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#Processadores

Intel Core G3 Extreme pode chegar aos handhelds: iGPU até 77% mais rápido — será o fim da concorrência?
Intel

O mais novo vazamento indica que a Intel prepara uma versão do chip Panther Lake pensada para handhelds, batizada de Intel Core G3 Extreme. Ele traria o mesmo iGPU de topo dos laptops: 12 núcleos Xe3. Para caber em consoles portáteis, houve alguns cortes: frequência do iGPU reduzida de 2,5 GHz para 2,3 GHz (a fabricante reclassificou esse IP gráfico para Arc B380) e os núcleos de CPU Performance caíram de quatro para dois, enquanto os núcleos Efficient e Low Power Efficient permanecem iguais. O boost dos Performance cores também foi reduzido, de 5,1 GHz para cerca de 4,7 GHz.

Haverá também uma versão não-Extreme, com iGPU Arc B360 e 10 núcleos Xe3 a cerca de 2,2 GHz e um boost de cerca de 4,6 GHz. Essas decisões fazem sentido: em handhelds a prioridade costuma ser a GPU; menos cores Performance e clocks mais baixos ajudam a controlar consumo e calor. As Efficient cores devem cuidar das tarefas menos exigentes, liberando a GPU para rodar jogos.

Nos testes rápidos com a variante de laptop, o iGPU se mostrou bem capaz para 1080p em jogos, então a versão portátil promete bom desempenho. As grandes incógnitas agora são a qualidade dos drivers e a autonomia de bateria em uso real. No geral, o Core G3 Extreme parece uma pista sólida de que os handhelds baseados em Intel podem dar um salto sério de desempenho.

Intel Core Ultra Series 3: iGPU até 77% mais rápida — os chips que podem liberar notebooks gamers finos
AMD

A Intel lançou o Panther Lake e promete um salto grande na performance gráfica integrada. A fabricante diz que os chips Core Ultra Series 3 usam o nó de fabricação 18A, com transistores GAA e alimentação por trás do chip. A promessa é de até 77% mais desempenho em jogos comparado ao Lunar Lake. A Intel também falou em ganhos de 82% sobre um processador da AMD em renderização nativa e 73% com upscaling 2x.

A AMD respondeu em entrevista que os chips topo de linha dela — como Strix Halo e Ryzen AI Max — seriam bem melhores para jogos e que a comparação da Intel foi feita com chips de nível médio. Um executivo da AMD ainda sugeriu esperar pelo preço do Panther Lake antes de julgar o resultado. Do lado da Intel, um diretor afirmou que a rival está vendendo ‘silício antigo’ e que o Panther Lake foi feito pensando no mercado de portáteis.

Na prática, Panther Lake usa um nó mais novo, enquanto algumas soluções da AMD são refrescos de gerações anteriores. Isso pode mudar o equilíbrio em handhelds de jogos, se os números se confirmarem e o preço for competitivo. No fim, a disputa promete acelerar melhorias e pode beneficiar quem joga em PCs e portáteis. Resta ver os testes práticos para saber quem leva mesmo a coroa.

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AMD

A AMD sinalizou que pode lançar um novo Ryzen com dois chiplets, cada um com 3D V-Cache empilhado. Relatos indicam que fabricantes já listaram máquinas com o suposto Ryzen 9 9950X3D2, que deve trazer 16 núcleos, 32 threads e cerca de 192 MB de cache L3. Tudo aponta para um lançamento próximo.

Para jogos, a novidade é incerta. Até agora a AMD aplicou 3D V-Cache em apenas um dos chiplets para manter os núcleos de jogo em um único CCD e reduzir latência entre chiplets. Assim, mesmo em CPUs de 16 núcleos, os jogos tendem a rodar melhor nos núcleos do CCD com cache empilhado. Ter 3D V-Cache em ambos os chiplets pode elevar muito o preço sem trazer ganho proporcional no desempenho em games — o modelo anterior custava cerca de R$3.600, e esse novo deve ficar mais caro.

