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Uma curadoria do PC Gamer publicada em 29 de março de 2026 reuniu cinco lançamentos recentes na Steam que passaram longe do radar de muita gente — todos já disponíveis como jogo para PC, com propostas bem diferentes entre si, de terror em primeira pessoa a “survivors-like” inspirado em protetor de tela.

Os 5 destaques na Steam (com datas de lançamento)

  • The Wide Open Sky is Running out of Catfish (lançamento: 28 de março) — um “cozy” de fotografia em mundo aberto aéreo, com um bagre gigante voador servindo de montaria. As fotos vão para o PhotoPond e rendem interações no “Dolphin Chat” dentro do PC do jogo.
  • The Scourge | Tai Ương (28 de março) — horror em primeira pessoa ambientado no Vietnã dos anos 90, com foco em narrativa, puzzles e fuga, em um apartamento deteriorado em Saigon/Ho Chi Minh.
  • Chained Wheels (28 de março) — coop para dois jogadores em que ambos dirigem caminhões “acorrentados”, lidando com física, coordenação e pistas de obstáculos cada vez mais cruéis.
  • Dungeon Bodega Simulator (24 de março) — simulador de loja com pegada narrativa: você transforma uma masmorra em uma loja de poções, cultivando plantas, criando combinações e vendendo para clientes; a campanha dura cerca de quatro horas, com modo infinito depois.
  • DVD Survivors (26 de março) — um Vampire Survivors-like inspirado no clássico logo de DVD quicando pela tela; a ideia é transformar a frustração do “screensaver” em gameplay frenético.

Na prática, a lista é útil para quem abre a Steam e se perde no volume de lançamentos: dá para bater o olho em gêneros, ver trailers e decidir rápido o que testar. Antes de instalar, confira os requisitos e os recursos (como suporte a controle e modos coop) direto na página da Steam de cada título.

Steam Workshop
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A Valve acabou de mexer em uma parte do Steam que muita gente usa sem nem pensar: o Steam Workshop. Uma semana depois de atualizar o visual e a navegação da loja, agora é a vez da área de mods e conteúdos da comunidade receber um trato que estava faltando. Para os jogadores de PC, isso importa porque o Workshop é onde muita gente encontra mapas, skins, missões e melhorias que aumentam a vida útil de vários jogos.

A ideia da Valve é deixar o Steam Workshop mais moderno, mais rápido de navegar e mais claro na hora de entender o que cada item faz. Isso ajuda tanto quem está caçando um mod específico quanto quem só quer explorar novidades sem se perder em páginas confusas.

O que muda na prática no Steam Workshop

  • Páginas mais limpas: informações importantes ficam mais fáceis de ver, como descrição, imagens, requisitos e compatibilidade.
  • Busca e filtros melhores: fica mais simples refinar por categoria, popularidade, mais recentes e outros critérios comuns do Workshop.
  • Mais foco em coleções: coleções ajudam a instalar “pacotes” de conteúdo de uma vez, algo bem útil em jogos com muitos mods.
  • Organização para criadores: ferramentas de publicação e gerenciamento ficam mais consistentes com o resto do Steam, facilitando manter conteúdo atualizado.

Na prática, mudanças assim costumam reduzir aqueles problemas clássicos de modding: instalar coisa errada, misturar versões incompatíveis e ter dificuldade para achar alternativas quando um item fica desatualizado. Isso beneficia diretamente jogos que dependem muito do Workshop, como títulos de sobrevivência, estratégia e sandbox que vivem de conteúdo da comunidade.

Com a loja já repaginada e o Steam Workshop entrando na fila, a Valve dá mais um passo para unificar a experiência do Steam. Para quem joga no PC e vive alternando entre comprar jogo, baixar conteúdo extra e testar mods, esse tipo de melhoria deixa o dia a dia mais simples sem exigir que o jogador mude seus hábitos.

