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O segredo que impede laptops Panther Lake com GPU grande de chegarem ao mercado
Intel

Os processadores Panther Lake da Intel prometem muito poder em alguns modelos com o iGPU Xe3 de 12 núcleos. No papel, são potentes; na prática, uma limitação de PCIe deve impedir muitos notebooks gamers com esse iGPU combinados a uma GPU discreta grande.

O problema está no platform controller tile (PCT), que gerencia as pistas PCIe do sistema. A Intel usa duas versões: uma com 12 pistas (quatro Gen5 e oito Gen4) e outra com 20 pistas (doze Gen5 e oito Gen4). Todos os chips com o Xe3 de 12 núcleos usam a versão de 12 pistas. GPUs móveis da AMD e Nvidia normalmente exigem ao menos oito pistas, enquanto um SSD NVMe ocupa quatro e uma porta Thunderbolt 4 também usa quatro.

Isto significa que ligar uma dGPU com oito pistas deixa só quatro para o armazenamento, e não sobra nada para portas Thunderbolt ou slots extras. Embora seja tecnicamente possível cortar pistas da GPU, fabricantes raramente fariam isso por reduzir desempenho. As 12 pistas do PCT ainda são flexíveis: as quatro Gen5 podem ser x4 ou dois x2, e os oito Gen4 são dois grupos de quatro que podem virar x4, dois x2 ou quatro x1 — mas essa configuração é complicada para um laptop.

Na prática, é provável que os fabricantes escolham variantes menores do Xe3 ou outros chips (como alguns APUs da AMD com mais pistas) para manter dGPUs potentes sem comprometer o resto do sistema. Se a Intel tivesse usado o PCT de 20 pistas em todos os modelos, esses notebooks seriam muito mais fáceis de montar.

Deixei um laptop gamer sem carregar por um dia — o resultado com o Core Ultra X9 vai te surpreender
Asus

Vida de bateria em laptops gamer costuma ser ruim. Testei um Asus Zenbook Duo com o Intel Core Ultra X9 388H e a iGPU Arc B390 para ver se isso mudou. O aparelho tem duas telas OLED e bateria de 99 Whr. Usei a tela extra só para fotos e demonstrações, tentando simular um uso normal. Saí de casa, usei navegador, e-mail, editei textos e participei de reuniões: tarefas comuns para quem trabalha com conteúdo.

Depois de quatro horas de uso intenso o nível estava por volta de 70%. À tarde gravei vídeo e tirei fotos, com as duas telas acionadas por momentos, sem fechar abas nem reduzir brilho. Ao terminar o dia havia cerca de 40% de bateria. No trajeto de volta joguei um pouco: Civilisation VI e Norland pouco impactaram, mas Hitman World of Assassination, em 1080p e médio, consumiu cerca de 5% a cada 10 minutos.

No fim do dia ainda havia 18% de bateria, totalizando cerca de 11 horas de uso com quase duas horas de jogo mais pesado. O resultado mostra que os novos chips integrados podem equilibrar desempenho e autonomia melhor do que antes. Não é hora de abandonar o carregador se você joga títulos muito exigentes, mas dá para sair de casa e passar um dia inteiro sem pânico por bateria.

Surpresa da Intel: iGPU Arc B390 roda Cyberpunk 2077 a 92 FPS e quase encosta numa RTX 4050
Intel

Panther Lake chegou trazendo um iGPU que surpreende. Testei um Asus Zenbook Duo equipado com o Intel Core Ultra X9 388H, que inclui o Arc B390 integrado: 12 Xe3 cores, 12 unidades de ray tracing, 96 Xe Vector Engines e 16 MB de cache L2. Para ser um iGPU, é um salto grande — não substitui todas as GPUs dedicadas, mas entrega desempenho real em jogos.

Nos benchmarks em 1080p com ajustes médios, os números foram fortes: Cyberpunk 2077 ficou em cerca de 64 fps sem upscaling e subiu para 92 fps com upscaling em Quality; Black Myth: Wukong ficou em 39 fps nativo e 57 fps com upscaling; F1 24 rodou na casa dos 113 fps nativo e 141 fps com upscaling; Horizon Zero Dawn marcou ~82 fps nativo e 94 fps com upscaling. Metro Exodus: Enhanced deu um resultado curioso: o B390 marcou ~49 fps e chegou a superar uma RTX 4050 limitada por cerca de 6 fps naquele teste. No 3DMark Time Spy o índice GPU ficou em torno de 7192.