Em cargas de trabalho que usam muitos threads e dependem de cache, o chip pode ser interessante para workstations. Processadores de servidor com grandes quantidades de 3D V-Cache mostram bom desempenho em tarefas específicas, mas têm preços muito altos, na casa de R$77.000. Ou seja, o Ryzen 9 9950X3D2 pode acabar atraindo profissionais e entusiastas que precisam de muita L3, enquanto a vantagem real para a maioria dos gamers pode ser pequena diante do custo.

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AMD

AMD estuda relançar processadores antigos para ajudar quem não quer trocar toda a máquina por causa do preço alto da memória. Em uma mesa redonda, o chefe da linha Ryzen, David McAfee, afirmou que a empresa está avaliando reintroduzir CPUs AM4 no mercado para aumentar a oferta e permitir upgrades mais baratos em placas-mãe AM4 já existentes. Ele disse que isso é algo em que estão trabalhando ativamente.

O objetivo é oferecer uma opção que use DDR4, bem mais barata que DDR5 atualmente. Kits DDR5 que eram vendidos por cerca de R$520 até agosto de 2025 agora podem chegar a até R$2.300. Um kit de 32 GB DDR4 sai por volta de R$930. Apesar da perda de desempenho ao usar DDR4 e CPUs mais antigas, a combinação ainda entrega ótima performance em jogos para quem busca custo-benefício.

Relançar CPUs não é impossível: a fabricante já manteve modelos AM4 à venda e pode fazer isso novamente para segurar o mercado. A consequência seria facilitar upgrades sem trocar placa-mãe e reduzir a queda nas vendas de motherboards, que caíram pela metade no fim de 2025. Outras empresas também avaliam trazer produtos antigos de volta. Para quem monta PC com orçamento apertado, pode ser a melhor saída neste momento.

Intel promete iGPU até 77% mais rápida com Panther Lake — será que os drivers vão acompanhar?
Intel

A Intel afirma que os novos chips móveis Core Ultra Series 3, baseados na arquitetura Panther Lake, prometem até 77% mais desempenho de iGPU em jogos em comparação com a geração Lunar Lake. No papel, isso deixa notebooks ultrafinos com desempenho próximo ao de equipamentos com placa dedicada. Mas uma dúvida persiste: os drivers vão acompanhar essa promessa? Sem drivers estáveis, ganhos de desempenho podem não chegar ao jogador.

Para tentar resolver isso, a empresa diz que reescreveu toda a pilha de software e unificou camadas-chave do driver. Assim, a mesma camada pode ser otimizada profundamente e usada em várias APIs, tornando o trabalho mais eficiente. Também ampliaram a infraestrutura de testes e validaram centenas de jogos, não só alguns títulos. Em entrevista, executivos afirmaram que envolveram cerca de 300 desenvolvedores em jogos pré-lançamento e suportaram 50 lançamentos de driver no dia zero. Eles contam que agora começam a colaborar com estúdios 18 a 24 meses antes do lançamento, testam builds e fazem coengenharia para ajustar o suporte.

Mesmo com esses passos, sobra cautela. Produtos anteriores da Intel, como uma GPU desktop, ainda tiveram problemas de driver nos testes. Além disso, Nvidia e AMD investem muito nessas equipes. Se a Intel mantiver esse ritmo de integração, testes e lançamentos no dia zero, os novos iGPUs podem mesmo virar uma opção sólida para quem joga em notebooks finos. Vamos torcer para que os drivers correspondam à promessa.

Intel Core Ultra Series 3: iGPU até 77% mais rápida — os chips que podem liberar notebooks gamers finos
Intel

A Intel apresentou na CES sua família Core Ultra Series 3, baseada na arquitetura Panther Lake, e afirma que os modelos topo de linha trazem até 77% de ganho em gráficos integrados em relação à geração anterior, Lunar Lake. A linha traz iGPUs com suporte a ray tracing e promete melhorias no driver gráfico, o que pode tornar notebooks finos e handhelds capazes de rodar jogos modernos sem placa dedicada.

