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#Control

Cena de Control Ultimate Edition
Control

Women’s History Month é uma boa desculpa pra sair do “mesmo de sempre” e jogar histórias guiadas por mulheres. Minha dica principal no PC é Control Ultimate Edition: tiroteio gostoso, poderes absurdos e uma protagonista que segura a narrativa sem precisar de drama barato. E sim, Control Ultimate Edition fica ainda melhor de fone, pela vibe estranha do prédio.

Se você quer variar, aqui vão mais cinco que valem o tempo:

  • Horizon Zero Dawn Complete Edition: mundo aberto bonito e combate com máquinas que vicia.
  • Hellblade: Senua’s Sacrifice: curto, pesado e imersivo, do tipo que você termina em silêncio.
  • Life is Strange: True Colors: escolhas simples, mas personagens que grudam.
  • Celeste: plataforma difícil na medida, com mensagem honesta.
  • A Plague Tale: Innocence: tensão constante e uma dupla que funciona.

O melhor é que nenhum deles depende só da “representação”: são jogos bons de verdade, com gameplay e história que se sustentam. Se eu tivesse que escolher um pra começar hoje, seria Control Ultimate Edition.

Control Resonant
Control

Control: Resonant quer fazer algo bem raro: sair do ritmo de shooter e virar um jogo bem mais focado em pancadaria e combate de perto. A ideia é que as lutas sejam mais intensas, com menos troca de tiros à distância e mais decisões rápidas no “cara a cara”.

O combate promete girar em torno de esquivas, bloqueios e contra-ataques, com golpes que empurram inimigos, quebram defesa e abrem espaço para combos. Em vez de resolver tudo com arma e mira, Control: Resonant quer que você leia o movimento do inimigo, entre na distância certa e aproveite as aberturas.

Mesmo com essa mudança, o clima estranho da franquia continua. Espere cenários bizarros, ameaças sobrenaturais e aquela sensação constante de que o mundo está “torto”. Se der certo, pode ser uma virada interessante para quem achava o loop de tiro repetitivo. Se der errado, vai ser uma mudança grande demais para os fãs.

Control Resonant
Control

Control 2 não quer ser só “mais do mesmo”. A Remedy está preparando uma mudança grande no jeito de jogar, e isso já deixa claro que a sequência vai ter uma pegada bem diferente do primeiro Control.

A ideia agora é tratar Control 2 como um RPG de ação. Isso significa mais foco em progressão de personagem, construção de build e escolhas de melhorias, em vez de ficar apenas no ritmo de combate e exploração mais direto do original. Para muita gente, isso pode deixar o jogo mais profundo e com mais motivos para experimentar estilos diferentes de gameplay.

Ao mesmo tempo, essa virada também traz dúvidas. Parte dos fãs curtiu Control por ser um jogo de ação com narrativa forte e poderes bem marcantes, sem se apoiar tanto em sistemas de RPG. Se a Remedy equilibrar bem esses elementos, Control 2 pode ganhar mais variedade sem perder a identidade estranha e misteriosa que fez o primeiro Control virar cult.

Control

Control foi um dos melhores jogos de 2019 e chamou atenção pela ambientação única. Na prática, o jogo é um shooter em terceira pessoa, mas sua apresentação o eleva: é um horror peculiar que se passa nos corredores austeros do Oldest House, uma torre brutalista cheia de mistério. A atmosfera lembra ficção coletiva sobre fenômenos anômalos.

Em combate, o jogo mistura tiroteio com habilidades psíquicas: há muito dash, levitação ofensiva e a curiosa tendência de usar móveis de escritório como armas. A Ultimate Edition reúne o jogo base, as duas expansões e todo o conteúdo pós-lançamento, então quem pegar essa versão tem acesso a tudo lançado até agora. Vários pacotes, incluindo opções que trazem conteúdo ligado a Alan Wake, também estão com descontos.

Se você nunca jogou, agora é um bom momento para começar: a experiência é única, com segredos por todo canto e combates que pedem estratégia além de mira. Além disso, uma sequência chamada Control Resonant tem previsão de lançamento em 2026, então vale ver a primeira história antes da continuação. Aproveite a promoção e explore o Oldest House enquanto espera pelo próximo capítulo.

