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#Marathon

Cena de Marathon
Marathon

Bungie mostrou mais da ideia por trás de Marathon: um shooter de extração que mistura a tensão de um raid com a malícia de um heist. A notícia importa porque o jogo quer transformar cada partida em uma missão de risco real, onde entrar é fácil, mas sair com o loot é outra história — e isso costuma ser exatamente o que prende a galera nesse tipo de experiência.

O plano é simples: entrar, roubar, escapar vivo

Em Marathon, você joga como um “Runner”, encarando um mapa cheio de ameaças e oportunidades. A proposta gira em torno de vasculhar áreas perigosas, cumprir objetivos e extrair antes que tudo dê errado. Não é só atirar bem: posicionamento, barulho, tempo e decisão rápida pesam tanto quanto mira.

A comparação com raid e heist faz sentido porque a partida tenta equilibrar preparação e improviso. Você monta um loadout, entra com um plano, mas o mapa te obriga a adaptar quando outros jogadores aparecem ou quando um objetivo fica disputado.

Por que o PvPvE pode virar vício (ou frustração)

O coração do jogo é o encontro entre jogadores e ameaças do cenário. Isso cria histórias boas, mas também cobra caro de quem erra.

  • Risco de perder equipamento: morrer pode significar voltar de mãos vazias.
  • Extração disputada: a saída costuma ser o momento mais perigoso.
  • Loot com impacto: itens melhores mudam seu poder e suas escolhas.
  • Informação vale ouro: ouvir tiros e ler o ambiente vira “habilidade”.

Minha leitura como jogador

Se a Bungie acertar o ritmo das partidas e o equilíbrio entre recompensas e punição, Marathon tem tudo para entrar na lista dos jogos que você joga “só mais uma” e perde a noite. Mas se a progressão favorecer demais quem já tem gear forte, pode afastar quem está chegando agora.

Cena de Marathon
Marathon

Marathon vai ganhar um belo empurrão no endgame: a primeira zona avançada, o Crioarquivo, abre amanhã (20) dentro da UESC Marathon abandonada. E, para quem curte competitividade, o modo Ranqueado chega no sábado (21). Na prática, isso significa mais risco, mais recompensa e novas metas para quem já está investindo horas em Tau Ceti IV.

Crioarquivo: seis alas, Câmaras e extrações de tirar o fôlego

O Crioarquivo foi destrancado após um esforço coletivo da comunidade em um jogo de realidade alternativa de Marathon. A zona é focada em combate PvPvE intenso, exploração e aquelas extrações em que qualquer erro custa caro. O cenário mistura cápsulas de criogenia, enfermarias e áreas de armazenamento, com destaque para Câmaras de alta segurança que prometem loot acima da média.

  • Estrutura: 6 alas grandes para explorar.
  • Recompensas: 7 Câmaras de alta segurança com espólios superiores e armas únicas.
  • Requisitos para entrar: nível 25, todas as facções desbloqueadas e armamento com valor mínimo de 5.000 créditos.

Também rolam recompensas exclusivas no Códice ao progredir no Crioarquivo, incluindo visuais para as seis armações de Corredor e o título de Vidmaster.

Ranqueado chegou: holotags viram o coração da corrida

No Ranqueado de Marathon, sua sobrevivência vira ranking. O modo terá dois grupos de organização de partida: um de baixo risco e outro de alto risco, cada um com exigências diferentes de itens e holotags.

  • Holotags: definem a pontuação-alvo, podem ser compradas ou encontradas, e ativam superdesempenho quando saqueadas.
  • Camadas extras: fragmentos de tag, limites de espólios e pontuação conjunta do time.
  • Recompensas da Temporada 1: visuais de arma, títulos e um visual para a armação de Destruição.

Minha leitura como jogador: esse pacote deve deixar Marathon mais “vivo” no longo prazo, porque dá motivos claros para farmar, arriscar e competir — e isso é exatamente o que sustenta um PvPvE bom.

Cena de Marathon
Marathon

A Bungie decidiu mexer no “miolo” de Marathon: em vez de uma lista enorme de tarefas para cumprir durante a partida, a ideia agora é deixar o foco mais claro e direto. Isso importa porque, em jogo competitivo, quanto mais tempo você passa resolvendo burocracia, menos tempo você passa no que realmente define a diversão (e a vitória): as lutas, as decisões rápidas e o risco de perder tudo.

O que a Bungie quer com essa mudança

O ajuste é bem simples de entender: reduzir a sensação de checklist e fazer cada match de Marathon girar em torno de encontros entre jogadores. Menos “trabalho” e mais situações em que você precisa ler o mapa, prever rota inimiga e decidir se vale brigar ou recuar.

Na prática, o objetivo é deixar o loop mais limpo, com ações que se conectam diretamente ao combate e à extração, sem te prender em etapas que parecem obrigação.

