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Tribunal do Reino Unido libera ação coletiva contra a Valve — Steam pode ter que pagar indenização aos jogadores?
Steam

O Points Shop do Steam vive recebendo fundos de perfil, avatares animados, molduras e emoticons novos. A novidade é que a Valve resolveu jogar luz no “trabalho invisível” por trás disso: alguém precisa criar cada item, ajustar tamanho, animação e garantir que tudo funcione bem no perfil e no chat. Para quem curte personalizar o perfil, isso importa porque define a qualidade, a variedade e até a velocidade com que novos pacotes aparecem.

Por trás do brilho: não é só apertar um botão

Esses itens parecem simples, mas são feitos como conteúdo de jogo: têm direção de arte, versões diferentes e limites bem chatos de respeitar. A Valve reforçou que os melhores resultados vêm quando o próprio estúdio do jogo (ou um artista contratado) prepara os assets pensando no universo do game. Quando isso acontece, o Points Shop do Steam fica mais “com cara” do jogo, e menos genérico.

  • Fundos de perfil e mini-fundos com boa leitura
  • Avatares e molduras animadas sem pesar
  • Emoticons e figurinhas fáceis de reconhecer
  • Pacotes temáticos que combinam entre si

O que muda para você que só quer um perfil bonito

Na prática, a tendência é ver mais jogos ganhando itens oficiais no Steam, com artes mais consistentes e menos “cara de reciclado”. Isso também ajuda estúdios menores: um bom pacote no Points Shop vira vitrine, porque aparece toda hora para quem visita perfis e lojas dentro do Steam.

Minha leitura como gamer: quando a Valve incentiva esse cuidado, todo mundo ganha. O Steam fica mais vivo, e a gente para de ver as mesmas opções repetidas em todo perfil. Agora é torcer para mais estúdios entrarem na brincadeira e não deixarem a personalização só nas mãos dos títulos gigantes.

Tribunal do Reino Unido libera ação coletiva contra a Valve — Steam pode ter que pagar indenização aos jogadores?
Steam

Jogadores descobriram que dá para acessar algumas builds de teste apenas trocando o “branch” dentro da Steam. Isso importa porque essas versões podem trazer conteúdo inacabado, mudanças grandes no balanceamento e até spoilers, além de causar bugs que não aparecem na versão pública.

O truque está no menu que muita gente ignora

A Steam tem um sistema de branches (canais) para o mesmo jogo: o padrão, betas abertas e, em alguns casos, versões de teste. Normalmente, branches mais sensíveis deveriam ficar protegidos por senha ou nem aparecer para o público. O problema é que, quando um estúdio deixa uma branch sem proteção ou configura errado, qualquer pessoa consegue selecionar a opção e baixar aquele build como se fosse uma beta comum.

Na prática, a Steam vira uma porta de entrada para conteúdo que era para um grupo menor. E como a Steam sincroniza arquivos e saves, a confusão pode ir além do “só quero dar uma espiada”.

Vale a pena? Depende do seu apetite por caos

Como gamer, eu entendo a curiosidade: testar novidades antes dá aquela sensação de “acesso antecipado”. Mas build de teste é território instável. Se você for mexer nisso na Steam, eu recomendo cuidado extra:

  • Faça backup do seu save antes de trocar o branch.
  • Evite usar sua campanha principal (principalmente em jogos longos).
  • Desconfie de crashes e quedas de desempenho: é normal em build de teste.
  • Se for multiplayer, pense duas vezes: versões diferentes podem dar incompatibilidade.

Para os estúdios, o recado é claro: organizar e proteger branches na Steam não é só capricho, é parte da segurança do lançamento. Para a comunidade, a melhor postura é tratar essas builds como algo experimental, e não como “atalho” para conteúdo final.

5 lançamentos do Steam que você não pode perder esta semana (o terceiro é nostálgico)
Steam

O Steam recebe tantos jogos novos toda semana que acompanhar tudo virou missão impossível. Isso importa porque, no meio de muita coisa repetida ou inacabada, ainda aparecem pérolas que podem virar seu próximo vício. A boa notícia é que dá para “peneirar” melhor e não depender só da sorte na vitrine.

A enxurrada do Steam e o problema de descoberta

Hoje, o Steam não é mais só um lugar para grandes lançamentos. Tem demo, jogo indie, projeto solo, acesso antecipado e até experimentos bem esquisitos. Para a Valve, isso é sinal de plataforma viva. Para o jogador, vira um mar de capas parecidas e descrições exageradas.

O resultado é simples: você abre o Steam, vê 20 novidades, coloca na lista de desejos… e mesmo assim perde aquele jogo legal que saiu “quietinho”. Na prática, ganhar tempo virou parte do hobby.

Garimpo de verdade: truques que funcionam

Se a ideia é separar o “ok” do “uau”, algumas rotinas ajudam bastante:

  • Use a fila de descobertas e marque sem dó o que você não quer ver de novo.

  • Filtre por gêneros específicos (ex: roguelike, sobrevivência, tático) e combine com “lançados recentemente”.

