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Pokémon

A Nintendo levou um baque no campo jurídico: o escritório de patentes dos EUA (USPTO) decidiu revogar uma patente ligada a mecânicas de batalha da franquia Pokémon. A decisão ainda não é final, mas já muda o clima em torno de como a Nintendo tenta proteger ideias de jogabilidade. Para quem joga e para estúdios que criam “monster taming”, isso importa porque patentes podem influenciar o que pode ou não aparecer em novos games.

Na prática, o USPTO entendeu que partes da patente não deveriam ter sido concedidas do jeito que estavam. Esse tipo de revisão acontece quando o órgão encontra referências anteriores ou problemas na forma como as reivindicações foram escritas. Como é uma decisão “não final”, a Nintendo ainda pode responder, ajustar o texto e tentar manter parte das proteções.

O que essa decisão “não final” significa

  • Não é uma derrota definitiva: a Nintendo pode contestar e apresentar mudanças.
  • Algumas reivindicações podem cair e outras sobreviver, dependendo da revisão.
  • O processo pode levar meses, com idas e vindas até uma conclusão.

Patentes desse tipo costumam tentar definir passos bem específicos de uma mecânica. Em Pokémon, batalhas e captura são pilares da série, e a Nintendo busca proteger certas implementações. Só que, no mundo dos jogos, muitas ideias parecidas aparecem ao longo de décadas, o que torna difícil “trancar” um conceito amplo sem esbarrar em coisas que já existiam.

Enquanto isso, Pokémon continua em alta e a Nintendo segue investindo na marca em várias frentes. Além dos títulos principais, a franquia vive de eventos, competitivos e lançamentos constantes de produtos e jogos paralelos, o que mantém a pressão para controlar o uso de elementos característicos. Com a patente em xeque, o debate volta a ficar quente: até onde vai a proteção de uma mecânica e onde começa a liberdade de criar algo no mesmo gênero?

Baldur’s Gate

Romance continua um assunto quente nos RPGs, mas agora chega uma proposta diferente: Rizz Dungeon: Skeleton Key to My Heart, um dungeon crawler em primeira pessoa anunciado hoje pela Snoozy Kazoo. O jogo não é exatamente um título de romance explícito, e a equipe por trás de Turnip Boy mantém o humor irreverente, mas o foco é romance com monstros. Você interpreta um ‘hopeless weakling flirt’ que tenta ‘rizzar’ monstros para que lutem ao seu lado, cuidando deles para ganhar confiança — o que dá uma vibe parecida com Pokémon, só que em um cenário de fantasia sombria e cômica.

A jogabilidade lembra clássicos como The Legend of Grimrock e Etrian Odyssey, com labirintos, combate de ritmo pausado e loot para garimpar. O trailer e a página da Steam já apresentam o conceito de forma divertida, e a ideia de ver monstros se abrindo para o jogador é uma virada de tom que pode dividir opiniões. Os fãs do humor de Turnip Boy devem se sentir em casa, mesmo com a proposta mais focada em romance. Você toparia esse encontro inusitado nos calabouços?