O chip todo atinge picos perto de 61 W, então o iGPU trabalha com menos energia que uma placa dedicada. A largura de banda de memória também pesa: o B390 teoricamente vai até cerca de 74 GB/s, enquanto uma RTX 4050 tem algo como 192 GB/s em GDDR6, o que explica perdas em jogos que dependem de muito streaming de textura.

A bateria nos testes de gaming ficou em cerca de 146 minutos. O Zenbook Duo com esse topo de linha tem preço alto, cerca de R$ 16.000, então variantes mais simples podem fazer mais sentido. No geral, o Arc B390 é um grande avanço para iGPUs: rápido, eficiente e capaz de rodar jogos pesados com qualidade decente — e tem potencial real para ultrabooks e handhelds.

16 GB em falta: placas de vídeo disparam de preço e podem sumir das lojas
AMD

Quem acompanha preços de placas de vídeo sabe que a situação mudou muito no último ano. No fim de 2025 muitas GPUs ficaram mais baratas, mas a crise global no fornecimento de memória reverteu esse quadro. Placas com 16 GB ou mais de VRAM estão subindo de preço. Modelos como RTX 5060 Ti 16 GB, RTX 5070 Ti e RTX 5080 chegaram a custar cerca de R$2.000, R$3.725 e R$4.950. Hoje, esses mesmos modelos podem ser encontrados, no melhor cenário, por cerca de R$2.250, R$4.145 e R$6.340.

Esses números representam os melhores preços que aparecem em buscas. Em muitos varejistas os valores estão bem mais altos. Por exemplo, a versão 16 GB da RTX 5060 Ti já é vista por cerca de R$3.150. A RTX 5070 Ti também aparece tabelada em torno de R$5.995 em alguns revendedores. Além disso, estoques de certos modelos estão sumindo. Houve rumores de descontinuação da RTX 5070 Ti, que as fabricantes negaram, mas muitos anúncios mostram ‘sem estoque’. A RTX 5090 está quase impossível de achar.

Se você topar perder 4 GB de VRAM, a RTX 5070 aparece em alguns estabelecimentos por cerca de R$2.745. A placa da Intel Arc B580, com 12 GB, tem subido até ficar perto de R$1.300 e também está difícil de achar. Placas com 8 GB são as que ainda têm preços mais sensatos, mas podem ser limitadas em 4K ou quando ray tracing e upscaling estão ativos. Com a previsão de falta de DRAM até 2027, não espere quedas de preço em curto prazo. Para 2026, o que importa é o que está disponível e quanto está acima do razoável.

Intel Core G3 Extreme pode chegar aos handhelds: iGPU até 77% mais rápido — será o fim da concorrência?
Intel

Uma fonte confiável nas redes sociais afirmou que a GPU Big Battlemage da Intel, identificada como G31, pode chegar em breve como uma placa profissional chamada B70 Pro com 32 GB de VRAM. A mesma fonte indicou que não será a variante gamer B770 que muitos esperam.

O detalhe dos 32 GB é crucial: com os preços da memória ainda altos, uma placa com tanta VRAM tende a custar caro e ficar fora do alcance da maior parte dos jogadores. Isso sugere que a Intel pode mirar o mercado profissional, onde placas com muita memória são necessárias para tarefas profissionais e fluxos de trabalho locais de IA.

A G31 seria baseada na arquitetura Xe2 e seria uma versão maior do chip G21 usado na B580. Isso pode ser bom, já que a B580 recebeu melhorias de driver desde o lançamento. Mesmo assim, uma versão profissional pode não precisar de grandes anúncios em eventos como a CES, o que explica a falta de menções oficiais.

Se for verdade, a chegada da B70 Pro faz sentido para fluxos de trabalho profissionais, mas não resolve a vontade dos gamers por uma Arc B770 acessível. Por enquanto, trate como rumor até a Intel confirmar e fique de olho em comunicados oficiais.

Intel encerra a 12ª geração: seu processador ainda vale a pena?
Intel

A Intel anunciou o fim da linha da 12ª geração de processadores. A fabricante iniciou a descontinuação no início de 2026, com a última remessa prevista para 22 de janeiro de 2027. A data mais importante para quem tem um chip 12ª geração é 24 de julho de 2026: após esse dia não será mais possível solicitar uma substituição ao fabricante caso o processador apresente falha e seja reconhecido como defeito.