  • Dê prioridade para jogos com demo: em 10 minutos você sente o loop.

  • Olhe a página com atenção: trailer real, screenshots de gameplay e descrição clara costumam denunciar projeto sério.

  • Na dúvida, espere alguns dias: jogo bom no Steam costuma ganhar tração rápido.

Minha visão de gamer: com tanto lançamento, aprender a garimpar virou habilidade tão importante quanto saber montar build. O Steam continua sendo o melhor lugar para achar surpresa boa — você só precisa de um filtro mental (e um pouco de paciência).

Beisebol

Konami abriu a porta do beisebol competitivo no PC e consoles. eBaseball: PRO SPIRIT já está disponível de graça no PlayStation 5 e no Steam, trazendo a pegada clássica de Professional Baseball Spirits para uma fase mais global. A ideia é simples: entrar em partidas online e encarar gente do mundo todo, com arremesso, rebatida e defesa valendo cada detalhe.

O jogo usa o eBaseball Engine para dar aquela sensação de estádio cheio, com som de bastão e torcida bem presentes. No Steam, o suporte completo a teclado e mouse é a melhor notícia: dá para mirar melhor no montinho e reagir rápido nas jogadas no campo, sem depender de controle.

Se você curte esportes e quer algo competitivo sem pagar entrada, eBaseball: PRO SPIRIT é uma ótima pedida. Eu só espero que a progressão e os modos online mantenham o jogo justo e não virem uma corrida de carteira.

Tribunal do Reino Unido libera ação coletiva contra a Valve — Steam pode ter que pagar indenização aos jogadores?
Steam

Todo dia a Steam recebe uma enxurrada de jogos novos. Tem coisa boa escondida ali, mas também tem muito projeto inacabado, cópia sem graça e jogo que parece demo vendida como produto final. Se você abre a loja no automático, é fácil cair em armadilhas e gastar dinheiro (e horas) no que não vale.

O que funciona pra mim é tratar a Steam como vitrine, não como curadoria. Eu uso a lista de desejos sem dó: entrou, eu espero promoção ou mais avaliações. Também filtro por tags que realmente combinam com meu gosto e ignoro “lançamento” sem gameplay claro. Trailer bonito sozinho não me compra mais.

Outra dica é testar demos e ficar de olho em eventos com páginas organizadas, porque aí dá pra comparar jogos parecidos lado a lado. E quando o jogo tem só review curta e genérica, eu desconfio na hora.

No fim, a Steam é ótima, mas você precisa ser mais seletivo do que nunca pra achar os jogos que merecem seu tempo.

Romeo Is a Dead Man
Grasshopper Manufacture

A Grasshopper Manufacture resolveu assumir o controle total no PC. Romeo Is a Dead Man foi anunciado como o primeiro jogo novo do estúdio a chegar no Steam com publicação própria, sem depender de uma publisher para colocar o lançamento na loja.

Isso é grande para quem curte o estilo maluco da Grasshopper. Quando o próprio estúdio publica, ele ganha mais liberdade para escolher quando e como lançar, fazer promoções, atualizar a página do jogo e conversar direto com a comunidade. Para o jogador, isso costuma significar uma presença mais “viva” no Steam, com mais clareza de planos e suporte.

Por enquanto, Romeo Is a Dead Man ainda não veio com todos os detalhes que a galera sempre quer, como data cravada e requisitos finais. Mesmo assim, o anúncio já deixou claro o foco: colocar a identidade do estúdio na frente e transformar Romeo Is a Dead Man em um lançamento de PC com cara de Grasshopper do começo ao fim.

Aether & Iron promete um RPG de escolhas pesadas e tiroteio de carros — e já tem data no PC
Aether & Iron

A Seismic Squirrel confirmou que Aether & Iron chega ao PC via Steam no dia 31 de março de 2026, com suporte também ao Steam Deck.

O jogo é um RPG narrativo em uma Nova York alternativa dos anos 1930, onde a descoberta do éter criou tecnologia antigravitacional e transformou a cidade em um lugar “vertical”. Você acompanha Gia, uma contrabandista que precisa sobreviver entre sindicatos do crime, conspirações políticas e alianças bem frágeis. Em Aether & Iron, cada decisão muda relações, abre ou fecha caminhos e pode afetar até o destino da cidade.

A jogabilidade mistura escolhas e interpretação com combate veicular em turnos. Dá para montar uma frota de carros turbinados por éter, melhorar seus truques de contrabandista e recrutar companheiros com talentos e histórias próprias. As habilidades principais são Astúcia, Inteligência e Valentia, e até a melhor escolha pode dar errado por causa de uma rolagem de dados.

O jogo terá vozes em inglês e textos localizados, incluindo português brasileiro. Uma demo já está disponível no Steam.

Cena de MY HERO ACADEMIA: All’s Justice
Bandai Namco

A Bandai Namco lançou MY HERO ACADEMIA: All’s Justice, um jogo de luta em arena 3D focado em superpoderes e pancadaria rápida no universo de My Hero Academia. A grande promessa aqui é colocar Heróis e Vilões em confrontos bem explosivos, com clima de “agora é tudo ou nada”.