Tribunal do Reino Unido libera ação coletiva contra a Valve — Steam pode ter que pagar indenização aos jogadores?
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O Points Shop do Steam vive recebendo fundos de perfil, avatares animados, molduras e emoticons novos. A novidade é que a Valve resolveu jogar luz no “trabalho invisível” por trás disso: alguém precisa criar cada item, ajustar tamanho, animação e garantir que tudo funcione bem no perfil e no chat. Para quem curte personalizar o perfil, isso importa porque define a qualidade, a variedade e até a velocidade com que novos pacotes aparecem.

Por trás do brilho: não é só apertar um botão

Esses itens parecem simples, mas são feitos como conteúdo de jogo: têm direção de arte, versões diferentes e limites bem chatos de respeitar. A Valve reforçou que os melhores resultados vêm quando o próprio estúdio do jogo (ou um artista contratado) prepara os assets pensando no universo do game. Quando isso acontece, o Points Shop do Steam fica mais “com cara” do jogo, e menos genérico.

  • Fundos de perfil e mini-fundos com boa leitura
  • Avatares e molduras animadas sem pesar
  • Emoticons e figurinhas fáceis de reconhecer
  • Pacotes temáticos que combinam entre si

O que muda para você que só quer um perfil bonito

Na prática, a tendência é ver mais jogos ganhando itens oficiais no Steam, com artes mais consistentes e menos “cara de reciclado”. Isso também ajuda estúdios menores: um bom pacote no Points Shop vira vitrine, porque aparece toda hora para quem visita perfis e lojas dentro do Steam.

Minha leitura como gamer: quando a Valve incentiva esse cuidado, todo mundo ganha. O Steam fica mais vivo, e a gente para de ver as mesmas opções repetidas em todo perfil. Agora é torcer para mais estúdios entrarem na brincadeira e não deixarem a personalização só nas mãos dos títulos gigantes.

Tribunal do Reino Unido libera ação coletiva contra a Valve — Steam pode ter que pagar indenização aos jogadores?
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Jogadores descobriram que dá para acessar algumas builds de teste apenas trocando o “branch” dentro da Steam. Isso importa porque essas versões podem trazer conteúdo inacabado, mudanças grandes no balanceamento e até spoilers, além de causar bugs que não aparecem na versão pública.

O truque está no menu que muita gente ignora

A Steam tem um sistema de branches (canais) para o mesmo jogo: o padrão, betas abertas e, em alguns casos, versões de teste. Normalmente, branches mais sensíveis deveriam ficar protegidos por senha ou nem aparecer para o público. O problema é que, quando um estúdio deixa uma branch sem proteção ou configura errado, qualquer pessoa consegue selecionar a opção e baixar aquele build como se fosse uma beta comum.

Na prática, a Steam vira uma porta de entrada para conteúdo que era para um grupo menor. E como a Steam sincroniza arquivos e saves, a confusão pode ir além do “só quero dar uma espiada”.

Vale a pena? Depende do seu apetite por caos

Como gamer, eu entendo a curiosidade: testar novidades antes dá aquela sensação de “acesso antecipado”. Mas build de teste é território instável. Se você for mexer nisso na Steam, eu recomendo cuidado extra:

  • Faça backup do seu save antes de trocar o branch.
  • Evite usar sua campanha principal (principalmente em jogos longos).
  • Desconfie de crashes e quedas de desempenho: é normal em build de teste.
  • Se for multiplayer, pense duas vezes: versões diferentes podem dar incompatibilidade.

Para os estúdios, o recado é claro: organizar e proteger branches na Steam não é só capricho, é parte da segurança do lançamento. Para a comunidade, a melhor postura é tratar essas builds como algo experimental, e não como “atalho” para conteúdo final.

5 lançamentos do Steam que você não pode perder esta semana (o terceiro é nostálgico)
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O Steam recebe tantos jogos novos toda semana que acompanhar tudo virou missão impossível. Isso importa porque, no meio de muita coisa repetida ou inacabada, ainda aparecem pérolas que podem virar seu próximo vício. A boa notícia é que dá para “peneirar” melhor e não depender só da sorte na vitrine.

