferramentas que melhorem como o FSR é aplicado nos jogos. Isso pode simplificar a vida de quem cria mods e de quem quer sobrepor o FSR em jogos sem depender tanto dos drivers. Mesmo assim, manter o núcleo fechado significa que os modelos e segredos que fazem o upscaling avançado vão continuar protegidos. No fim das contas, jogadores e modders ganham mais opções, mas nem tudo será liberado.

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A AMD sinalizou que pode lançar um novo Ryzen com dois chiplets, cada um com 3D V-Cache empilhado. Relatos indicam que fabricantes já listaram máquinas com o suposto Ryzen 9 9950X3D2, que deve trazer 16 núcleos, 32 threads e cerca de 192 MB de cache L3. Tudo aponta para um lançamento próximo.

Para jogos, a novidade é incerta. Até agora a AMD aplicou 3D V-Cache em apenas um dos chiplets para manter os núcleos de jogo em um único CCD e reduzir latência entre chiplets. Assim, mesmo em CPUs de 16 núcleos, os jogos tendem a rodar melhor nos núcleos do CCD com cache empilhado. Ter 3D V-Cache em ambos os chiplets pode elevar muito o preço sem trazer ganho proporcional no desempenho em games — o modelo anterior custava cerca de R$3.600, e esse novo deve ficar mais caro.

Em cargas de trabalho que usam muitos threads e dependem de cache, o chip pode ser interessante para workstations. Processadores de servidor com grandes quantidades de 3D V-Cache mostram bom desempenho em tarefas específicas, mas têm preços muito altos, na casa de R$77.000. Ou seja, o Ryzen 9 9950X3D2 pode acabar atraindo profissionais e entusiastas que precisam de muita L3, enquanto a vantagem real para a maioria dos gamers pode ser pequena diante do custo.

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AMD estuda relançar processadores antigos para ajudar quem não quer trocar toda a máquina por causa do preço alto da memória. Em uma mesa redonda, o chefe da linha Ryzen, David McAfee, afirmou que a empresa está avaliando reintroduzir CPUs AM4 no mercado para aumentar a oferta e permitir upgrades mais baratos em placas-mãe AM4 já existentes. Ele disse que isso é algo em que estão trabalhando ativamente.

O objetivo é oferecer uma opção que use DDR4, bem mais barata que DDR5 atualmente. Kits DDR5 que eram vendidos por cerca de R$520 até agosto de 2025 agora podem chegar a até R$2.300. Um kit de 32 GB DDR4 sai por volta de R$930. Apesar da perda de desempenho ao usar DDR4 e CPUs mais antigas, a combinação ainda entrega ótima performance em jogos para quem busca custo-benefício.

Relançar CPUs não é impossível: a fabricante já manteve modelos AM4 à venda e pode fazer isso novamente para segurar o mercado. A consequência seria facilitar upgrades sem trocar placa-mãe e reduzir a queda nas vendas de motherboards, que caíram pela metade no fim de 2025. Outras empresas também avaliam trazer produtos antigos de volta. Para quem monta PC com orçamento apertado, pode ser a melhor saída neste momento.

Novo Ryzen AI Max+ 388 pode ser o chip que faltava para transformar seu handheld em uma máquina gamer
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A AMD anunciou duas adições à família Ryzen AI Max na CES: os modelos Max+ 392 e Max+ 388. O Max+ 392 traz dois CCDs, totalizando 12 núcleos e 24 threads. O Max+ 388 usa um único CCD com 8 núcleos e 16 threads. Antes, só o Max+ 395 tinha a GPU completa com 40 unidades de computação.

As APUs Strix Halo combinam um ou dois CCDs com um grande chip de E/S que reúne a GPU. A GPU presente pode ter 40 RDNA 3.5 CUs (2.560 shaders), 64 MB de cache L3 e barramento de memória unificado de 256 bits. O Max+ 388 mantém todas as 40 CUs em um único CCD, o que reduz problemas de desempenho em jogos que não aproveitam bem chips com dois CCDs. O boost do CPU fica em 5,0 GHz, perto dos 5,1 GHz do Max+ 395, uma diferença que dificilmente será notada em gameplay.