O principal é a iGPU Intel Arc B390, baseada nos núcleos Xe3. O Core Ultra X9 388H tem 16 núcleos totais, iGPU com 12 núcleos Xe3, turbo de até 5,1 GHz e 50 TOPS no NPU. Há variantes X7 que também usam a B390 e uma Core Ultra 5 338H com a Arc B370, de 10 núcleos Xe3. Modelos menores usam a Intel Graphics com 4 ou 2 núcleos Xe. As CPUs usam o processo 18A em tiles e chegam a suportar LP5/X até 9600 MT/s, 96–128 GB de memória, 25 W de base e turbo na casa de 55–80 W, dependendo do modelo.

Se as promessas se confirmarem em testes independentes, a geração pode mudar o mercado de laptops gamers finos e handhelds, entregando boa jogabilidade sem GPU dedicada. A experiência final vai depender de drivers, ajustes dos fabricantes e configurações de potência dos aparelhos. Ainda não há dados de preços ou disponibilidade para o Brasil; teremos que esperar testes e anúncios dos parceiros.

Ryzen 7 9850X3D revelado: só 2–5% a mais em jogos — vale pagar por isso?
AMD

A AMD apresentou no CES o Ryzen 7 9850X3D, essencialmente uma versão do 9800X3D com um pequeno aumento no clock de boost. Em números, a mudança é de cerca de 7,7% no boost, então é mais do mesmo, só um pouco mais rápido. Para quem monta PC, isso significa ganhos modestos em jogos, não uma revolução.

Modelos Zen 5 X3D anteriores já mostraram que os chiplets (CCDs) saem com boa qualidade. No Ryzen 9 9950X3D havia um CCD com 3D V-cache e outro sem, e os que não tinham V-cache chegaram a 5,7 GHz, enquanto os com V-cache ficaram perto de 5,5 GHz. Isso indica sobra de CCDs aptos a rodar acima de 5,2 GHz, o que acaba gerando novas variantes de processador em vez de cair o preço dos modelos existentes.

A AMD ainda não divulgou o preço oficial, mas como referência o 9800X3D custa cerca de R$ 2.350 e o 9950X3D gira em torno de R$ 3.380, então o novo 9850X3D deve ficar entre esses valores. No melhor cenário pode sair por algo em torno de R$ 2.500; se ficar muito mais caro, não vale a troca. A AMD informa ganhos de 2 a 5% em jogos sobre o 9800X3D. Para overclockers e quem busca recordes em benchmarks, o aumento de clocks pode interessar; para a maioria dos jogadores, a diferença é pequena e só compensa se o preço for competitivo.

Snapdragon X2 Plus pode revolucionar os portáteis — 35% mais rápido e 43% menos consumo?
Processadores

A Qualcomm apresentou no CES 2026 os novos Snapdragon X2 Plus, uma versão mais acessível dos chips X2 Elite. Eles não parecem um design totalmente novo: muitas funções foram desligadas em relação ao X2 Elite, com menos núcleos de GPU e cache reduzido em alguns modelos. Mesmo assim, a empresa afirma ganho de até 35% em desempenho single-core, graças a mudanças na arquitetura e em clocks mais altos.

O salto de desempenho vem principalmente dos núcleos Prime, que são bem mais potentes que os anteriores. As mudanças incluem estágios de pipeline levemente maiores e o dobro de unidades de desvio, além de ajustes nos pipelines de inteiro e ponto flutuante e melhorias na memória. Junto com RAM mais rápida e a produção em N3P da TSMC, a Qualcomm diz que o X2 Plus pode consumir até 43% menos energia que o X Plus, embora ganhos reais dependam de testes práticos.

Na GPU, os X2 Plus usam o Adreno X2-45; a contagem exata de shaders não foi divulgada, mas estimativas apontam para cerca da metade do X2-90. Essas GPUs suportam DirectX 12, Vulkan e têm aceleração por hardware para ray tracing, além de um cache especializado para reduzir tráfego de memória. Se esses chips operarem na faixa de 10-20 W como se espera, podem ser opção forte para PCs e consoles portáteis, trazendo mais competição para AMD e Intel. Ainda não vimos dispositivos com o X2 Elite no mercado, e a escassez de DRAM pode atrasar lançamentos.