Apesar disso, esses CPUs ainda são uma boa opção para jogos e usos domésticos. Lançada em novembro de 2021, a arquitetura Alder Lake trouxe pela primeira vez ao desktop núcleos de desempenho e núcleos de eficiência (P-core e E-core). Ela suporta DDR4 e DDR5, o que facilita atualizações em máquinas antigas sem exigir memória nova e cara. Alguns modelos mais recentes também usam variações dessa mesma arquitetura por baixo do dissipador.

Na prática, nada muda para quem já usa o processador: ele continua funcionando normalmente. Se estiver montando ou atualizando um PC, a 12ª geração pode ser uma alternativa estável e mais econômica, especialmente com placas-mãe que aceitam DDR4. Ajustar os limites de energia ajuda a transformar esses chips em servidores domésticos eficientes. Fique atento às datas de garantia se depender do suporte oficial.

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Asus

O CES 2026 trouxe boas notícias para quem joga no PC: os monitores foram o destaque. A grande mudança veio nas OLEDs, que sofriam com letras meio borradas por causa do arranjo antigo de subpixels. Agora Samsung e LG adotaram um layout em faixas verticais de R, G e B. A Samsung segue com QD-OLED e pontos quânticos, a LG mantém WOLED sem o subpixel branco. O resultado é texto mais nítido e menos franja.

Vimos isso em modelos como o ultrawide da MSI com painel V-Stripe a 360 Hz e 300 nits, e no HyperX Omen OLED 34 com especificações parecidas. A Asus mostrou duas versões, uma com o painel Samsung e outra 27” 4K 240 Hz com o painel da LG, que deve ficar ainda melhor por ter mais pixels por polegada. Testes rápidos mostram melhoria na leitura, mesmo que a densidade de pixels ainda limite a nitidez em algumas telas. O MSI saiu por cerca de R$5.500 e modelos antigos já aparecem em promoções por cerca de R$2.000.

Houve avanço também nas telas IPS, com a evolução do G-Sync Pulsar da Nvidia. Em vez de strobar a tela inteira, o sistema agora stroba uma faixa horizontal antes da varredura que atualiza os pixels. Isso aumenta muito a clareza de movimento e reduz o efeito de cintilação de soluções antigas. No fim, a escolha será entre cores e contraste das OLEDs e a nitidez de movimento do Pulsar. A expectativa é que a nova geração torne monitores melhores e, com sorte, mais acessíveis.

Intel Core G3 Extreme pode chegar aos handhelds: iGPU até 77% mais rápido — será o fim da concorrência?
Intel

A G31, também chamada de Intel Arc B770, é a placa que teima em aparecer. Ela não foi revelada na CES, mas arquivos de um pacote de driver do Panther Lake mostraram referências ao modelo. Isso aconteceu quando alguém no evento abriu os arquivos do driver de um laptop e encontrou pastas que citam o G31. O aparecimento dessas referências reacendeu a conversa sobre uma GPU Intel de alto desempenho para jogos.

Há várias explicações possíveis para o sumiço. Uma é a alta nos preços da memória, que pode atrasar um lançamento até que os módulos fiquem mais estáveis. Outra é que a Intel preferiu focar no lançamento dos novos processadores Panther Lake, que usam um nó de fabricação mais avançado. Também é possível que a empresa esteja ainda ajustando os drivers para uma GPU maior e mais complexa.

O desempenho esperado varia bastante. Fala-se em algo entre uma RTX 5060 Ti e até uma RTX 5070. Se a B770 chegar perto do topo dessa escala e vier com 16 GB de VRAM, pode virar uma opção atraente, especialmente se a Intel mantiver preços competitivos. As placas Arc anteriores tiveram problemas no lançamento por causa de drivers, mas melhoraram com atualizações. Mais competição no mercado de GPUs seria ótima para os jogadores. Mesmo com esse novo vazamento, a esperança existe, mas já começa a enfraquecer.

