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#Latin American Games Showcase

Latin American Games Showcase

Bulbo’s Belief System é um puzzle-platformer em que o sistema de crenças do personagem é literalmente o motor do jogo. Bulbo acredita em tudo que ouve, e isso define o que ele enxerga, onde pode andar e com o que consegue interagir. Aprender um conceito faz plataformas, paredes e regras aparecerem; esquecer faz essas mesmas coisas sumirem do mundo. Conhecimento vira ferramenta e ameaça ao mesmo tempo, sempre no limite entre lógica e caos controlado.

A descrição já mostra alguns exemplos bem diretos: você pode apagar paredes da existência, ignorar a gravidade para atravessar buracos andando “no nada” e usar crenças conflitantes para resolver desafios que giram a sua cabeça. O jogo incentiva a brincar com o que Bulbo sabe ou não sabe, como se estivesse mexendo em flags de um sistema: liga um conceito, desliga outro, testa, desfaz, ajusta de novo até o caminho fazer sentido. É o tipo de puzzle que parece pensado para quem gosta de lógica, programação e quebra-cabeça que exige prestar atenção em cada regra ativa.

Pelo que a página mostra, o foco está em desafios “fofos porém cruéis”, com visual desenhado à mão, clima leve e aquele tipo de humor discreto de jogo que sabe que está sendo esquisito de propósito. O pacote vem como jogo single-player com suporte total a controle, e já existe uma demo separada na Steam para testar o conceito de aprender e desaprender antes do lançamento. E aí, você encara um platformer em que desligar a gravidade é só questão de mudar de ideia?

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Colorbound é um “palette-platformer” em que cor não é só enfeite, é ferramenta central de gameplay. Você controla Anku, um garoto aimará com um dom especial: usar cores para moldar o cenário. A jornada é bem direta e emocional: cruzar diferentes regiões para reunir os antigos músicos da banda do avô já falecido e garantir a ele uma última apresentação digna. Cada área traz novos puzzles, segredos e pedaços da história dessa família de artistas espalhada pelo mundo.

A mecânica base gira em torno da paleta: você coleta cores e usa cada uma para alterar objetos do ambiente. Tem cor mais leve, que faz plataformas flutuarem, e cor mais pesada, que puxa elementos para baixo. A combinação certa vira a chave para resolver quebra-cabeças de lógica e trechos de plataforma mais tranquilos, sempre em um overworld cheio de biomas distintos, de florestas a cidades esquecidas, com progressão focada em raciocínio em vez de reflexo absurdo.

Colorbound também puxa forte de referências culturais andinas. A estética visual e sonora é inspirada na cultura aimará e na bagagem chilena do estúdio Panpipe Studio, misturando arte tradicional, música regional e um tipo de narrativa que fala de amor, luto e arte sem perder o formato de puzzle platformer acessível. O jogo será single-player, com conquistas na Steam, suporte a vários idiomas incluindo português do Brasil com dublagem, e demo já disponível para teste. Você se anima com essa ideia de usar cor como “engine” de puzzle ou prefere plataforma mais clássico, sem tanto quebra-cabeça de lógica?

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Deep Dish Dungeon é um dungeon crawler de exploração que joga tudo em cima de curiosidade e preparo. A ideia é vasculhar corredores, salas e passagens de uma masmorra feita à mão, solo ou em co-op online com até três pessoas, sempre de olho em recursos espalhados pelo caminho para fortalecer o acampamento. A atmosfera puxa para aquele clima mais denso e silencioso, onde cada sombra pode esconder inimigo, puzzle ou atalho importante.

O loop gira em torno de sair em expedições, vasculhar o máximo possível e voltar para o acampamento para organizar a bagunça. Lá você usa o que encontrou para fabricar ferramentas novas e cozinhar refeições que afetam diretamente seus atributos. O próprio jogo reforça essa ideia: comida é progresso. Conforme avança, novas receitas liberam efeitos diferentes, e planejar o que levar antes de descer de novo vira parte da estratégia, quase como montar build usando panelas e ingredientes.

