© 2026 Todos os direitos reservados.
Política de Privacidade

#MSI

MSI Vector A18 HX: notebook 18'' com Ryzen 9 e RTX 5080 — potência brutal ou exagero?
MSI

O MSI Vector A18 HX é um notebook gigantesco de 18 polegadas pensado para quem precisa de desempenho sério sem recorrer ao desktop. Ele traz AMD Ryzen 9 9955HX (16 núcleos), GeForce RTX 5080, 32 GB de RAM DDR5 e um SSD de 2 TB. Pesa 3,6 kg, vem com uma fonte de 400 W e custa cerca de R$16.000 na configuração testada, então espere um investimento alto.

No uso real e em jogos ele se destaca: títulos pesados de CPU, como Baldur’s Gate 3, rodam perto de 90 fps nativos, enquanto Cyberpunk 2077 em Ray Tracing Ultra fica na casa dos 40 fps sem upscaling — com DLSS e frame-gen esse número sobe muito e pode ultrapassar 100 fps em configurações apropriadas. A GPU apresenta consumo medido na casa dos 132 W e as temperaturas ficam controladas (GPU por volta de 74 °C, CPU cerca de 81 °C) sem tornar o sistema excessivamente barulhento, graças ao chassi maior e ao sistema de sete heat pipes e duas ventoinhas.

O painel IPS de 18″ é 16:10 (2560×1600) a 240 Hz e 500 nits, ideal para jogos e trabalhos gráficos; há opção com Mini‑LED/4K que eleva ainda mais o preço. Conectividade inclui USB4, HDMI 2.1, Ethernet e Wi‑Fi 7, tornando-o um ótimo substituto de desktop em mesa. A bateria é limitada (cerca de 1 hora sob carga intensa) e o conjunto é pouco portátil. Se você precisa de potência máxima em um único aparelho e não se importa com peso e preço, é uma escolha forte; para quem prioriza mobilidade ou custo, um desktop ou um notebook menor faz mais sentido.

CES 2026: 9 Inovações que Vão Mudar Seus Jogos — GPU Monstruosa e Monitor OLED Surpreendente
Monitores

CES 2026 trouxe várias novidades de hardware para quem joga. Mesmo com muitos anúncios de IA, apareceram equipamentos que realmente se sobressaíram, de monitores e GPUs a laptops e handhelds. Abaixo, um resumo simples das principais novidades que chamaram atenção no evento.

Entre os monitores, o MSI MPG 341CQR QD-OLED X36 chamou atenção: usa um painel QD-OLED com arranjo de subpixels em V da Samsung, o que melhora a nitidez das fontes e reduz os problemas típicos de OLED. A tecnologia V‑Stripe promete combinar contraste muito alto com texto mais limpo e deve surgir em mais modelos em breve.

No campo das placas e PCs, houve propostas extremas e curiosas. A MSI mostrou uma versão monstruosa da GeForce RTX 5090 com refrigeração líquida e display integrado, enquanto a Asus revelou um PC gigante com ventiladores holográficos. Laptops também receberam novidades: o Asus ROG Zephyrus Duo trouxe uma solução com duas telas que pode agradar quem precisa de mais espaço para janelas e criação de conteúdo.

Processadores novos da Intel (Core Ultra Series 3, Panther Lake) prometem gráficos integrados bem melhores, o que pode elevar o desempenho em notebooks sem GPU dedicada. Em handhelds, o Lenovo Legion Go 2 SteamOS Edition vem com APU AMD Z2 Extreme e tela 8,8″ 144 Hz; o preço anunciado está em cerca de R$5.700, um valor alto para um portátil. Também surgiram invenções curiosas, como um bloco eletrônico da Lego com sensores e áudio, e a tecnologia Nvidia G‑Sync Pulsar, que melhora muito a clareza em movimento ao controlar o backlight.

Você pagaria R$1.900 por um teclado com Stream Deck embutido? Conheça o Corsair Galleon 100 SD
Asus

O CES 2026 trouxe boas notícias para quem joga no PC: os monitores foram o destaque. A grande mudança veio nas OLEDs, que sofriam com letras meio borradas por causa do arranjo antigo de subpixels. Agora Samsung e LG adotaram um layout em faixas verticais de R, G e B. A Samsung segue com QD-OLED e pontos quânticos, a LG mantém WOLED sem o subpixel branco. O resultado é texto mais nítido e menos franja.

Vimos isso em modelos como o ultrawide da MSI com painel V-Stripe a 360 Hz e 300 nits, e no HyperX Omen OLED 34 com especificações parecidas. A Asus mostrou duas versões, uma com o painel Samsung e outra 27” 4K 240 Hz com o painel da LG, que deve ficar ainda melhor por ter mais pixels por polegada. Testes rápidos mostram melhoria na leitura, mesmo que a densidade de pixels ainda limite a nitidez em algumas telas. O MSI saiu por cerca de R$5.500 e modelos antigos já aparecem em promoções por cerca de R$2.000.