O ponto mais chamativo é o Modo História, que leva direto para o clímax do arco da Guerra Final. A ideia é mostrar o “ONE LAST SMASH” com lutas importantes, missões exclusivas e até histórias inéditas para dar mais contexto aos momentos decisivos do anime.

Além da campanha, MY HERO ACADEMIA: All’s Justice também tem batalhas PvP, com personagens chegando às suas formas finais e mais poderosas. O jogo já está disponível no PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Steam), com edições Standard, Deluxe e Ultimate.

Steam libera presentear bundles completos — agora dá para pagar menos por jogos que seu amigo já tem
Steam

A Steam agora permite que você compre bundles completos como presente. Antes, ao presentear, a loja não descontava automaticamente os jogos que o destinatário já tinha — o resultado podia ser um presente caro e pouco útil. Com a mudança, a plataforma identifica os títulos já presentes na conta do amigo e aplica o desconto apenas sobre os jogos restantes. Isso torna mais simples completar coleções e evita compras duplicadas.

Testei a novidade com amigos usando um pacote de Ghost Recon como exemplo. Para quem já possuía alguns dos jogos do pacote, o preço final do presente ficou visivelmente menor; para quem não tinha nenhum título, o valor era o total do pacote. A lógica é a mesma dos bundles que você compra para si: a soma ignora o que já está na conta do comprador ou do presenteado, e o sistema ajusta o que falta. Funciona bem durante promoções, quando completar a coleção sai ainda mais em conta.

A mudança gerou comemoração em relatos online porque resolve um problema antigo e esperado. É uma atualização simples, mas prática, que facilita presentear amigos e montar bibliotecas sem pagar por jogos repetidos. Não há grandes segredos: a loja só ficou mais conveniente. Se você costuma presentear ou terminar séries, vale ficar de olho nos bundles e aproveitar a novidade.

Steam bate 42 milhões de usuários simultâneos — o que isso muda para você?
Steam

2025 foi um ano com altos e baixos, mas no mundo dos jogos de PC terminou bem. Um grupo de análise estimou que dezembro de 2025 foi o melhor dezembro da história da Steam, com receita recorde e mais de 100 milhões de usuários movimentando a plataforma. Muitos jogadores aproveitaram as férias para testar lançamentos e revisitar títulos populares.

O relatório indica que isso representa um aumento de 22,7% em relação a dezembro de 2024 e até supera picos anteriores. No período entre 21 de dezembro e 4 de janeiro, Counter-Strike 2 manteve a liderança nas vendas, e Arc Raiders virou um grande sucesso. O jogo vendeu cerca de 1,2 milhão de cópias nesse intervalo e já soma 12 milhões de cópias no total. No dia 26 de dezembro foram vendidas aproximadamente 250 mil cópias, e quase 3,2 milhões de jogadores acessaram o jogo, metade deles pelo Steam.

O recado é claro: Steam segue dominante, mesmo com lojas concorrentes e controvérsias ocasionais. Arc Raiders provou ter apelo além do público hardcore, atraindo muitos jogadores casuais. Para quem joga no PC, o fim de ano trouxe títulos que venderam bem e mostram que a plataforma continua forte. Esse movimento também mostra que lançamentos bem trabalhados podem ter desempenho expressivo mesmo sem campanhas massivas.

Steam elimina o 'palhaço' das reações e acaba com pontos — fim da trollagem?
Steam

O Steam mudou o sistema de prêmios da comunidade: as reações agora não dão mais Steam Points e várias premiações antigas foram removidas, incluindo o icônico palhaço. A ideia é reduzir incentivos para conteúdo agressivo e tornar os posts mais positivos. A nova seleção tem só 12 prêmios fixos, pensados para ter significados distintos e ser mais fácil de escolher.

Antes, cada prêmio vinha com alguns Steam Points que podiam ser usados na loja de pontos. Isso criou um ciclo onde trolls publicavam conteúdo chamativo só para receber o palhaço e acumular pontos. Em comunicado, a empresa afirmou que esse sistema privilegiava um tipo estreito de conteúdo e afastava contribuições mais bem pensadas. Também foi removido o badge de perfil para quem dá ou recebe essas reações.

Os 12 prêmios atuais incluem itens simples como medalha dourada, flor, coração, pimenta, risada, símbolo 100, salva-vidas, alvo, +1, lâmpada, baú do tesouro e uma xícara de bebida quente. Todos custam a mesma quantia de pontos e podem ser exibidos em uma vitrine no perfil. As premiações da primeira edição não podem mais ser concedidas.

Não é uma solução mágica para toda a toxicidade, mas elimina o incentivo direto para quem posta lixo só para ganhar reações. No fim, a mudança dificulta transformar premiações em ferramenta de humilhação e pode deixar as conversas nas comunidades um pouco menos tóxicas.