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#Metal Gear Solid

Kojima Super Mario
Metal Gear Solid

Hideo Kojima revelou que, pouco antes de sair da Konami, chegou a conversar sobre o que poderia vir depois. A ideia era simples e pesada ao mesmo tempo: continuar empurrando a série para um novo rumo ou encerrar um ciclo ali.

Esse momento aconteceu na reta final de um período bem turbulento, marcado por mudanças internas e pelo fim da parceria que vinha desde os tempos clássicos da franquia. Para muita gente, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain acabou virando o símbolo dessa despedida, com um desenvolvimento cercado de tensão e um lançamento que ainda gera discussão até hoje.

Kojima também tinha vontade de explorar projetos diferentes, fora das regras e do formato de sempre. Depois da saída, ele montou o Kojima Productions e seguiu por outro caminho, com liberdade total para criar. Mesmo assim, é difícil não pensar como Metal Gear Solid V: The Phantom Pain poderia ter sido (e o que viria depois) se aquela conversa tivesse terminado de outro jeito.

Arc Raiders

Defect é o FPS cyberpunk da equipe a emptyvessel. Em entrevista com o diretor do jogo, Emanuel Palalic, e o compositor Mick Gordon, o papo foi sobre otimização. O título parece pesado, mas pode rodar com configuração mínima de RTX 2060 e não obriga ray tracing, que é a técnica de iluminação realista.

A ideia é evitar o custo alto da corrida por gráficos máximos. Jogos como Arc Raiders e Battlefield são citados como exemplos de boa performance em hardware mais simples, mostrando que bom desempenho também é conquista do design.

“Boa performance em um jogo não é apenas um problema técnico, é também de arte”, disse Palalic. Ele explica que uma equipe de arte forte consegue trabalhar com as limitações de sombreamento e renderização e ainda manter o visual. Referências a Killzone 2 e FEAR aparecem como exemplos de aparência ainda impressionante hoje, mesmo com técnicas antigas.

A equipe está ajustando fumaça de arma, impactos de bala e testes de builds três vezes por semana para ver como tudo fica em diferentes configurações. A destruição de cenário persistente é uma área em desenvolvimento, com adaptações para manter 60 fps em hardware mais fraco sem perder o estilo visual.

Mick Gordon elogia o time: são alguns dos melhores em gráficos otimizados dos últimos 10 anos. Defect ainda não tem data de lançamento, mas pode wishlist no Steam e já tem trailer de gameplay estendido sem data marcada.

Você prefere ver jogos com gráficos no máximo ou títulos que entregam performance estável em hardware mais antigo?