  • Partidas mais objetivas: você entende mais rápido o que precisa fazer.
  • Mais tensão real: menos tarefas paralelas, mais chance de cruzar com inimigos.
  • Decisões mais significativas: cada passo aumenta risco e recompensa.
  • Ritmo mais agressivo: o jogo te empurra para o confronto, não para a “lista de compras”.

Impacto para quem vai jogar

Para a comunidade, isso pode tornar Marathon mais viciante: combate aparece mais, as histórias da partida nascem do improviso e você sente que o tempo está sendo bem usado. Como gamer, eu curto essa direção, porque jogo de extração vive ou morre pelo clima de perigo constante — e checklist demais mata a adrenalina.

O cuidado aqui é manter variedade: se simplificar demais, o meta pode ficar repetitivo. Se a Bungie equilibrar bem rotas, recompensas e oportunidades de emboscada, Marathon tem tudo para entregar partidas mais intensas e memoráveis.

Cena de Marathon
FPS

Tem muito shooter PvP que vive só de mira rápida e loadout apelão. O que me chamou atenção em Marathon é a ideia de ser um “puzzle box”: um mapa que você vai decifrando partida após partida, com rotas, ângulos e timings que mudam o resultado antes mesmo do primeiro tiro.

A Bungie sempre mandou bem em duas coisas: sensação de arma e leitura de arena. Se Marathon realmente apostar nisso, dá pra ter confrontos em que vencer não é só ter reflexo, mas entender como flanquear, quando negar espaço e como forçar o inimigo a se mexer. Esse tipo de PvP premia cabeça fria e comunicação, sem virar xadrez lento.

O risco é o jogo ficar confuso pra quem entra sozinho ou não quer estudar mapa. Ainda assim, eu prefiro mil vezes um PvP que recompensa aprendizado. Se Marathon entregar combate limpo, bom som e level design esperto, vai ser difícil largar.

Marathon
Marathon

A Bungie está perto de colocar na rua o seu novo shooter de extração, e a curiosidade aqui está alta. Marathon promete aquela mistura que dói e vicia: entrar com pouco, procurar loot, enfrentar outros jogadores e ainda lidar com ameaças do mapa, tudo com a pressão de sair vivo. Se você curte tensão de verdade, esse tipo de jogo pega forte.

O que mais me anima em Marathon é a chance de ver a Bungie fora da sombra de Destiny 2, mas ainda usando o que ela sabe fazer melhor: arma com impacto, movimentação gostosa e combate que parece “certo” na mão. Ao mesmo tempo, extraction shooter não perdoa. Se o balanceamento falhar, vira frustração rápida. Se acertar, vira rotina diária.

Marathon também tem um estilo bem marcante e uma premissa que combina com partidas intensas e decisões rápidas. Agora é ver se o jogo entrega conteúdo e progressão que segurem a galera por meses, não só por uma semana.

Cena de Marathon
Bungie

A Bungie já deixou claro que está ouvindo o barulho da comunidade, mas também defendeu uma escolha que pegou muita gente: a interface de Marathon é “esquisita” de propósito. E dá pra entender o motivo. Em um extraction shooter, informação demais deixa tudo limpo e previsível. Uma UI mais dura, com menos conforto, aumenta a tensão e te faz pensar duas vezes antes de correr ou abrir inventário no meio do perigo.

O problema é que existe uma linha fina entre “clima” e “atrapalhar”. Se a leitura de munição, vida e equipamentos não for rápida, a frustração chega antes da imersão. Eu curto quando o jogo tem identidade forte, mas eu também quero perder por erro meu, não por confusão de tela.

O caminho ideal pra Marathon é simples: manter o estilo, mas dar opções. Tamanho de fonte, contraste, modos de HUD e ajustes de clareza. Se a Bungie acertar isso, Marathon pode ficar único sem virar um teste de paciência.

Marathon

A Bungie publicou um novo vídeo de Comentários da Equipe de Desenvolvimento focado na música de Marathon, o seu próximo jogo PvPvE de extração e sobrevivência. A ideia do time é clara: misturar influências eletrônicas modernas com vozes humanas para criar uma sensação de tensão constante, como se o mundo do jogo estivesse sempre prestes a desandar.

No vídeo, a equipe explica como esses elementos sonoros ajudam a construir o clima do combate, da exploração e daquela dúvida clássica de jogo de extração: avançar ou recuar. Para quem quer sentir o tom de Marathon antes do lançamento, quatro faixas originais já foram liberadas nas principais plataformas de streaming.

  • Rhythm of Writhing Constellations (2:25)
  • Focused Erasures and Sub-Routine Resets (1:22)
  • We Stole a Moon (2:02)
  • Code Race [Versão Estendida] (9:34)

A trilha sonora completa de Marathon chega nas plataformas a partir de 6 de março.

