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Asus lança monitores 4K que viram 1080p a até 480 Hz — o sonho dos esports?
Asus

A Asus revelou dois monitores 4K que também têm modos 1080p com taxas de atualização muito altas. Esses painéis dual-mode permitem jogar em 4K ou mudar para 1080p com múltiplos da taxa nativa, agora alcançando 3x e 4x. A proposta é unir boa qualidade de imagem em 4K com velocidade extrema em 1080p, ideal para quem joga competitivo.

O ROG Strix XG27UCG Gen 2 tem 27 polegadas, roda 4K a 160 Hz e 1080p a 480 Hz, o que o torna atraente para jogadores de esports que buscam máxima fluidez. O TUF Gaming VG27UQEL5A também tem 27 polegadas, oferece 4K a 75 Hz e 1080p a 300 Hz (4x), e foca em custo-benefício para quem não tem GPU poderosa para 4K em altas taxas.

Não está claro se os novos modelos usam escalonamento inteiro para transformar 4K em 1080p. No modelo anterior a empresa usou interpolação, e isso deixou a imagem um pouco suave. Ambos usam painel IPS com backlight monolítico; aceitam sinal HDR, mas não entregam o HDR por pixel das telas OLED. Essas opções devem ser rápidas para painéis IPS e mais acessíveis que OLED, que ainda vence em contraste e HDR real. Esses monitores parecem promissores para quem quer o melhor dos dois mundos. Fique atento a data de lançamento e preços para decidir se vale a troca entre qualidade e velocidade.

CES 2026: 9 Inovações que Vão Mudar Seus Jogos — GPU Monstruosa e Monitor OLED Surpreendente
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CES 2026 trouxe várias novidades de hardware para quem joga. Mesmo com muitos anúncios de IA, apareceram equipamentos que realmente se sobressaíram, de monitores e GPUs a laptops e handhelds. Abaixo, um resumo simples das principais novidades que chamaram atenção no evento.

Entre os monitores, o MSI MPG 341CQR QD-OLED X36 chamou atenção: usa um painel QD-OLED com arranjo de subpixels em V da Samsung, o que melhora a nitidez das fontes e reduz os problemas típicos de OLED. A tecnologia V‑Stripe promete combinar contraste muito alto com texto mais limpo e deve surgir em mais modelos em breve.

No campo das placas e PCs, houve propostas extremas e curiosas. A MSI mostrou uma versão monstruosa da GeForce RTX 5090 com refrigeração líquida e display integrado, enquanto a Asus revelou um PC gigante com ventiladores holográficos. Laptops também receberam novidades: o Asus ROG Zephyrus Duo trouxe uma solução com duas telas que pode agradar quem precisa de mais espaço para janelas e criação de conteúdo.

Processadores novos da Intel (Core Ultra Series 3, Panther Lake) prometem gráficos integrados bem melhores, o que pode elevar o desempenho em notebooks sem GPU dedicada. Em handhelds, o Lenovo Legion Go 2 SteamOS Edition vem com APU AMD Z2 Extreme e tela 8,8″ 144 Hz; o preço anunciado está em cerca de R$5.700, um valor alto para um portátil. Também surgiram invenções curiosas, como um bloco eletrônico da Lego com sensores e áudio, e a tecnologia Nvidia G‑Sync Pulsar, que melhora muito a clareza em movimento ao controlar o backlight.

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Asus

O CES 2026 trouxe boas notícias para quem joga no PC: os monitores foram o destaque. A grande mudança veio nas OLEDs, que sofriam com letras meio borradas por causa do arranjo antigo de subpixels. Agora Samsung e LG adotaram um layout em faixas verticais de R, G e B. A Samsung segue com QD-OLED e pontos quânticos, a LG mantém WOLED sem o subpixel branco. O resultado é texto mais nítido e menos franja.

Vimos isso em modelos como o ultrawide da MSI com painel V-Stripe a 360 Hz e 300 nits, e no HyperX Omen OLED 34 com especificações parecidas. A Asus mostrou duas versões, uma com o painel Samsung e outra 27” 4K 240 Hz com o painel da LG, que deve ficar ainda melhor por ter mais pixels por polegada. Testes rápidos mostram melhoria na leitura, mesmo que a densidade de pixels ainda limite a nitidez em algumas telas. O MSI saiu por cerca de R$5.500 e modelos antigos já aparecem em promoções por cerca de R$2.000.