A enxurrada do Steam e o problema de descoberta

Hoje, o Steam não é mais só um lugar para grandes lançamentos. Tem demo, jogo indie, projeto solo, acesso antecipado e até experimentos bem esquisitos. Para a Valve, isso é sinal de plataforma viva. Para o jogador, vira um mar de capas parecidas e descrições exageradas.

O resultado é simples: você abre o Steam, vê 20 novidades, coloca na lista de desejos… e mesmo assim perde aquele jogo legal que saiu “quietinho”. Na prática, ganhar tempo virou parte do hobby.

Garimpo de verdade: truques que funcionam

Se a ideia é separar o “ok” do “uau”, algumas rotinas ajudam bastante:

  • Use a fila de descobertas e marque sem dó o que você não quer ver de novo.

  • Filtre por gêneros específicos (ex: roguelike, sobrevivência, tático) e combine com “lançados recentemente”.

  • Dê prioridade para jogos com demo: em 10 minutos você sente o loop.

  • Olhe a página com atenção: trailer real, screenshots de gameplay e descrição clara costumam denunciar projeto sério.

  • Na dúvida, espere alguns dias: jogo bom no Steam costuma ganhar tração rápido.

Minha visão de gamer: com tanto lançamento, aprender a garimpar virou habilidade tão importante quanto saber montar build. O Steam continua sendo o melhor lugar para achar surpresa boa — você só precisa de um filtro mental (e um pouco de paciência).

Beisebol

Konami abriu a porta do beisebol competitivo no PC e consoles. eBaseball: PRO SPIRIT já está disponível de graça no PlayStation 5 e no Steam, trazendo a pegada clássica de Professional Baseball Spirits para uma fase mais global. A ideia é simples: entrar em partidas online e encarar gente do mundo todo, com arremesso, rebatida e defesa valendo cada detalhe.

O jogo usa o eBaseball Engine para dar aquela sensação de estádio cheio, com som de bastão e torcida bem presentes. No Steam, o suporte completo a teclado e mouse é a melhor notícia: dá para mirar melhor no montinho e reagir rápido nas jogadas no campo, sem depender de controle.

Se você curte esportes e quer algo competitivo sem pagar entrada, eBaseball: PRO SPIRIT é uma ótima pedida. Eu só espero que a progressão e os modos online mantenham o jogo justo e não virem uma corrida de carteira.

Tribunal do Reino Unido libera ação coletiva contra a Valve — Steam pode ter que pagar indenização aos jogadores?
Steam

Todo dia a Steam recebe uma enxurrada de jogos novos. Tem coisa boa escondida ali, mas também tem muito projeto inacabado, cópia sem graça e jogo que parece demo vendida como produto final. Se você abre a loja no automático, é fácil cair em armadilhas e gastar dinheiro (e horas) no que não vale.

O que funciona pra mim é tratar a Steam como vitrine, não como curadoria. Eu uso a lista de desejos sem dó: entrou, eu espero promoção ou mais avaliações. Também filtro por tags que realmente combinam com meu gosto e ignoro “lançamento” sem gameplay claro. Trailer bonito sozinho não me compra mais.

Outra dica é testar demos e ficar de olho em eventos com páginas organizadas, porque aí dá pra comparar jogos parecidos lado a lado. E quando o jogo tem só review curta e genérica, eu desconfio na hora.

No fim, a Steam é ótima, mas você precisa ser mais seletivo do que nunca pra achar os jogos que merecem seu tempo.

Romeo Is a Dead Man
Grasshopper Manufacture

A Grasshopper Manufacture resolveu assumir o controle total no PC. Romeo Is a Dead Man foi anunciado como o primeiro jogo novo do estúdio a chegar no Steam com publicação própria, sem depender de uma publisher para colocar o lançamento na loja.

