#Marathon
O diretor de Marathon revelou a visão da Bungie para os próximos passos do game e, sem rodeios, a ideia é dar mais opções para quem quer jogar no modo “suando a camisa” ou só relaxar um pouco depois de uma run tensa.
Entre as novidades, o estúdio está trabalhando em um novo mapa com pegada alienígena e debuffs que mexem com a cabeça. Isso ainda está longe de chegar, mas já dá pistas de que o jogo vai continuar recebendo conteúdo bem fora da curva.
Outra adição em desenvolvimento é um novo shell Runner chamado Sentinel, focado em defesa. Mas o que mais chamou atenção foram os dois modos experimentais previstos para a Temporada 2:
- Primeiro modo: mais voltado para PvE, com um toque leve de PvP.
- Segundo modo: PvE puro, com esquadrões cooperando para cumprir objetivos e avançar entre as partidas.
A ideia é expandir Marathon para além da tensão de cada extração, oferecendo formas mais casuais de jogar sem perder a identidade do shooter. A Bungie também quer continuar testando outras filas experimentais no futuro, incluindo a possibilidade de um modo mais focado em PvP.
Além disso, a Temporada 2 deve trazer mudanças como progressão de facções mais rápida e novas formas de turbinar os atributos do seu Runner. Mais detalhes estão prometidos para a semana de 25 de maio.
Marathon vai sacudir a Temporada 2 em 2 de junho, e a Bungie já deixou claro que vem mudança pesada no seu loot.
Antes disso, na próxima terça-feira, o game recebe um update de fim de temporada focado em turbinar as recompensas, com drops garantidos para deixar o farm mais lucrativo. O Cryo Archive também vai ficar mais acessível nessa reta final.
Se liga no que muda no primeiro reset sazonal de Marathon:
- Reset geral: todo mundo começa a Temporada 2 do zero, em pé de igualdade.
- O que você mantém: conquistas, progressão não sazonal do Codex e cosméticos.
- O que zera: pacotes de recompensa de facções e do Codex que ainda não foram resgatados.
- Cosméticos: estilos, títulos e emblemas entram automaticamente na nova temporada.
- Rewards Pass: não reseta; o progresso continua normalmente.
Resumo da ópera: bora abrir os prêmios pendentes, garantir o loot e chegar na Temporada 2 de Marathon pronto para o novo ciclo.
Marathon vai ficar bem mais amigável para o farm no fim da Temporada 1. A Bungie prepara um update de fim de temporada para 19 de maio com várias mexidas no ritmo das runs.
O destaque é que as locked room keys, um drop raríssimo que libera as melhores salas de loot em Tau Ceti, passam a cair de forma garantida nos Wardens. Além disso, eventos de mapa como Intercept, Lockdown, spawn de Warden, Convoy e Anomaly vão aparecer em toda partida, o que aumenta a chance de sair com recompensa boa.
Tem mais: os bosses Warden vão surgir em mais pontos de Perimeter, Dire Marsh e Outpost. E o mapa Cryo Archive fica liberado o tempo todo pelo resto da temporada, junto com uma playlist ranqueada para quem quiser entrar no tryhard com mais risco e recompensa.
- Mais XP de facção em toda a Temporada 1;
- Templates de chave que não quebram mais quando você é derrubado;
- Um jeito de transformar templates em chaves com o item Matter Fixative, dropado por bots da UESC;
- Wall safes com chance de largar deluxe keys;
- Signal Mask com duração maior enquanto você corre.
Fechando o roadmap, a Season 2: Nightfall começa em 2 de junho e traz a nova zona Night Marsh, um novo shell de Runner, armas inéditas, o sistema The Cradle para turbinar os stats do seu Runner e mais ajustes de qualidade de vida.
Jogar Marathon de 1994 e Marathon (2026) lado a lado deixa claro que, mesmo em extremos opostos da história dos FPS, os dois compartilham mais DNA do que muita gente imagina.
A comparação mostra que o novo Marathon não está só surfando na nostalgia: ele resgata a pegada do original com combate tenso, leitura de mapa na correria, movimentação afiada e aquela sensação constante de estar no limite. No teste lado a lado, a franquia continua entregando um shooter que valoriza ritmo, estratégia e sobrevivência, em vez de só sair atirando.