Houve avanço também nas telas IPS, com a evolução do G-Sync Pulsar da Nvidia. Em vez de strobar a tela inteira, o sistema agora stroba uma faixa horizontal antes da varredura que atualiza os pixels. Isso aumenta muito a clareza de movimento e reduz o efeito de cintilação de soluções antigas. No fim, a escolha será entre cores e contraste das OLEDs e a nitidez de movimento do Pulsar. A expectativa é que a nova geração torne monitores melhores e, com sorte, mais acessíveis.

Gigabyte lança HyperNits: OLED pode ficar até 30% mais brilhante
Gigabyte

A Gigabyte apresentou novos monitores OLED para games na CES 2026 e trouxe uma função chamada HyperNits. A empresa descreve HyperNits como um ajuste inteligente que remodela a curva EOTF. O recurso promete aumentar o brilho em até 30% mantendo o detalhe em áreas muito claras. Há dois modos: HyperNits High para máximo ganho e HyperNits Medium para um aumento mais suave em ambientes escuros.

Na prática, HyperNits parece bem parecido com o EOTF Boost da MSI. EOTF é o mapeamento que diz como o sinal elétrico vira luz na tela e é importante para o HDR. O problema comum em monitores OLED é escolher entre picos muito brilhantes em pequenas áreas ou uma imagem mais luminosa no geral. Essas funções tentam equilibrar os dois, otimizando o que o painel já consegue fazer, em vez de simplesmente forçar mais brilho bruto.

O primeiro modelo da Gigabyte com HyperNits é o MO34WQC36, um ultrawide de 34 polegadas baseado em painel QD-OLED da Samsung. Ele traz especificações parecidas com modelos recentes da concorrência e um filtro de luz ambiente para reduzir o tom roxo que surgia antes. A empresa não divulgou preços por enquanto. Resta ver se a Gigabyte iguala o desempenho da concorrência e oferece um custo-benefício melhor.

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Intel

Intel e Samsung Display apresentaram uma tecnologia chamada SmartPowerHDR que promete reduzir o consumo das telas OLED em notebooks. O sistema analisa o pico de brilho de cada quadro em tempo real e envia essa informação ao controlador do painel (TCON). Com isso, a tensão aplicada ao painel é otimizada conforme quantos pixels estão ativos na tela, em vez de manter a voltagem no máximo como no HDR tradicional.

As empresas afirmam que a economia chega a cerca de 22% no uso diário e cerca de 17% durante conteúdo HDR. Jogos com suporte a HDR tendem a solicitar tensão mais alta com mais frequência, por isso a redução é menor em cenas realmente HDR. Já tarefas como navegar na web, abrir arquivos ou digitar em documentos consomem muito menos quando a voltagem é ajustada dinamicamente.

Não ficou claro se a função vai exigir hardware dedicado ou se pode ser entregue por atualização de software, o que pode afetar a rapidez da adoção. Também há limitações práticas: o HDR no Windows ainda pode ser instável e, em muitos casos, é desativado quando o notebook está na bateria.

Mesmo assim, qualquer ganho no painel — que responde por mais da metade do consumo de um notebook — é bem-vindo. Se a SmartPowerHDR funcionar sem prejudicar a qualidade em jogos, pode significar mais autonomia para notebooks e melhores resultados em monitores OLED voltados para games.

Nvidia G-Sync Pulsar: vi a tecnologia que deixa monitores comuns obsoletos
Monitores

A Nvidia mostrou a G-Sync Pulsar, uma técnica de estroboscópio na retroiluminação que é sincronizada com a taxa de atualização e reduz o desfoque de movimento de forma impressionante. Em uma demonstração ao vivo, personagens e textos em movimento ficaram muito mais nítidos do que em monitores normais, fazendo cenas rápidas parecerem quase estáticas para os olhos.

A solução combate o chamado “motion hold”: quando a luz de fundo fica sempre ligada, cada frame permanece visível até o próximo e a imagem fica borrada. A Pulsar faz um strobe rolante que acende a retroiluminação pouco antes da varredura chegar à parte seguinte do painel, e ajusta esse pulso conforme a taxa de atualização. O resultado é até quatro vezes mais clareza em movimento, sem perder a variação de taxa (VRR).

