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#Remedy Entertainment

Cena de Alan Wake 2
Alan Wake

A Remedy nunca foi um estúdio de jogar no seguro, e a ideia com Alan Wake 2 deixa isso bem claro. Em vez de só repetir o clima do primeiro jogo, ela resolveu mudar o peso da experiência: mais tensão, mais medo e mais cuidado com cada passo. É aquele tipo de sequência que já chega dizendo “ou você entra no clima, ou não é pra você”.

O grande truque aqui é misturar duas jornadas que se complementam. De um lado, a investigação mais “pé no chão”. Do outro, o mergulho total na loucura do Dark Place. Isso dá um ritmo diferente, alternando exploração, quebra-cabeças e combate sem virar um tiro ao alvo sem sentido.

O que eu mais curto é quando o estúdio usa a própria narrativa como arma. Alan Wake 2 brinca com realidade, cena, texto e até com o jeito que você interpreta o que está vendo. É ousado, às vezes estranho, mas é exatamente por isso que chama atenção.

Se a Remedy acertar o equilíbrio, a gente pode estar diante de uma das sequências mais marcantes do gênero.

Control Resonant
Control

Control: Resonant quer fazer algo bem raro: sair do ritmo de shooter e virar um jogo bem mais focado em pancadaria e combate de perto. A ideia é que as lutas sejam mais intensas, com menos troca de tiros à distância e mais decisões rápidas no “cara a cara”.

O combate promete girar em torno de esquivas, bloqueios e contra-ataques, com golpes que empurram inimigos, quebram defesa e abrem espaço para combos. Em vez de resolver tudo com arma e mira, Control: Resonant quer que você leia o movimento do inimigo, entre na distância certa e aproveite as aberturas.

Mesmo com essa mudança, o clima estranho da franquia continua. Espere cenários bizarros, ameaças sobrenaturais e aquela sensação constante de que o mundo está “torto”. Se der certo, pode ser uma virada interessante para quem achava o loop de tiro repetitivo. Se der errado, vai ser uma mudança grande demais para os fãs.