Todos os Strix Halo têm TDP máximo de 120 W (limite padrão 55 W) e até 128 MB de memória unificada. Em handhelds como o Win 5, que pode vir com opções de memória variadas e limites de potência mais baixos, o Max+ 388 deve ser especialmente atraente por oferecer mais shaders do que o Max 385. As novas APUs Ryzen AI 400, por outro lado, são essencialmente variantes da geração anterior com menos CUs e barramento de memória mais estreito, o que limita o desempenho gráfico. Para jogar sem placa dedicada, o Max+ 388 é uma opção muito interessante.

Ryzen 7 9850X3D revelado: só 2–5% a mais em jogos — vale pagar por isso?
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A AMD apresentou no CES o Ryzen 7 9850X3D, essencialmente uma versão do 9800X3D com um pequeno aumento no clock de boost. Em números, a mudança é de cerca de 7,7% no boost, então é mais do mesmo, só um pouco mais rápido. Para quem monta PC, isso significa ganhos modestos em jogos, não uma revolução.

Modelos Zen 5 X3D anteriores já mostraram que os chiplets (CCDs) saem com boa qualidade. No Ryzen 9 9950X3D havia um CCD com 3D V-cache e outro sem, e os que não tinham V-cache chegaram a 5,7 GHz, enquanto os com V-cache ficaram perto de 5,5 GHz. Isso indica sobra de CCDs aptos a rodar acima de 5,2 GHz, o que acaba gerando novas variantes de processador em vez de cair o preço dos modelos existentes.

A AMD ainda não divulgou o preço oficial, mas como referência o 9800X3D custa cerca de R$ 2.350 e o 9950X3D gira em torno de R$ 3.380, então o novo 9850X3D deve ficar entre esses valores. No melhor cenário pode sair por algo em torno de R$ 2.500; se ficar muito mais caro, não vale a troca. A AMD informa ganhos de 2 a 5% em jogos sobre o 9800X3D. Para overclockers e quem busca recordes em benchmarks, o aumento de clocks pode interessar; para a maioria dos jogadores, a diferença é pequena e só compensa se o preço for competitivo.

Arte com a marca AMD
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A AMD lançou o pacote Redstone com o driver Adrenalin 25.12.1, que traz uma versão com IA do FSR. O recurso só funciona em placas RDNA 4. A empresa mudou a nomenclatura: agora há FSR Upscaling (Analytical) e FSR Upscaling (ML) para diferenciar as versões. Redstone reúne upscaling com IA, geração de frames por IA e outras melhorias.

Em testes com Black Myth: Wukong, Cyberpunk 2077, F1 25, GTA 5: Enhanced e Call of Duty: Black Ops 7, o upscaler ML manteve texturas e detalhes melhor que o FSR antigo. A geração de frames com IA reduz artefatos visuais, especialmente em movimentos rápidos e objetos finos, e funciona bem na maior parte dos títulos. Atualmente são 31 jogos compatíveis. O impacto no desempenho da geração de frames é pequeno; o upscaler ML tem custo moderado, e jogos com ray tracing pesado podem perder mais frames.

Há pontos a melhorar. Ainda não há geração multi-frame, o suporte é limitado e muitas funções só ficam acessíveis via o software Adrenalin, o que pode confundir quem chega agora ao PC. A Ray Regeneration ajuda a limpar reflexos, e o Radiance Cache, para desenvolvedores, promete acelerar ray tracing no futuro. No geral, Redstone é um avanço real para AMD, com ganhos visuais claros, mas exige adoção e ajustes para ser definitivo.

Lisa Su
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Em entrevista, a CEO da AMD, Lisa Su, foi questionada se a IA é uma bolha. Ela respondeu enfaticamente que não. Para ela, o medo em torno de uma possível bolha está exagerado. A declaração chega em um momento de grande investimento e discussões sobre direitos autorais, ética e impacto ambiental. O que mais a preocupa é como acelerar a inovação.