Dentro da masmorra, o foco é explorar com calma: investigar cada canto, resolver quebra-cabeças, aprender o comportamento de inimigos variados e não ignorar nenhuma pista. O mapa recompensa quem presta atenção em detalhe pequeno e lê bem o cenário, em vez de só sair correndo. E se quiser encarar tudo em grupo, o co-op é cooperativo de verdade, pensado para compartilhar informação e se cuidar, não para competir por loot. Esse tipo de dungeon crawler centrado em acampamento, receita e paciência entra na sua lista ou você prefere algo mais direto na ação?

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Dunjungle é um roguelite 2D de ação em que você controla um macaco herói tentando segurar a floresta enquanto uma força corruptora transforma criaturas pacíficas em aberrações. A cada run você entra em dungeons, templos, criptas e outros cantos bizarros da selva, sempre gerados de forma procedural a partir de salas feitas à mão. No caminho aparecem inimigos estranhos, tesouros valiosos, armadilhas e chefes que travam o avanço até você realmente aprender a lidar com o padrão de cada área.

O jogo gira em torno de montar builds malucas com armas, magias e relíquias. Dá para combinar seu equipamento com elementos como fogo, gelo, trovão e vento para alterar o efeito dos golpes, queimando, atrasando, eletrocutando ou simplesmente soprando os inimigos para longe. Entre uma morte e outra você vai desbloqueando novas classes, cada uma com pontos fortes e fracos próprios, além de mais armas, habilidades e NPCs que podem te ajudar nas próximas tentativas.

Como não há checkpoints, a regra é simples: morreu, volta do início. Em compensação, o meta-progresso garante aquele loop clássico de “explorar, lutar, morrer e repetir”, sempre com alguma novidade surgindo na próxima incursão. No meio disso tudo ainda tem humor: descrições de itens que não ajudam em nada, NPCs convencidos demais, baús suspeitos, peixes com pernas e uma floresta cheia de macacos nada confiáveis. Você encara mais uma run nessa selva corrompida ou deixa Dunjungle pra depois no backlog?

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Eagle Knight Paradox junta ação de mecha em alta velocidade com rotina de vida urbana em uma cidade futurista chamada Comala 88. Você controla Ian, que passa o dia andando pelas ruas, conhecendo moradores, lidando com as cicatrizes de uma guerra recente e criando laços que não são só decorativos: as relações ajudam a moldar o clima da cidade e o rumo da história. À noite, tudo muda de chave quando Ian entra no mecha de combate e parte para lutas contra inimigos colossais, em batalhas laterais com foco em reflexo, leitura de padrão e execução precisa.

O jogo mistura elementos de side scroller, plataforma 2D, visual novel, romance, drama e um toque de simulação de vida, sempre dentro de uma estética sci-fi com pegada cyberpunk e visual em pixel art. A proposta é deixar você alternar entre conversa, exploração e pancadaria mecanizada, em um mundo marcado por trauma de guerra e tecnologia pesada, onde robôs e mechas são parte da rotina tanto quanto os dramas pessoais dos personagens.

No centro de tudo está o dilema clássico: cumprir o dever de proteger a cidade a qualquer custo ou colocar os vínculos que Ian constrói acima das ordens oficiais. As escolhas prometem afetar não só o destino de Comala 88, mas também o futuro de quem cruza o caminho do protagonista, em uma campanha single-player com suporte total a controle, conquistas e conteúdo com nudez parcial. Uma mistura de visual novel, plataforma de mecha e drama urbano assim entra na sua mira ou você prefere separar romance e robô gigante em jogos diferentes?

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Fatal Run 2089 coloca você no volante em um futuro em que um cometa encharcou a atmosfera de radiação, derrubou governos e abriu espaço para uma nova elite tentando manter o caos do jeito que está. Você foi recrutado pelos Engineers, um grupo de cientistas que criou os ARCs, dispositivos capazes de sugar radiação do ar. A missão é direta e tensa: atravessar quatro regiões pós-apocalípticas do planeta, em 20 fases, levando esses ARCs até centros populacionais antes que tudo desabe de vez.

Na prática, isso vira um jogo de corrida e combate com cabeça de arcade: você dirige em alta velocidade, faz drift em curvas fechadas, escolhe rotas alternativas, caça atalhos e ainda lida com inimigos que tentam explodir seu carro no meio do trajeto. O tempo nunca para: o tal ARC vai perdendo integridade o tempo todo, como um cronômetro clássico derretendo na tela, e só dirigir bem e jogar agressivo recupera a barra. Errar missão não é só perder ponto, é colocar a sobrevivência da humanidade em risco e voltar para o começo do progresso daquela run.