Intel Core G3 Extreme pode chegar aos handhelds: iGPU até 77% mais rápido — será o fim da concorrência?
Intel

A Intel lançou a geração Panther Lake de chips móveis e os primeiros testes chamam atenção. O foco não é só desempenho em jogos, mas autonomia: a nova arquitetura promete muita eficiência, com estimativas de até 27 horas de streaming e fabricantes anunciando mais de 30 horas em reprodução de vídeo 1080p. Isso abre a possibilidade de laptops para jogar mais leves e sem precisar de GPU dedicada.

Em testes rápidos, o iGPU Arc B390 mostrou desempenho respeitável. Em Cyberpunk 2077, a 1200p e qualidade alta sem upscaling, a média ficou por volta de 53 fps. Com XeSS em qualidade, subiu para cerca de 74 fps. Ativar ray tracing e geração de frames reduziu pouco, ficando perto de 70 fps. Para um chip sem GPU dedicada, esses números são promissores e ajudam na portabilidade, no controle de temperatura e no custo.

A autonomia final vai depender da bateria, do tamanho da tela e do painel. Um portátil com bateria de 70 Wh teve cerca de 1h30 de jogo em testes práticos, mas uso leve e reprodução de vídeo devem durar muito mais. Também há planos para um chip voltado a handhelds com iGPU maior, o que pode transformar consoles portáteis. Ainda faltam avaliações completas, mas a expectativa em volta do Panther Lake é alta.

Intel Core G3 Extreme pode chegar aos handhelds: iGPU até 77% mais rápido — será o fim da concorrência?
Intel

O mais novo vazamento indica que a Intel prepara uma versão do chip Panther Lake pensada para handhelds, batizada de Intel Core G3 Extreme. Ele traria o mesmo iGPU de topo dos laptops: 12 núcleos Xe3. Para caber em consoles portáteis, houve alguns cortes: frequência do iGPU reduzida de 2,5 GHz para 2,3 GHz (a fabricante reclassificou esse IP gráfico para Arc B380) e os núcleos de CPU Performance caíram de quatro para dois, enquanto os núcleos Efficient e Low Power Efficient permanecem iguais. O boost dos Performance cores também foi reduzido, de 5,1 GHz para cerca de 4,7 GHz.

Haverá também uma versão não-Extreme, com iGPU Arc B360 e 10 núcleos Xe3 a cerca de 2,2 GHz e um boost de cerca de 4,6 GHz. Essas decisões fazem sentido: em handhelds a prioridade costuma ser a GPU; menos cores Performance e clocks mais baixos ajudam a controlar consumo e calor. As Efficient cores devem cuidar das tarefas menos exigentes, liberando a GPU para rodar jogos.

Nos testes rápidos com a variante de laptop, o iGPU se mostrou bem capaz para 1080p em jogos, então a versão portátil promete bom desempenho. As grandes incógnitas agora são a qualidade dos drivers e a autonomia de bateria em uso real. No geral, o Core G3 Extreme parece uma pista sólida de que os handhelds baseados em Intel podem dar um salto sério de desempenho.

Intel surpreende no CES 2026: iGPU Panther Lake entrega até 74 fps em Cyberpunk 2077
Intel

Intel chegou ao CES 2026 com o Panther Lake, seu novo chip móvel, e chamou atenção como o lançamento mais relevante do evento. O que mais interessa aos jogadores é a nova iGPU Arc B390, que promete um salto grande em desempenho em relação à geração anterior Lunar Lake — a Intel fala em até 70% mais performance na prática. Há modelos voltados até para handhelds, o que abre espaço para PCs portáteis mais capazes.

Em testes rápidos, o chip mostrou resultados surpreendentes: em Cyberpunk 2077 rodando a 1200p com configurações High e sem ray tracing, houve média de 53 fps. Aplicando o modo Quality de upscaling, a experiência subiu para cerca de 74 fps, o que é jogável e notável para uma iGPU integrada. Isso indica que, na prática, o Arc B390 pode ser a iGPU mais rápida para jogos em PCs comuns, deixando concorrentes sem resposta imediata.

O Panther Lake também parece eficiente em consumo, e ainda estreia a nova litografia Intel 18A, o que torna esse lançamento promissor, mas ainda por provar a longo prazo. Enquanto outras fabricantes trouxeram poucas novidades para jogos, Panther Lake é um passo interessante que pode mudar o rumo dos laptops e handhelds gamers. Resta ver como a linha vai se comportar em modelos de mercado e se a parceria entre empresas de GPU vai afetar esse futuro.