#Control
Control foi um dos melhores jogos de 2019 e chamou atenção pela ambientação única. Na prática, o jogo é um shooter em terceira pessoa, mas sua apresentação o eleva: é um horror peculiar que se passa nos corredores austeros do Oldest House, uma torre brutalista cheia de mistério. A atmosfera lembra ficção coletiva sobre fenômenos anômalos.
Em combate, o jogo mistura tiroteio com habilidades psíquicas: há muito dash, levitação ofensiva e a curiosa tendência de usar móveis de escritório como armas. A Ultimate Edition reúne o jogo base, as duas expansões e todo o conteúdo pós-lançamento, então quem pegar essa versão tem acesso a tudo lançado até agora. Vários pacotes, incluindo opções que trazem conteúdo ligado a Alan Wake, também estão com descontos.
Se você nunca jogou, agora é um bom momento para começar: a experiência é única, com segredos por todo canto e combates que pedem estratégia além de mira. Além disso, uma sequência chamada Control Resonant tem previsão de lançamento em 2026, então vale ver a primeira história antes da continuação. Aproveite a promoção e explore o Oldest House enquanto espera pelo próximo capítulo.
Os visuais e a direção de arte criam uma sensação contínua de estranhamento, com design que mistura instituições governamentais e anomalias sobrenaturais. Se gosta de exploração, segredos e combates que desafiam o jogador, Control pode surpreender. Jogar a Ultimate Edition agora dá uma visão completa do universo da série.
Remedy anunciou Control Resonant, a sequência de Control, e a mudança é grande. Em vez de tiro em terceira pessoa, o jogo é um action-RPG focado em combate corpo a corpo. O cenário não é mais a Casa Mais Antiga: agora a ação acontece em uma Nova York aberta, transformada por forças que distorcem a realidade. Em Control Resonant você controla Dylan, irmão de Jesse Faden e antagonista do primeiro jogo. O lançamento está previsto para 2026, sem data específica.
Dylan empunha o Aberrante, um artefato que lembra uma alavanca amaldiçoada e que se transforma em armas brutas como um martelo gigante e pares de espadas. Isso dá um tom bem diferente do que Jesse usava com a Arma de Serviço. O combate parece mais rápido e explosivo, lembrando jogos de ação com combo e movimentos acrobáticos. Os inimigos estão mais surreais e a cidade ganha paisagens oníricas e deformadas, resultado do vazamento de anomalias da Casa Mais Antiga para o exterior.
O tom geral se afasta do horror burocrático e claustrofóbico do primeiro jogo. É uma mudança arriscada e pode dividir os fãs, mas também abre espaço para combate mais frenético e cenários maiores. Remedy costuma experimentar, e isso costuma gerar experiências únicas, mesmo com falhas. Vale esperar mais detalhes e ver como a franquia vai combinar essa ação mais exagerada com a atmosfera e o humor que muitos gostaram no original.
A CD Projekt não vai levar The Witcher 4 ao The Game Awards este ano, mas um pedido de marca recente gerou expectativa de que a Remedy possa trazer uma surpresa. O registro do nome “Control Resonant” foi feito na Europa pela Nordia Law, um escritório jurídico que já assessorou a Remedy em negócios anteriores. A presença do nome reacendeu conversas entre fãs sobre um anúncio no evento.
O pedido é bem amplo e cita desde software para jogos até material impresso, programas de TV, filmes, música, roupas e até cordões para chaves. Isso deixa em aberto se “Control Resonant” é um novo jogo, um subtítulo para a sequência já confirmada pela Remedy, ou uma produção para TV/filme, considerando que a Annapurna detém direitos de adaptação para Control e Alan Wake. A amplitude do registro permite várias interpretações.
O timing também ajuda a criar expectativas. O The Game Awards será em 11 de dezembro, às 21h30 (horário de São Paulo), e a Remedy já usou esse palco no passado para anúncios importantes, como a revelação de Alan Wake 2 em 2021. Mesmo assim, um pedido de marca não prova nada. Você acha que veremos Control Resonant como jogo ou adaptação no evento?
A Remedy Entertainment divulgou seus resultados do terceiro trimestre de 2025, revelando uma queda de 32% na receita e um prejuízo de R$102 milhões, impulsionado pelo fraco desempenho de FBC: Firebreak. O shooter cooperativo, lançado em junho sem recursos básicos como chat por voz e tutorial, não conseguiu atrair jogadores — atualmente, pouco mais de duas dezenas ativos no Steam — e levou a empresa a reconhecer um prejuízo de R$ 93 milhões. Após a saída do CEO Tero Virtala, o estúdio disse que continuará oferecendo suporte ao jogo, mas já realocou parte da equipe para projetos mais promissores, como Control 2 e o remake de Max Payne 1 & 2 em parceria com a Rockstar. Se não fosse os royalties de Alan Wake 2 e Control, as coisas poderiam ter sido ainda piores. Resta saber se Firebreak terá fôlego para justificar o investimento ou ficará como um ponto fraco na trajetória da Remedy.