- Atmosfera: o clima sci-fi claustrofóbico segue intacto.
- Gameplay: foco pesado em mobilidade, posicionamento e reação rápida.
- Identidade: a nova versão atualiza a fórmula sem apagar a essência do clássico.
No fim das contas, Marathon prova que dá para modernizar um FPS e ainda manter viva a alma que transformou a franquia em referência.
Marathon voltou ao centro da conversa gamer, e a melhor forma de entender o reboot é olhar para o que a Bungie fez no original de 1994. O detalhe do grafite em rosa neon — aquela variação torta de “Thank God it’s you” — não está ali por acaso: ele resume o tom de decadência, paranoia e estranheza que sempre marcou a franquia.
No Marathon clássico, você navega por corredores claustrofóbicos enquanto a invasão alienígena transforma a nave-colônia em um caos total. Entre os inimigos, há os BOBs, civis “nascidos a bordo” que correm desesperados pelos cenários. Alguns estão infectados e explodem quando você chega perto; os inocentes gritam “Eles estão por toda parte!”, enquanto os contaminados aliviam a tensão com um “Graças a Deus é você!”.
Comparar o Marathon de 1994 com o novo jogo deixa claro como a série mudou de pele. O original é um FPS raiz, com foco em labirintos, leitura de mapa e exploração de espaços verticais. Já o título atual bebe da fórmula de extraction shooter, apostando em informação, posicionamento e tomada de decisão sob pressão.
Mesmo com propostas tão diferentes, os dois jogos conversam pela narrativa. Terminais espalhados pelo cenário revelam a guerra maior e colocam você entre duas inteligências artificiais com personalidades opostas: uma mais estável e outra totalmente fora da curva. É aí que Marathon sempre brilhou — ao transformar lore em personalidade, e personalidade em identidade de jogo.
Outro ponto que continua forte é o arsenal. A pistola de fusão do clássico ainda passa aquela sensação de arma alienígena pesadona, com disparo carregado e feedback visual marcante. Soma isso ao radar de inimigos, ao level design vertical e à movimentação que força você a pensar em cada salto e desvio, e fica fácil entender por que o original ainda segura a onda.
No fim das contas, Marathon novo não surgiu do nada. Ele pega a base do clássico, atualiza a linguagem e mantém a mesma obsessão por fuga, consciência e liberdade. É o tipo de continuação que faz sentido justamente porque respeita o DNA do jogo que veio antes.
A Bungie liberou a atualização de meio de temporada de Marathon, já disponível no PC (Steam) e também nos consoles, trazendo mudanças de balanceamento, ajustes na progressão e um novo evento por tempo limitado chamado protocolo C.A.R.R.I.. Na prática, o patch mexe direto no gameplay do loop de contratos e extração, com melhorias tanto para jogadores solo quanto para equipes organizadas.
O que muda no patch 1.0.6
O update amplia recompensas e adiciona novos itens e opções táticas. Entre os principais destaques confirmados nas notas do patch 1.0.6, estão:
- Passe de Recompensas atualizado, com novos itens nas trilhas gratuita e premium.
- Trilha premium com visuais para as armações de Rapina, Assassino e Destruição.
- Trilha gratuita com visual de Reconhecimento, visual para a escopeta WSTR e emblema de perfil.
- Benefícios para a armação de Reconhecimento, incluindo melhorias na identificação de inimigos e ajustes no comportamento do Drone Aranha.
- Novos mods de chip de arma e implantes com bônus para toda a equipe, reforçando estratégias coordenadas.
- Novo kit de misericórdia, item utilitário que permite reanimar Corredores inimigos derrubados.
- Novo item de autorreanimação esgotada, exclusivo do modo solo.
- Visuais da Arachne obtidos via Códice.
- Mais espólios de alto valor, incluindo novas concessões de armas de luxo em confrontos no Perímetro e no Pântano Lúgubre.
Protocolo C.A.R.R.I.: evento limitado para contratos e extrações
O C.A.R.R.I. (CyberAcme Recruta Recursos Iniciais) é um protocolo de duração limitada que recompensa a conclusão de objetivos de contrato e extrações conjuntas. O sistema usa condecorações da CyberAcme, que podem ser trocadas no Arsenal do C.A.R.R.I. por itens como armas em rotação, caixas de material recuperado e pacotes de reputação de facção.
