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Intel

Intel e Samsung Display apresentaram uma tecnologia chamada SmartPowerHDR que promete reduzir o consumo das telas OLED em notebooks. O sistema analisa o pico de brilho de cada quadro em tempo real e envia essa informação ao controlador do painel (TCON). Com isso, a tensão aplicada ao painel é otimizada conforme quantos pixels estão ativos na tela, em vez de manter a voltagem no máximo como no HDR tradicional.

As empresas afirmam que a economia chega a cerca de 22% no uso diário e cerca de 17% durante conteúdo HDR. Jogos com suporte a HDR tendem a solicitar tensão mais alta com mais frequência, por isso a redução é menor em cenas realmente HDR. Já tarefas como navegar na web, abrir arquivos ou digitar em documentos consomem muito menos quando a voltagem é ajustada dinamicamente.

Não ficou claro se a função vai exigir hardware dedicado ou se pode ser entregue por atualização de software, o que pode afetar a rapidez da adoção. Também há limitações práticas: o HDR no Windows ainda pode ser instável e, em muitos casos, é desativado quando o notebook está na bateria.

Mesmo assim, qualquer ganho no painel — que responde por mais da metade do consumo de um notebook — é bem-vindo. Se a SmartPowerHDR funcionar sem prejudicar a qualidade em jogos, pode significar mais autonomia para notebooks e melhores resultados em monitores OLED voltados para games.

Odyssey 3D
Monitores

Samsung anunciou uma nova família de monitores gamer antes da CES. O Odyssey 3D G9 G90XH é um 32” 6K (6.144 x 3.456) com 3D sem óculos e rastreamento ocular. Em 6K ele roda a 165 Hz nativos e oferece modo alternativo de 330 Hz em 3K, com resposta de 1 ms GtG. Curiosamente, usa painel IPS em vez do VA que a marca vinha usando.

Há também o Odyssey G8 G80HS, versão 6K sem o 3D, e o G6 G60H, um 27” 1440p com taxa nativa de 600 Hz e modo “HD” que atinge 1.040 Hz (provavelmente em 720p), trocando resolução por velocidade. A linha inclui um 27” 5K (180 Hz nativo / 360 Hz em 1440) e um Odyssey OLED G8 G80SH, 32” 4K QD-OLED a 240 Hz com 300 nits e certificação DisplayHDR TrueBlack 500. Parece que a Samsung está adotando IPS nos painéis LCD, possivelmente comprando painéis externos.

Fica a dúvida sobre como o 3D sem óculos afeta a qualidade de imagem em 2D, especialmente num painel 6K. Também não há preços ou datas de lançamento; informações devem sair na CES. Vamos aguardar mais detalhes sobre disponibilidade no Brasil. Se você curte alto refresh e tecnologia nova, é uma linha para ficar de olho.

Samsung DRAM
Memórias RAM

A Samsung criou uma situação curiosa: a divisão de semicondutores não vai garantir um fornecimento de 12 meses de DRAM para a própria divisão de smartphones. Em vez disso, o time de celulares terá que pedir memória a cada trimestre. A justificativa é simples: os preços estão subindo rápido e comprometer valores fixos por um ano fica arriscado.

A escolha vem junto com uma reorganização da produção. A Samsung está focando em memória de alta largura de banda para aceleradores de inteligência artificial e em DRAM de baixo consumo para dispositivos móveis. O mercado de smartphones não cresce tanto, mas a demanda por memória para IA explodiu. Servidores de IA precisam de muito espaço de memória e isso pressiona a oferta. Com empresas disputando chips, houve falta e os preços subiram mês a mês.

Para quem joga no PC, isso pode ser ruim: RAM e outros componentes podem ficar mais caros ou mais difíceis de achar. A decisão da Samsung mostra que evitar contratos longos pode ser uma forma de manter margem e ajustar preços rápido. Fique de olho nos preços de memória e planeje suas compras com cuidado; talvez valha a pena antecipar a troca de hardware ou buscar alternativas. Você vai comprar RAM agora ou esperar a situação se definir?

Chip Samsung
Chips

A Samsung anunciou resultados iniciais da produção em massa do nó 2 nm (SF2). A empresa afirma que o novo processo GAA (Gate All Around, tipo de transistor que melhora desempenho e reduz consumo) traz ~5% mais performance, ~8% mais eficiência de energia e ~5% menos área que o 3 nm — ganhos modestos na prática.

A comparação entre nós é complicada porque a densidade de transistores varia por projeto. Estimativas colocam a Intel 18A em cerca de 185 milhões/mm², a Samsung SF2 em ~200 milhões/mm² e a TSMC N2 em ~235 milhões/mm². A Samsung reporta rendimentos de 50–60%, enquanto a TSMC estaria em ~80%.

Mesmo com rendimentos menores, a Samsung pode competir se o preço do wafer da TSMC subir 10–20%, o que abriria espaço para preços mais baixos. O SF2 já deve ser usado no Exynos 2600 para o Galaxy S26, possivelmente chegando ao mercado antes do N2. Se a tecnologia da Samsung for saudável, ela pode oferecer uma alternativa para fabricantes de GPUs no futuro.

Você acha que a chegada do 2 nm da Samsung vai ajudar a baratear placas de vídeo ou isso é só expectativa?