O jogo empilha sistemas em cima dessa base: 63 melhorias que caem dos inimigos ou aparecem em lojas, 27 delas com efeitos aleatórios para variar cada tentativa, quatro copilotos com habilidades e personalidades diferentes, além de sete veículos com comportamento próprio, de carro leve que dança entre balas até tanque sobre rodas que resolve tudo na força bruta. Tudo isso rodando na Unreal Engine 5, com câmera em terceira pessoa, foco em single-player e clima de reboot moderno para o Fatal Run clássico do Atari. Em um cenário desses, você iria de carro rápido e frágil ou de tanque lento que atropela tudo?

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Go Slimey Go é um plataforma 2D que abraça o lado “fofo” só na estética. Na prática, você controla Slimey, um protagonista minúsculo e escorregadio, tentando cruzar fases cheias de buracos, perigos e inimigos que funcionam mais como obstáculos do que ameaça direta. Nada de combate: o foco é movimentação, leitura de terreno e uso da própria “meleca” como ferramenta. A descrição deixa claro o espírito do jogo: fácil de pegar, mas que vai afinando a dificuldade com fases cada vez mais exigentes.

A campanha passa por vários mundos com fases feitas à mão, pensadas para quem gosta de rejogar até acertar o fluxo perfeito. Slimey quica em inimigos, paredes e superfícies usando a própria maleabilidade para ganhar altura, atravessar buracos e acessar rotas alternativas. Em vez de limpar a tela, você precisa evitar conflito, reposicionar o personagem e usar o timing dos saltos e das quicadas para atravessar cada parte do cenário, incluindo chefes em que você é quase um dano colateral em meio a confrontos bem maiores.

O pacote vem com pixel art bem limpa, trilha marcante com direito a soundtrack dedicada e suporte a recursos da Steam como conquistas e saves na nuvem. A demo libera seis fases espalhadas por cinco mundos para testar o ritmo antes de mergulhar na versão completa, mas a base é sempre a mesma: plataforma precisa, controle responsivo e um slime que depende totalmente da sua coordenação para chegar inteiro na hora do chá com os amigos. Depois de ver Slimey quicando por aí, você encara caçar 100% das fases ou passa longe desse tipo de desafio de precisão disfarçado de jogo simpático?

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Retail Hell te tranca em um mercadinho de conveniência no purgatório, onde nada é simples: nenhum cliente é humano, estoque nunca para quieto e cada turno parece não ter fim. Você assume o papel de um caixa exausto, preso em um emprego literalmente sem saída, obrigado a equilibrar atendimento bizarro, prateleira desabando e uma sensação constante de que algo deu muito errado com a sua própria história.

As “diretrizes do funcionário” não aliviam: é preciso servir criaturas estranhas, cumprir pedidos esquisitos e ainda lidar com maldições, mudanças bruscas de humor e efeitos sobrenaturais que chutam qualquer noção de rotina. Ao mesmo tempo, o jogo cobra que você mantenha tudo abastecido e cada pedido sob controle, com aquela pressão de simulador de loja misturada com horror psicológico, gerenciamento de recursos, inventário e tempo, em perspectiva em primeira pessoa e foco total em single-player.

Por trás do balcão, o objetivo não é só sobreviver ao plantão: você precisa juntar pistas sobre a própria vida e morte para entender por que está preso nesse canto iluminado por fluorescentes no meio do além. A ficha de conteúdo já avisa que há sangue, monstros que caçam você e sustos diretos, incluindo screamers, então a promessa é clara: atendimento ao cliente eterno, com risco físico e mental incluído no contrato. Como caixa de mercado em purgatório, você encara o turno ou larga esse crachá maldito na gaveta?