Isso é grande para quem curte o estilo maluco da Grasshopper. Quando o próprio estúdio publica, ele ganha mais liberdade para escolher quando e como lançar, fazer promoções, atualizar a página do jogo e conversar direto com a comunidade. Para o jogador, isso costuma significar uma presença mais “viva” no Steam, com mais clareza de planos e suporte.

Por enquanto, Romeo Is a Dead Man ainda não veio com todos os detalhes que a galera sempre quer, como data cravada e requisitos finais. Mesmo assim, o anúncio já deixou claro o foco: colocar a identidade do estúdio na frente e transformar Romeo Is a Dead Man em um lançamento de PC com cara de Grasshopper do começo ao fim.

Aether & Iron promete um RPG de escolhas pesadas e tiroteio de carros — e já tem data no PC
Aether & Iron

A Seismic Squirrel confirmou que Aether & Iron chega ao PC via Steam no dia 31 de março de 2026, com suporte também ao Steam Deck.

O jogo é um RPG narrativo em uma Nova York alternativa dos anos 1930, onde a descoberta do éter criou tecnologia antigravitacional e transformou a cidade em um lugar “vertical”. Você acompanha Gia, uma contrabandista que precisa sobreviver entre sindicatos do crime, conspirações políticas e alianças bem frágeis. Em Aether & Iron, cada decisão muda relações, abre ou fecha caminhos e pode afetar até o destino da cidade.

A jogabilidade mistura escolhas e interpretação com combate veicular em turnos. Dá para montar uma frota de carros turbinados por éter, melhorar seus truques de contrabandista e recrutar companheiros com talentos e histórias próprias. As habilidades principais são Astúcia, Inteligência e Valentia, e até a melhor escolha pode dar errado por causa de uma rolagem de dados.

O jogo terá vozes em inglês e textos localizados, incluindo português brasileiro. Uma demo já está disponível no Steam.

Cena de MY HERO ACADEMIA: All’s Justice
Bandai Namco

A Bandai Namco lançou MY HERO ACADEMIA: All’s Justice, um jogo de luta em arena 3D focado em superpoderes e pancadaria rápida no universo de My Hero Academia. A grande promessa aqui é colocar Heróis e Vilões em confrontos bem explosivos, com clima de “agora é tudo ou nada”.

O ponto mais chamativo é o Modo História, que leva direto para o clímax do arco da Guerra Final. A ideia é mostrar o “ONE LAST SMASH” com lutas importantes, missões exclusivas e até histórias inéditas para dar mais contexto aos momentos decisivos do anime.

Além da campanha, MY HERO ACADEMIA: All’s Justice também tem batalhas PvP, com personagens chegando às suas formas finais e mais poderosas. O jogo já está disponível no PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Steam), com edições Standard, Deluxe e Ultimate.

Steam libera presentear bundles completos — agora dá para pagar menos por jogos que seu amigo já tem
Steam

A Steam agora permite que você compre bundles completos como presente. Antes, ao presentear, a loja não descontava automaticamente os jogos que o destinatário já tinha — o resultado podia ser um presente caro e pouco útil. Com a mudança, a plataforma identifica os títulos já presentes na conta do amigo e aplica o desconto apenas sobre os jogos restantes. Isso torna mais simples completar coleções e evita compras duplicadas.

Testei a novidade com amigos usando um pacote de Ghost Recon como exemplo. Para quem já possuía alguns dos jogos do pacote, o preço final do presente ficou visivelmente menor; para quem não tinha nenhum título, o valor era o total do pacote. A lógica é a mesma dos bundles que você compra para si: a soma ignora o que já está na conta do comprador ou do presenteado, e o sistema ajusta o que falta. Funciona bem durante promoções, quando completar a coleção sai ainda mais em conta.

A mudança gerou comemoração em relatos online porque resolve um problema antigo e esperado. É uma atualização simples, mas prática, que facilita presentear amigos e montar bibliotecas sem pagar por jogos repetidos. Não há grandes segredos: a loja só ficou mais conveniente. Se você costuma presentear ou terminar séries, vale ficar de olho nos bundles e aproveitar a novidade.