Os números explicam o barulho. A Nvidia chegou a valer cerca de R$26 trilhões e investiu aproximadamente R$520 bilhões na OpenAI. A AMD também fechou um acordo de vários anos com a OpenAI, envolvendo fornecimento de energia para GPUs e uma possível participação acionária. Ter altas valorizações não significa automaticamente que exista uma bolha; isso só acontece quando o preço das empresas fica muito acima do valor real que entregam.

Opiniões seguem divididas: líderes do setor e analistas apontam cenários distintos, desde perdas massivas até uma transformação profunda. Uma ideia comum é que poucos vencedores vão dominar o mercado, enquanto muitas empresas vão testar estratégias que não vão dar certo. Para a comunidade gamer, o ponto prático é acompanhar como a corrida por chips e GPUs vai afetar desempenho e preços de placas. Você acha que a IA vai estourar como bolha ou vai mesmo transformar a indústria e os jogos?

AMD Lucro
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Relatos da indústria indicam que a AMD pretende aumentar o preço de seus processadores, incluindo a série 9000 e modelos mais antigos. As mudanças foram reportadas para começar na noite de 1º de dezembro (horário de São Paulo) e, por enquanto, atingiriam o nível dos distribuidores. Isso quer dizer que o aumento pode demorar a chegar ao consumidor, já que promoções da Cyber Week ainda estão em vigor. Procuramos a AMD para comentar, mas não houve resposta até o fechamento desta matéria.

Além dos CPUs, há também relatos de aumentos nos preços das placas de vídeo da AMD. Junte isso ao aumento já observado em módulos de memória RAM e em alguns SSDs, e montar ou atualizar um PC pode ficar bem mais caro nos próximos meses. Vendedores podem segurar descontos por enquanto, mas quando o estoque diminuir e as promoções terminarem, é provável que os repasses cheguem ao consumidor.

A AMD tem dominado rankings de processadores para jogos, e a concorrência da Intel enfrenta dificuldades em responder com opções de desktop competitivas. Com empresas como a AMD e a Nvidia registrando lucros muito altos — a Nvidia chegou a ter receitas de aproximadamente R$ 300 bilhões — fica claro que o custo final tende a pesar no bolso dos gamers. Aproveitar promoções agora pode ser a melhor saída; você vai comprar agora ou esperar os preços se estabilizarem?

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A AMD lançará a FSR Redstone em 10 de dezembro. A nova versão usa mais inteligência artificial para ampliar imagens e deve rodar melhor em GPUs baseadas na arquitetura RDNA 4, como a Radeon RX 9070 XT.

A AMD diz que Redstone pode ser convertida para rodar em outras GPUs graças a um projeto de ML que transforma modelos neurais em código de shaders. Na prática, isso pode permitir que a tecnologia seja usada também em placas da concorrente Nvidia (e Intel também).

Entre as novidades estão Ray Regeneration, que é a resposta da AMD ao Ray Reconstruction para melhorar ray tracing, e um cache neural de radiância para acelerar path tracing. A empresa também promete melhorias na geração de frames com IA.

Agora é esperar pelo lançamento para ver se a AMD alcança ou supera a Nvidia em qualidade e desempenho. Você acha que a FSR Redstone vai fechar a diferença para a concorrência?

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A França terá seu primeiro supercomputador exascale, chamado Alice Recoque, construído com a a AMD e a a Eviden. O sistema usa CPUs AMD EPYC (codinome Venice) e GPUs AMD Instinct MI430X, com a a Eviden cuidando da conexão via BullSequana XH3500.

O objetivo é alcançar mais de um exaflop em HPL. HPL é um benchmark que mede poder de processamento resolvendo grandes sistemas lineares em precisão dupla. Um exaflop equivale a 10^18 operações por segundo.

O projeto custa €544 milhões, aproximadamente R$3,0 bilhões, e tem financiamento de programas europeus e parceiros internacionais. A máquina deve acelerar pesquisas em modelagem do clima, novos materiais, energia, gêmeos digitais para medicina personalizada e modelos avançados de IA.

Mesmo focado em ciência, o uso de hardware da a AMD pode influenciar tecnologias usadas por consumidores e data centers no futuro. Você acha que esses investimentos em IA e supercomputação podem acabar beneficiando também os jogadores e o hardware gamer?