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Gunny Ascend pega a fórmula clássica de empilhar blocos e injeta um jogo de ação inteiro em cima disso. Cada peça que cai é plataforma, arma e ameaça ao mesmo tempo, enquanto você tenta subir, escapar e não ser engolido pelo caos. Você controla Gunny, um operário quieto jogado no meio de um conflito dimensional depois de ser capturado pelos Collectors, criaturas obcecadas em “preservar” histórias. Com a ajuda do mentor Wako e um caminhão que controla portais, a meta vira libertar outros prisioneiros e montar um time para derrubar esses colecionadores de gente.

A graça está na mistura: blocos caem em alta velocidade, você se move em tempo real entre eles, improvisa plataformas, desvia de perigos, enfrenta inimigos e monta estratégias de run em estilo roguelite, com combinações diferentes de itens, riscos e modificadores a cada tentativa. O jogo promete 30+ personagens e mundos, 7 chefes com mecânicas bem distintas e 40 itens para equipar, combinar e testar até achar o loadout que encaixa melhor com seu jeito de jogar.

Gunny Ascend também puxa forte para a cultura indie: cruzando dimensões, você encontra referências, personagens inesperados e homenagens a outros jogos independentes, sempre com visual colorido, ritmo acelerado, trilha original da Cactus Bear e suporte a controle, modo história roguelite e PvP online. Você encara essa mistura de puzzle retrô com plataforma agressiva e fuga dimensional ou prefere manter seus blocos quietos e organizados?

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Hack And Climb te coloca literalmente na lâmina: você é um machado amaldiçoado, jogado no abismo e condenado a escalar uma montanha inteira em pura sede de vingança. É um plataforma 2D baseado em física em que o próprio movimento depende do jeito que você gira, lança e finca a arma nas superfícies. Cada arremesso vira um cálculo minucioso: errar significa despencar, acertar rende aquele microtriunfo que empurra mais alguns metros rumo ao topo.

A progressão gira em torno de dominar esse controle e desbloquear até 10 armas diferentes, cada uma com comportamento, alcance e “personalidade” próprios, exigindo reaprender a escalar com novos prós e contras. O trajeto passa por minas antigas, florestas encharcadas de chuva e tempestades congelantes de alta montanha, sempre usando o machado como único meio de locomoção real. A ideia é clara: desafio alto, porém descrito como “justo”, com fases pensadas para testar persistência e precisão em igual medida, incluindo modos de dificuldade mais pesados como o Lendário.

No pacote vêm single-player com conquistas, estatísticas, Nuvem Steam e Compartilhamento em família, suporte a vários idiomas (incluindo PT-BR com interface e dublagem) e demo gratuita já disponível, com layout de controle próprio e compatibilidade total com Steam Deck e gamepads. Esse tipo de escalada punitiva usando só física e um machado rancoroso entra no seu radar ou você passa longe desse tipo de dor autoinduzida?

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Onikura é um jogo de plataforma 2D em esquema de Boss Rush que gira totalmente em torno de combate preciso e customização de estilo. A ideia é simples na teoria e cruel na prática: enfrentar chefes seguidos em batalhas intensas, usando parry, cortes rápidos, cura, especiais, talismãs e upgrades para moldar o jeito que você luta. Cada vitória te deixa mais forte, mas também puxa inimigos ainda mais agressivos pela frente, mantendo a curva de dificuldade sempre em alta.

A ambientação puxa para uma fantasia inspirada no Japão, onde você é a última esperança contra os Onis que devastam a terra. A missão é derrotar cada um deles e selar suas almas em uma grande árvore sagrada, usando justamente o poder dessas almas absorvidas para desbloquear novas habilidades e técnicas. O combate é descrito como frenético, com foco em slashes rápidos e parry cirúrgico, exigindo decisões constantes entre atacar, defender, curar ou gastar recursos em especiais no momento certo.

Além disso, o jogo promete cenários e trilhas únicas para cada confronto, sistema de progressão que permite criar builds diferentes ao longo da jornada e aquela estrutura pura de boss rush: nada de fases longas cheias de enfeite, o foco está nos duelos que “ficam na memória”. Onikura terá campanha single-player, suporte total a controle, conquistas, Steam Cloud e leaderboard, com demo já disponível no Steam para quem quiser testar esse ritmo de pressão constante antes do lançamento completo. Você encara um jogo inteiro construído em cima de chefes difíceis e parry milimétrico ou isso já acende todos os seus traumas de soulslike?