Os visuais e a direção de arte criam uma sensação contínua de estranhamento, com design que mistura instituições governamentais e anomalias sobrenaturais. Se gosta de exploração, segredos e combates que desafiam o jogador, Control pode surpreender. Jogar a Ultimate Edition agora dá uma visão completa do universo da série.

Control

Remedy anunciou Control Resonant, a sequência de Control, e a mudança é grande. Em vez de tiro em terceira pessoa, o jogo é um action-RPG focado em combate corpo a corpo. O cenário não é mais a Casa Mais Antiga: agora a ação acontece em uma Nova York aberta, transformada por forças que distorcem a realidade. Em Control Resonant você controla Dylan, irmão de Jesse Faden e antagonista do primeiro jogo. O lançamento está previsto para 2026, sem data específica.

Dylan empunha o Aberrante, um artefato que lembra uma alavanca amaldiçoada e que se transforma em armas brutas como um martelo gigante e pares de espadas. Isso dá um tom bem diferente do que Jesse usava com a Arma de Serviço. O combate parece mais rápido e explosivo, lembrando jogos de ação com combo e movimentos acrobáticos. Os inimigos estão mais surreais e a cidade ganha paisagens oníricas e deformadas, resultado do vazamento de anomalias da Casa Mais Antiga para o exterior.

O tom geral se afasta do horror burocrático e claustrofóbico do primeiro jogo. É uma mudança arriscada e pode dividir os fãs, mas também abre espaço para combate mais frenético e cenários maiores. Remedy costuma experimentar, e isso costuma gerar experiências únicas, mesmo com falhas. Vale esperar mais detalhes e ver como a franquia vai combinar essa ação mais exagerada com a atmosfera e o humor que muitos gostaram no original.

Control

A CD Projekt não vai levar The Witcher 4 ao The Game Awards este ano, mas um pedido de marca recente gerou expectativa de que a Remedy possa trazer uma surpresa. O registro do nome “Control Resonant” foi feito na Europa pela Nordia Law, um escritório jurídico que já assessorou a Remedy em negócios anteriores. A presença do nome reacendeu conversas entre fãs sobre um anúncio no evento.

O pedido é bem amplo e cita desde software para jogos até material impresso, programas de TV, filmes, música, roupas e até cordões para chaves. Isso deixa em aberto se “Control Resonant” é um novo jogo, um subtítulo para a sequência já confirmada pela Remedy, ou uma produção para TV/filme, considerando que a Annapurna detém direitos de adaptação para Control e Alan Wake. A amplitude do registro permite várias interpretações.

O timing também ajuda a criar expectativas. O The Game Awards será em 11 de dezembro, às 21h30 (horário de São Paulo), e a Remedy já usou esse palco no passado para anúncios importantes, como a revelação de Alan Wake 2 em 2021. Mesmo assim, um pedido de marca não prova nada. Você acha que veremos Control Resonant como jogo ou adaptação no evento?

Firebrak
Control

A Remedy Entertainment divulgou seus resultados do terceiro trimestre de 2025, revelando uma queda de 32% na receita e um prejuízo de R$102 milhões, impulsionado pelo fraco desempenho de FBC: Firebreak. O shooter cooperativo, lançado em junho sem recursos básicos como chat por voz e tutorial, não conseguiu atrair jogadores — atualmente, pouco mais de duas dezenas ativos no Steam — e levou a empresa a reconhecer um prejuízo de R$ 93 milhões. Após a saída do CEO Tero Virtala, o estúdio disse que continuará oferecendo suporte ao jogo, mas já realocou parte da equipe para projetos mais promissores, como Control 2 e o remake de Max Payne 1 & 2 em parceria com a Rockstar. Se não fosse os royalties de Alan Wake 2 e Control, as coisas poderiam ter sido ainda piores. Resta saber se Firebreak terá fôlego para justificar o investimento ou ficará como um ponto fraco na trajetória da Remedy.