Além do jogo, a Bungie também divulgou novidades de merchandising (como artes colecionáveis e edição de colecionador). Para quem joga no PC, o principal impacto imediato está nas novas opções de progressão e nos itens que alteram o ritmo das partidas, especialmente em solo e em composições voltadas para equipe.
A Bungie explicou melhor como funciona o Rook, um “scavenger mode” pensado para quem curte a sensação de começar sem nada e sair da partida com equipamento — o clássico “zero to hero” dos jogos de extração. A ideia é oferecer uma rota de gameplay mais leve para aprender o mapa, improvisar com o que encontrar e reconstruir recursos sem o peso de arriscar seu loadout principal.
Como funciona o Rook na prática
- Entra em uma partida já em andamento, sempre como jogador solo.
- Não dá para levar loadout (você não escolhe armas/itens antes de infiltrar).
- Em compensação, você não está arriscando nada do seu inventário, o que torna o Rook uma opção bem direta para quem quer só catar loot e sair vivo.
Na prática, é um modo dedicado de “sobrevivência por oportunidade”: entrar, se virar com o que aparecer, evitar briga desnecessária (ou procurar confusão, se estiver confiante) e tentar extrair com algo que valha a viagem.
Quando e onde jogar (Steam e consoles)
Marathon teve lançamento marcado para 5 de março de 2026, com versão de jogo para PC no Steam, além de PlayStation 5 e Xbox Series X|S, com cross-play e cross-save.
Em preço, a Bungie já havia indicado o jogo por US$ 39,99 (com valores em € e £ também anunciados), e que mais preços regionais seriam divulgados mais perto do lançamento.
Bungie mostrou mais da ideia por trás de Marathon: um shooter de extração que mistura a tensão de um raid com a malícia de um heist. A notícia importa porque o jogo quer transformar cada partida em uma missão de risco real, onde entrar é fácil, mas sair com o loot é outra história — e isso costuma ser exatamente o que prende a galera nesse tipo de experiência.
O plano é simples: entrar, roubar, escapar vivo
Em Marathon, você joga como um “Runner”, encarando um mapa cheio de ameaças e oportunidades. A proposta gira em torno de vasculhar áreas perigosas, cumprir objetivos e extrair antes que tudo dê errado. Não é só atirar bem: posicionamento, barulho, tempo e decisão rápida pesam tanto quanto mira.
A comparação com raid e heist faz sentido porque a partida tenta equilibrar preparação e improviso. Você monta um loadout, entra com um plano, mas o mapa te obriga a adaptar quando outros jogadores aparecem ou quando um objetivo fica disputado.
Por que o PvPvE pode virar vício (ou frustração)
O coração do jogo é o encontro entre jogadores e ameaças do cenário. Isso cria histórias boas, mas também cobra caro de quem erra.
- Risco de perder equipamento: morrer pode significar voltar de mãos vazias.
- Extração disputada: a saída costuma ser o momento mais perigoso.
- Loot com impacto: itens melhores mudam seu poder e suas escolhas.
- Informação vale ouro: ouvir tiros e ler o ambiente vira “habilidade”.
Minha leitura como jogador
Se a Bungie acertar o ritmo das partidas e o equilíbrio entre recompensas e punição, Marathon tem tudo para entrar na lista dos jogos que você joga “só mais uma” e perde a noite. Mas se a progressão favorecer demais quem já tem gear forte, pode afastar quem está chegando agora.
Marathon vai ganhar um belo empurrão no endgame: a primeira zona avançada, o Crioarquivo, abre amanhã (20) dentro da UESC Marathon abandonada. E, para quem curte competitividade, o modo Ranqueado chega no sábado (21). Na prática, isso significa mais risco, mais recompensa e novas metas para quem já está investindo horas em Tau Ceti IV.