Houve avanço também nas telas IPS, com a evolução do G-Sync Pulsar da Nvidia. Em vez de strobar a tela inteira, o sistema agora stroba uma faixa horizontal antes da varredura que atualiza os pixels. Isso aumenta muito a clareza de movimento e reduz o efeito de cintilação de soluções antigas. No fim, a escolha será entre cores e contraste das OLEDs e a nitidez de movimento do Pulsar. A expectativa é que a nova geração torne monitores melhores e, com sorte, mais acessíveis.

MSI anuncia o 'laptop gamer mais potente do planeta' com 300W e RTX 5090 — será que vale?
MSI

A MSI revelou os notebooks Raider 16 Max HX e Raider 16 HX, apresentados como ‘o laptop gamer mais potente do planeta’. A marca anuncia 300W de potência total do sistema: 175W dedicados para a GPU (RTX 5090 ou 5080) e 125W para o processador Intel Core Ultra 200HX. É impressionante ver esse nível de hardware em um chassi mais compacto.

Os modelos trazem também um painel inferior de acesso rápido para ampliar memória e armazenamento sem tirar toda a tampa traseira, um sinal de modularidade bem-vindo. As telas são OLED 2.5K a 240 Hz, combinação boa para games. Para refrigeração, a MSI fala do Cooler Boost Trinity com Intra Flow: três ventiladores, seis heat pipes, cinco saídas de ar e composto térmico de mudança de fase.

O peso é de 2,6 kg, mais leve que notebooks de 18 polegadas, mas ainda mais pesado que opções mais finas de 16 polegadas. A ideia de alimentar tanto a GPU quanto a CPU com níveis altos de potência deve ajudar em produtividade e jogos exigentes, mas posso imaginar barulho e aquecimento a pleno uso. O modelo anterior da linha foi criticado pelo preço alto, passando de R$20.000, então a principal dúvida é se todo esse desempenho vai valer o investimento. Vamos aguardar análises e o preço final para saber se compensa.

MSI revela RTX 5090 Lightning Z com tela de 8 polegadas e até 1000 W — só 1.300 unidades
MSI

A MSI revelou a GeForce RTX 5090 32G Lightning Z, uma placa de vídeo projetada sem meias medidas e focada no público entusiasta. Ela traz uma tela de 8 polegadas integrada ao próprio PCB e abandona o cooler a ar em favor de um sistema de refrigeração líquida externo com radiador de 360 mm e três ventiladores.

O circuito usa uma bomba nova com 71% mais fluxo, e um cold plate full copper para manter a GPU gelada, além de backplate de fibra de carbono. A energia é alimentada por duas conexões de 16 pinos e 40 fases de VRM; há sistema dual BIOS com modos de 800 W e 1000 W, e um BIOS extra de mais de 2500 W reservado para overclock extremo. Para referência, o modelo padrão tem TGP de 575 W, e a MSI recomenda fonte de 1600 W.

O clock boost de fábrica chega a 2.775 MHz, cerca de 365 MHz acima da maioria das RTX 5090. Ajustes finos ficam por conta do app Lightning Hub (web e celular), e há pontos V-check para medir voltagens. A placa vem com um chaveiro para alternar o BIOS e componentes selecionados à mão para desempenho. Serão feitas apenas 1.300 unidades, em edição de colecionador, então espere um preço alto. No geral, é um produto pensado para quem busca o máximo, mesmo que isso exija muito da fonte e do bolso.

Este monitor OLED da MSI pode acabar com seu LCD: 360Hz, HDR monstruoso e 0,03 ms
Monitores

A MSI lançou o MPG 341CQR QD‑OLED X36, um monitor ultrawide de 34 polegadas com painel QD‑OLED da Samsung. Ele traz resolução 3440×1440, taxa de atualização de 360 Hz e resposta de 0,03 ms. O painel adota subpixels em faixa RGB em vez do padrão triangular anterior. Brilho de tela cheia fica em torno de 300 nits e pico HDR alcança cerca de 1.300 nits, com certificação DisplayHDR TrueBlack 500. Conexões incluem DisplayPort 2.1a, HDMI 2.1, USB‑C com 98 W de energia e hub USB‑A.

Na prática, a imagem melhorou: há menos tingimento púrpura em luz forte e a cor está mais equilibrada. O novo arranjo de subpixels ajuda no desenho de fontes, mas a densidade de 110 DPI não é tão nítida quanto um 27 ou 32 polegadas 4K, então texto não fica perfeito. O controle de EOTF e o modo Boost entregam bom punch em cenas claras sem perder os picos brilhantes em áreas escuras, e isso faz o HDR em jogos parecer realmente impressionante.

Velocidade e fluidez são absurdas — a combinação de OLED e 360 Hz dá uma clareza de movimento que supera LCDs. O formato ultrawide é ótimo para imersão, menos prático para quem joga esports competitivos, mas é possível usar faixas pretas com 2560×1440. A construção e a ergonomia são completas. O preço estimado é cerca de R$6.000. Se você busca a melhor imagem e velocidade para jogos, este monitor é uma das melhores opções; se precisa de máxima nitidez para texto, pense bem antes de investir.