Cena de Marathon
Bungie

A Bungie quer evitar que você compre no impulso. A ideia é deixar todo mundo experimentar Marathon antes de decidir se vai comprar o jogo. Em vez de travar o acesso atrás de pré-venda ou edições especiais, o plano é abrir testes públicos para a comunidade, com períodos de jogo liberados para qualquer pessoa.

Isso é uma boa notícia pra quem ainda está em dúvida sobre o estilo de Marathon, que mistura tiroteio e extração, com partidas em que sobreviver e sair com loot é o objetivo principal. Testes abertos também ajudam a ajustar balanceamento, servidores e possíveis problemas de performance antes do lançamento.

A Bungie ainda deve explicar como vai funcionar o acesso (inscrição, convites, fases por plataforma e duração de cada teste). Mas o recado já é claro: Marathon vai ter chance real de “test drive” antes de ir pro carrinho, e isso pode fazer diferença pra quem quer sentir o ritmo do jogo na prática.

Cena de Marathon
Marathon

Marathon, o novo shooter de extração da Bungie, viveu muita turbulência antes de chegar ao público. O lançamento foi adiado, houve reação negativa de playtests, acusações sobre uso de arte de terceiros e queda na moral do estúdio. O ex-diretor de arte Joseph Cross, que saiu do estúdio em dezembro de 2025 após seis anos, falou sobre essa fase em entrevista recente.

Cross diz que a reação ao jogo tem ciclos: às vezes positiva, depois torna-se negativa. Ele afirma conseguir separar o que vem das redes e o que vem do trabalho. Para ele, a arte foi a parte mais importante do seu trabalho — mesmo sem controlar o design ou a jogabilidade, ele se sente seguro com o que a equipe criou. Cross também fala que teve responsabilidade de proteger o time diante das críticas.

Ele compara a frustração a deixar a torrada cair com o lado da manteiga para baixo e diz que isso não chega a ser pessoal. A queda rápida de outro jogo do grupo aumentou a pressão: o time sabia que precisa lançar um produto que dê retorno. Esse relógio e a necessidade de lucro reduziram espaço para risco criativo, diz ele. Ainda assim, Cross mantém fé no trabalho do time e no impacto da arte quando o jogo finalmente chegar ao público.

Cena de Marathon
Marathon

Bungie confirmou nas redes sociais que haverá um fim de semana de teste aberto antes do lançamento de Marathon, marcado para 5 de março de 2026. A data exata do evento ainda não foi divulgada, mas a desenvolvedora garantiu que “todos” poderão experimentar o jogo, o que indica que o teste será aberto em todas as plataformas.

O grande alpha público do ano passado durou cerca de uma semana e meia, de 23 de abril a 4 de maio, e outros testes fechados mais tarde também tiveram duração semelhante. Os testes recentes no fim de 2025 exigiam inscrição e convite; desta vez parece que o acesso será mais restrito ao fim de semana — provavelmente de sexta a segunda — e, portanto, mais curto que as fases anteriores.

Na primeira fase havia vários mapas, Runners, missões e facções, mas quase tudo foi reformulado desde então e novas funcionalidades foram adicionadas. Este novo fim de semana de teste deve mostrar como essas mudanças afetaram a jogabilidade, o ritmo e o equilíbrio entre as opções dos jogadores.

Para a Bungie, esse é um momento importante. Além de coletar dados finais, o teste aberto é a segunda chance de Marathon causar boa impressão antes da estreia. A comparação com outros lançamentos do gênero ainda pesa, então a expectativa é alta para ver se as revisões valeram a pena.

Cena de Marathon
Marathon

Marathon passou por uma reformulação importante depois da alpha pública e isso já teve efeitos positivos na percepção dos jogadores. A Bungie revisou sistemas e adicionou recursos como chat por proximidade, fila solo e Rook, uma opção de loadout gratuita. Essas mudanças tornaram o jogo mais atraente para quem não curtiu as primeiras impressões.

O estúdio também aposta em um tom sci-fi mais sombrio e realista, com estilo visual atualizado e narrativa ambiental mais profunda. Há um Codex que registra e conecta eventos, facções e pistas sobre o que aconteceu em Tau Ceti. A ideia é oferecer um mundo vivo e em transformação, não uma história linear e fechada.

O elenco de vozes chamou atenção: nomes experientes que podem dar peso às missões e ao lore. A diretora criativa Julia Nardin afirmou que a equipe quer ampliar os limites do que um extraction shooter pode fazer com sua história. Com talentos assim, fica mais fácil criar personagens e facções memoráveis.

É cedo para saber como essa aposta vai se traduzir na jogabilidade final, mas a combinação de narrativa ambiental, eventos dinâmicos e locução profissional indica ambição. Se Bungie equilibrar boa história com ritmo e recompensas nas partidas, Marathon pode se destacar no gênero e manter os jogadores envolvidos por mais tempo.