Crioarquivo: seis alas, Câmaras e extrações de tirar o fôlego
O Crioarquivo foi destrancado após um esforço coletivo da comunidade em um jogo de realidade alternativa de Marathon. A zona é focada em combate PvPvE intenso, exploração e aquelas extrações em que qualquer erro custa caro. O cenário mistura cápsulas de criogenia, enfermarias e áreas de armazenamento, com destaque para Câmaras de alta segurança que prometem loot acima da média.
- Estrutura: 6 alas grandes para explorar.
- Recompensas: 7 Câmaras de alta segurança com espólios superiores e armas únicas.
- Requisitos para entrar: nível 25, todas as facções desbloqueadas e armamento com valor mínimo de 5.000 créditos.
Também rolam recompensas exclusivas no Códice ao progredir no Crioarquivo, incluindo visuais para as seis armações de Corredor e o título de Vidmaster.
Ranqueado chegou: holotags viram o coração da corrida
No Ranqueado de Marathon, sua sobrevivência vira ranking. O modo terá dois grupos de organização de partida: um de baixo risco e outro de alto risco, cada um com exigências diferentes de itens e holotags.
- Holotags: definem a pontuação-alvo, podem ser compradas ou encontradas, e ativam superdesempenho quando saqueadas.
- Camadas extras: fragmentos de tag, limites de espólios e pontuação conjunta do time.
- Recompensas da Temporada 1: visuais de arma, títulos e um visual para a armação de Destruição.
Minha leitura como jogador: esse pacote deve deixar Marathon mais “vivo” no longo prazo, porque dá motivos claros para farmar, arriscar e competir — e isso é exatamente o que sustenta um PvPvE bom.
A Bungie decidiu mexer no “miolo” de Marathon: em vez de uma lista enorme de tarefas para cumprir durante a partida, a ideia agora é deixar o foco mais claro e direto. Isso importa porque, em jogo competitivo, quanto mais tempo você passa resolvendo burocracia, menos tempo você passa no que realmente define a diversão (e a vitória): as lutas, as decisões rápidas e o risco de perder tudo.
O que a Bungie quer com essa mudança
O ajuste é bem simples de entender: reduzir a sensação de checklist e fazer cada match de Marathon girar em torno de encontros entre jogadores. Menos “trabalho” e mais situações em que você precisa ler o mapa, prever rota inimiga e decidir se vale brigar ou recuar.
Na prática, o objetivo é deixar o loop mais limpo, com ações que se conectam diretamente ao combate e à extração, sem te prender em etapas que parecem obrigação.
- Partidas mais objetivas: você entende mais rápido o que precisa fazer.
- Mais tensão real: menos tarefas paralelas, mais chance de cruzar com inimigos.
- Decisões mais significativas: cada passo aumenta risco e recompensa.
- Ritmo mais agressivo: o jogo te empurra para o confronto, não para a “lista de compras”.
Impacto para quem vai jogar
Para a comunidade, isso pode tornar Marathon mais viciante: combate aparece mais, as histórias da partida nascem do improviso e você sente que o tempo está sendo bem usado. Como gamer, eu curto essa direção, porque jogo de extração vive ou morre pelo clima de perigo constante — e checklist demais mata a adrenalina.
O cuidado aqui é manter variedade: se simplificar demais, o meta pode ficar repetitivo. Se a Bungie equilibrar bem rotas, recompensas e oportunidades de emboscada, Marathon tem tudo para entregar partidas mais intensas e memoráveis.
Tem muito shooter PvP que vive só de mira rápida e loadout apelão. O que me chamou atenção em Marathon é a ideia de ser um “puzzle box”: um mapa que você vai decifrando partida após partida, com rotas, ângulos e timings que mudam o resultado antes mesmo do primeiro tiro.
A Bungie sempre mandou bem em duas coisas: sensação de arma e leitura de arena. Se Marathon realmente apostar nisso, dá pra ter confrontos em que vencer não é só ter reflexo, mas entender como flanquear, quando negar espaço e como forçar o inimigo a se mexer. Esse tipo de PvP premia cabeça fria e comunicação, sem virar xadrez lento.
O risco é o jogo ficar confuso pra quem entra sozinho ou não quer estudar mapa. Ainda assim, eu prefiro mil vezes um PvP que recompensa aprendizado. Se Marathon entregar combate limpo, bom som e level design esperto, vai ser difícil largar.