Intel

Vazamentos e rumores recentes mostram um roteiro ambicioso para os próximos chips da Intel. Um canal de hardware falou sobre um APU chamado Serpent Lake, que juntaria CPU Intel e GPU Nvidia no mesmo chip. Esse APU seria equipado com a futura GPU Rubin da Nvidia, fabricada em TSMC N3P, e usaria memória LPDDR6. A parceria entre Intel e Nvidia foi anunciada oficialmente, com a Nvidia fazendo um aporte estimado em cerca de R$26 bilhões. Ainda não há confirmações técnicas detalhadas.

Outros codenomes citados nos relatos incluem Nova Lake, Razer Lake, Titan Lake e Hammer Lake. Nova Lake seria o processador de desktop para o final de 2026. Razer Lake chegaria entre 2027 e 2028 trazendo núcleos ‘Griffin Cove’ com ganho de IPC de dois dígitos. Os núcleos eficientes ‘Golden Eagle’ também teriam melhorias expressivas. Titan Lake seria uma versão móvel de Razer Lake com foco em gráficos e estreia a nova arquitetura Xe3P da Intel. Hammer Lake, previsto para 2029, pode marcar retorno a um design de núcleos unificados.

É importante ter cautela: roadmaps mudam e muitos detalhes ainda são especulativos. Se essas peças se confirmarem, os chips poderão oferecer salto significativo no desempenho por núcleo e opções de APU potentes para notebooks e laptops gamer. Para quem acompanha hardware, a ideia de um APU ‘monstro’ com GPU dedicada integrada é animadora. Vamos aguardar anúncios oficiais.

AMD Lucro
AMD

Relatos da indústria indicam que a AMD pretende aumentar o preço de seus processadores, incluindo a série 9000 e modelos mais antigos. As mudanças foram reportadas para começar na noite de 1º de dezembro (horário de São Paulo) e, por enquanto, atingiriam o nível dos distribuidores. Isso quer dizer que o aumento pode demorar a chegar ao consumidor, já que promoções da Cyber Week ainda estão em vigor. Procuramos a AMD para comentar, mas não houve resposta até o fechamento desta matéria.

Além dos CPUs, há também relatos de aumentos nos preços das placas de vídeo da AMD. Junte isso ao aumento já observado em módulos de memória RAM e em alguns SSDs, e montar ou atualizar um PC pode ficar bem mais caro nos próximos meses. Vendedores podem segurar descontos por enquanto, mas quando o estoque diminuir e as promoções terminarem, é provável que os repasses cheguem ao consumidor.

A AMD tem dominado rankings de processadores para jogos, e a concorrência da Intel enfrenta dificuldades em responder com opções de desktop competitivas. Com empresas como a AMD e a Nvidia registrando lucros muito altos — a Nvidia chegou a ter receitas de aproximadamente R$ 300 bilhões — fica claro que o custo final tende a pesar no bolso dos gamers. Aproveitar promoções agora pode ser a melhor saída; você vai comprar agora ou esperar os preços se estabilizarem?

Intel Nova Lake
Intel

A Intel planeja enfrentar a dominância da AMD no segmento gamer com o Nova Lake, uma CPU que pode chegar a 52 núcleos e 288 MB de cache vertical. Essa quantidade de cache é mais do que o dobro dos 128 MB oferecidos pela V-Cache dos chips X3D da AMD. As informações vieram de um vazamento considerado confiável e mostram uma mudança agressiva no design da Intel para competir em desempenho de jogos.

No topo da linha, o processador terá dois tiles de computação, cada um com oito núcleos de alto desempenho e 16 núcleos eficientes, além de 144 MB de cache empilhado por tile. Isso soma 48 núcleos mais outros quatro núcleos eficientes de baixo consumo no tile do SoC, totalizando 52 núcleos. Também serão lançadas variantes com menos núcleos e versões com um único tile, e pelo menos quatro modelos devem oferecer essa grande cache bLLC.

A Intel confirma que o Nova Lake chega no fim de 2026, e a AMD também promete seus novos chips Zen 6 para 2026, então a próxima temporada deve ser uma guerra por desempenho. Há relatos de que a nova plataforma exigirá designs de alimentação mais robustos nas placas-mãe, o que pode complicar a adoção. Você acha que a Intel vai mesmo retomar a liderança no desempenho para jogos?