Nos testes foram usados jogos como Overwatch 2 e Anno 117: Pax Romana para mostrar como ícones e textos se mantêm legíveis ao mover a câmera. Há limitações: o recurso exige backlights IPS rápidos aprovados pela Nvidia, um chip escalador específico e não funciona em telas OLED. Os primeiros modelos chegam a partir de 6 de janeiro, com o modelo mais barato da primeira leva custando aproximadamente R$ 3.000 lá fora.

Para quem joga, a Pulsar promete uma nitidez em movimento que pode mudar escolhas entre um painel IPS muito rápido ou um OLED com melhor contraste. Depois de ver a demo, a diferença fica difícil de ignorar.

Asus revela monitores OLED com 'fita RGB' — qual deles é melhor para jogos?
Asus

No CES 2026, a Asus revelou novos monitores OLED com uma novidade: subpixels em ‘fita RGB’. São dois modelos bem diferentes. O ROG Swift PG34WCDN é um ultrawide de 34 polegadas que usa o novo painel QD-OLED da Samsung. Já o ROG Swift PG27UCWM é um 27 polegadas 4K com a nova tecnologia da LG, chamada Tandem WOLED. Apesar de ambos terem subpixels RGB, cada painel tem arquitetura própria, algo que pode afetar como texto e fontes são exibidos.

Sobre especificações: o 34 polegadas com QD-OLED traz 360 Hz, brilho padrão melhorado de 300 nits e pico HDR de 1.300 nits, além de um filtro de painel para reduzir problemas com luz ambiente. O 27 polegadas 4K terá 240 Hz nativos e modo alternativo de 480 Hz em 1080p, mas a Asus ainda não detalhou o brilho total; há indicações de um nível mais modesto, perto de 250 nits. A LG chama o painel de Tandem WOLED porque usa fontes de luz brancas baseadas em OLED, filtradas para cada subpixel.

A Asus também mostrou o PG32UCDM Gen 3, um 32 polegadas 4K QD-OLED com o filtro anti-luz ambiente BlackShield, mas sem a nova fita RGB. Com tantas variações e nomes de ‘geração’, fica confuso comparar telas. Se você for trocar de monitor, confira as especificações com cuidado: tipo de subpixel, brilho real e modo de atualização. Para games, a aposta é que o QD-OLED mantenha vantagem em cores e contraste, mas isso pode mudar conforme as marcas ajustam o projeto.

HyperX Omen OLED 34: ultrawide 360Hz que pode deixar seu setup obsoleto
HyperX

A HyperX, marca de hardware gamer agora sob a HP, apresentou o HyperX Omen OLED 34. O produto é fabricado pela HP, mas chega com a marca HyperX e tem especificações que chamam atenção.

Trata-se de um ultrawide de 34 polegadas com painel QD-OLED e taxa de atualização de 360 Hz. O tempo de resposta é de 0,03 ms, ideal para jogos muito rápidos. A tela usa uma versão de nova geração da tecnologia V-stripe, um tipo de arranjo de subpixels que coloca o verde acima do vermelho e do azul formando um ‘V’ invertido. Versões anteriores desse arranjo mostravam letras um pouco borradas; a nova geração promete melhorar a nitidez e reduzir esse problema.

A HP informa que o monitor virá com garantia limitada de três anos e tecnologia HyperX OLED Core Protect para reduzir riscos de burn-in. Há também HyperX ProLuma para precisão de cores profissionais, carregamento USB-C de 100 W, e compatibilidade com G-Sync e FreeSync Premium Pro. O kit inclui um arquivo para personalizar e imprimir um gancho para fone, e os controles foram reposicionados da lateral para a parte inferior, a pedido de jogadores.

Deve chegar ao site da HP na primavera, com preço ainda não divulgado, mas tudo indica que será caro. Em especificações ele supera alguns ultrawides OLED atuais, mas só um teste e o preço vão dizer se vale a pena. Para quem joga competitivamente, a combinação de 360 Hz com OLED pode ser muito atraente.

Nvidia promete 4x mais nitidez com o novo G-Sync Pulsar — monitores 360Hz já chegam
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A Nvidia atualizou o G-Sync Pulsar, a tecnologia de redução de motion blur que foi mostrada pela primeira vez no CES há dois anos. Agora já existem monitores compatíveis com a novidade. A versão original fazia strobing na luz de fundo inteira para encurtar o tempo em que um quadro fica visível; a nova versão traz mudanças que prometem reduzir ainda mais o desfoque percebido sem aumentar muito o cintilar.

