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Nvidia
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A Nvidia apresentou resultados e informou que faturou US$57 bilhões no terceiro trimestre de 2025. Em uma chamada de resultados, o CEO afirmou que a empresa evoluiu de fabricante de GPUs para jogos para uma companhia de infraestrutura de IA para data centers.

O movimento mostra que a empresa aposta pesado no mercado de inteligência artificial. Nas redes sociais, o perfil da empresa compartilhou trechos da fala do CEO, reforçando a ideia de que a IA é o novo foco. Isso não significa o fim da presença em games: muitas ferramentas de desenvolvimento já usam IA e boa parte dos estúdios já incorpora a tecnologia em processos criativos.

O impacto para o jogador pode vir em novas formas de criação e serviços, mas também levanta dúvidas sobre prioridades da empresa. O que você acha: essa mudança é boa para os jogos ou pode deixar o mercado gamer em segundo plano?

Nvidia
Anthropic

A parceria une a Nvidia, a Microsoft e a Anthropic em acordos enormes. A Anthropic promete comprar R$156 bilhões em capacidade de computação na Azure. A Microsoft investirá R$26 bilhões na Anthropic e a Nvidia oferecerá R$52 bilhões à empresa de IA.

A Nvidia também vai colaborar tecnicamente com a Anthropic para otimizar modelos de IA e futuras arquiteturas de hardware. A Anthropic começou com o compromisso inicial de 1 gigawatt de capacidade de computação, algo que a empresa espera alcançar com sistemas chamados Grace Blackwell e Vera Rubin.

Esses investimentos acontecem num momento em que a a Nvidia alcança uma avaliação de cerca de R$26 trilhões e o o OpenAI é estimado em cerca de R$2,6 trilhões. Ao mesmo tempo, analistas e líderes financeiros avisam sobre a possibilidade de uma bolha de investimentos em IA e perdas grandes no futuro.

Apesar dos riscos, as empresas continuam a investir pesado. Isso pode acelerar tecnologias usadas também em jogos, mas aumenta a incerteza do mercado. O que você acha: é aceleração tecnológica ou risco de bolha?

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A NVIDIA anunciou a chegada do DLSS para AION2, Pizza Bandit e DAVY x JONES. AION2, da a NCSOFT, terá DLSS Frame Generation, NVIDIA Reflex e DLSS Multi Frame Generation em dezembro; Pizza Bandit, da a JOFSOFT, já recebe DLSS 4 com Multi Frame Generation e outras opções de DLSS; DAVY x JONES, da a PARASIGHT, ganhou DLSS Super Resolution no Acesso Antecipado. Jogadores com placas GeForce RTX podem ter ganhos de desempenho e menor latência.

A NVIDIA também oferece uma skin gratuita do Echo-4 de Borderlands 4 via GeForce Rewards a partir de 20 de novembro às 14:00 (horário de Brasília). Além disso, há ofertas de fim de ano em placas GeForce RTX, notebooks e desktops, com descontos de até 40% em modelos listados pela empresa e varejistas.

Vai aproveitar o DLSS em algum desses jogos ou planeja trocar de placa com as promoções?

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As restrições de exportação entre EUA e China seguem ativas, e a Nvidia não pode vender suas GPUs topo de linha para o país.

Mesmo assim, relatos apontam que 32 racks de servidor GB200 da Nvidia, com 2.300 chips Blackwell (geração para data center), chegaram à China por uma rota indireta via Indonésia e foram parar em um fornecedor local de IA.

A operação teria envolvido a Aivres, que atua nos EUA e é controlada em parte pela a Inspur, colocada na lista negra em 2023 por ligações com supercomputação militar. A Aivres teria vendido os racks para a Indosat Ooredoo Hutchison por cerca de R$ 500 milhões. Fontes dizem que a INF Tech, de Xangai e ligada à a Fudan University, participou das negociações; o contrato foi assinado pela a INF.

Os equipamentos teriam sido entregues e instalados em outubro para treinar modelos de IA voltados a finanças e pesquisa científica.

Especialistas em entrevista veem no caso um exemplo de como compradores podem contornar regras, mesmo com maior escrutínio. Reguladores anteriores não aplicaram uma nova regra, deixando a devida diligência às empresas.

A Nvidia afirma avaliar parceiros antes de liberar produtos. A INF declara que não trabalha com aplicações militares e cumpre as normas de exportação. A Indosat diz que todo cliente passa por regulação.

Se novas regras entrarem em vigor, isso pode mexer na liderança de IA e GPUs no mercado global. Você acha que mudanças regulatórias vão frear esses atalhos?

Nvidia

SoftBank anunciou que vendeu toda sua participação de US$5,83 bilhões em ações da Nvidia para financiar novas apostas em empresas de IA. O montante vendido dá algo como R$31,28 bilhões, na cotação atual. A empresa já reportou lucros gigantes — mais de US$16 bilhões em um trimestre — o que virou R$85,84 bilhões, e mesmo assim decidiu realocar capital para investir pesado em provedores de inteligência artificial.

O efeito imediato foi uma leve queda nas ações da SoftBank e também uma pequena pressão nas ações da Nvidia, mas o ponto curioso é que esse dinheiro tende a voltar indiretamente para a Nvidia: qualquer grande provedor de IA que receba esses investimentos provavelmente vai comprar GPUs Blackwell da Nvidia para treinar modelos. Então vender ações da Nvidia para investir em IA pode, no fim, alimentar a própria cadeia de consumo de hardware da empresa. Também rolou notícia de grandes apostas contra a Nvidia por investidores externos, mas nada aqui aponta que a arquitetura da indústria mudou de verdade.

No fim das contas, é menos sobre destruir a Nvidia e mais sobre realocar grana num tabuleiro onde todo mundo se alimenta dos mesmos componentes. A Nvidia ainda aparece enorme nas métricas de mercado — valor de mercado citado acima fica na casa dos US$4,6 trilhões (≈R$24,68 trilhões).

Isso muda a sua decisão na hora de montar ou atualizar placa de vídeo agora?

ASML

As fábricas que fazem nossos chips andam usando uma técnica chamada Inverse Lithography Technology (ILT) para corrigir a bagunça que a luz EUV faz quando tenta desenhar circuitos minúsculos. Em vez de ir somando pequenos ajustes nas máscaras, o ILT parte da saída desejada e calcula, pixel a pixel, a máscara que vai imprimir direito no silício — o resultado visual parece psicodélico, mas o que importa é que funciona em camadas problemáticas.

A Nvidia levou pra produção um empurrão de software chamado cuLitho, que joga muita computação nas GPUs para desenhar essas máscaras curvas mais rápido; TSMC já integra isso em fluxos para o nó N2 em camadas selecionadas. Isso não é só conversa: empresas do setor afirmam ganhos grandes em velocidade ao usar essas ferramentas.

Se você curte entender por que os chips que vão entrar no seu PC podem sair de uma máscara que parece arte abstrata, esse é o ponto: curvas nos padrões e muita força bruta de software estão mudando como o silício é feito. Como você acha que isso vai afetar a próxima geração de placas de vídeo?