Percepção de motion blur acontece quando nossos olhos mantêm o quadro anterior ou quando os pixels mudam devagar. Pulsar usa strobing parecido com o Ultra-Low Motion Blur, mas adaptado a taxas de atualização variáveis. A grande mudança é que a nova técnica não estrobe toda a luz de fundo: ela faz pulsos apenas numa faixa horizontal à frente do ponto de varredura do painel. São até dez faixas de luz que formam uma onda, piscando pouco antes das linhas do painel mudarem de imagem.

No papel, isso faz com que cada quadro fique visível por cerca de 25% do tempo, o que a Nvidia descreve como quatro vezes menos tempo de retenção do objeto e quatro vezes mais clareza de movimento efetiva. A tecnologia é voltada para jogadores competitivos: os primeiros painéis anunciados são IPS de 27 polegadas, 1440p e 360 Hz de marcas como Acer, AOC, Asus e MSI. Será interessante ver como um 360 Hz com Pulsar se compara a monitores com taxas maiores sem esse tipo de strobing.

Este monitor OLED da MSI pode acabar com seu LCD: 360Hz, HDR monstruoso e 0,03 ms
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A MSI lançou o MPG 341CQR QD‑OLED X36, um monitor ultrawide de 34 polegadas com painel QD‑OLED da Samsung. Ele traz resolução 3440×1440, taxa de atualização de 360 Hz e resposta de 0,03 ms. O painel adota subpixels em faixa RGB em vez do padrão triangular anterior. Brilho de tela cheia fica em torno de 300 nits e pico HDR alcança cerca de 1.300 nits, com certificação DisplayHDR TrueBlack 500. Conexões incluem DisplayPort 2.1a, HDMI 2.1, USB‑C com 98 W de energia e hub USB‑A.

Na prática, a imagem melhorou: há menos tingimento púrpura em luz forte e a cor está mais equilibrada. O novo arranjo de subpixels ajuda no desenho de fontes, mas a densidade de 110 DPI não é tão nítida quanto um 27 ou 32 polegadas 4K, então texto não fica perfeito. O controle de EOTF e o modo Boost entregam bom punch em cenas claras sem perder os picos brilhantes em áreas escuras, e isso faz o HDR em jogos parecer realmente impressionante.

Velocidade e fluidez são absurdas — a combinação de OLED e 360 Hz dá uma clareza de movimento que supera LCDs. O formato ultrawide é ótimo para imersão, menos prático para quem joga esports competitivos, mas é possível usar faixas pretas com 2560×1440. A construção e a ergonomia são completas. O preço estimado é cerca de R$6.000. Se você busca a melhor imagem e velocidade para jogos, este monitor é uma das melhores opções; se precisa de máxima nitidez para texto, pense bem antes de investir.

Odyssey 3D
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Samsung anunciou uma nova família de monitores gamer antes da CES. O Odyssey 3D G9 G90XH é um 32” 6K (6.144 x 3.456) com 3D sem óculos e rastreamento ocular. Em 6K ele roda a 165 Hz nativos e oferece modo alternativo de 330 Hz em 3K, com resposta de 1 ms GtG. Curiosamente, usa painel IPS em vez do VA que a marca vinha usando.

Há também o Odyssey G8 G80HS, versão 6K sem o 3D, e o G6 G60H, um 27” 1440p com taxa nativa de 600 Hz e modo “HD” que atinge 1.040 Hz (provavelmente em 720p), trocando resolução por velocidade. A linha inclui um 27” 5K (180 Hz nativo / 360 Hz em 1440) e um Odyssey OLED G8 G80SH, 32” 4K QD-OLED a 240 Hz com 300 nits e certificação DisplayHDR TrueBlack 500. Parece que a Samsung está adotando IPS nos painéis LCD, possivelmente comprando painéis externos.

Fica a dúvida sobre como o 3D sem óculos afeta a qualidade de imagem em 2D, especialmente num painel 6K. Também não há preços ou datas de lançamento; informações devem sair na CES. Vamos aguardar mais detalhes sobre disponibilidade no Brasil. Se você curte alto refresh e tecnologia nova, é uma linha para ficar de olho.